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Job Creation and Destruction in the Digital Age: What about Portugal?

We assess the effect of digitalisation on employment for the European Union countries, and Portugal in particular, using data for the 1995-2019 period. We estimate an augmented labour demand function derived from a Constant Elasticity of Substitution (CES) cost function to test for a capital-labour substitution effect, distinguishing between digital and traditional capital. The results point towards a positive impact of digital investments on total employment, but the effects are heterogeneous depending on the different employment categories. In particular, high-skilled jobs benefit from digitalisation at the expense of medium- and low-skilled ones.

 

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Is digital government facilitating entrepreneurship? A comparative statics analysis

Promoting entrepreneurship has become a government priority worldwide. At the same time, digital technology has been embraced by governmental authorities, particularly focusing on digital infrastructure and online service provision. In this paper, we explore whether there might be a connection between both policy ambitions – notably at the local level. To do so, we empirically assess the relationship between different dimensions of government digitalization and entrepreneurial dynamics, using panel data from 278 Portuguese municipalities between 2014 and 2019, primarily drawn from the Portuguese survey on government ICT deployment (IUTIC) and analyzed through compared regression models. Results suggest an overall positive effect of digital government efforts on entrepreneurship.

 

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Digital adoption and productivity: understanding micro drivers of the aggregate effect

Digital technologies have the scope to engender positive effects on productivity at firm and aggregate level. However, empirical evidence and theoretical contributions are ambiguous as mixed findings and diverse explanations have been put forward. We use a rich and representative sample of Portuguese firms over the period 2014-2019 to empirically assess the relationship between digital technologies adoption and productivity. Based on estimations over the entire distribution of firm’s productivity, we find that heterogeneous digital technologies affect differently the dynamics of productivity and the convergence to the frontier. This leads to mixed findings with scope to diverse impact in the aggregate productivity.

 

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TE 99 – Evolução recente do Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com a Ucrânia

Vai-se neste trabalho analisar a evolução do comércio internacional de mercadorias de Portugal com a Ucrânia no período de 2017 a 2021 e primeiros quatro meses acumulados de 2021 e 2022, por grupos de produtos, com base em dados estatísticos divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística de Portugal (INE), definitivos até 2020 e preliminares para 2021 e 2022, com última actualização em 9 de Junho de 2022.

 

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TE 98 – Comércio internacional de mercadorias de Portugal com Marrocos

Após uma breve abordagem ao comércio externo de mercadorias de Marrocos face ao Mundo nos dois últimos anos, com base em dados de fonte “International Trade Centre” (ITC), vai-se neste trabalho analisar a evolução do comércio internacional português com este país entre 2017 e 2021 e nos quatro primeiros meses de 2021 e 2022, a partir de dados disponíveis na base de dados do “Instituto Nacional de Estatística de Portugal” (INE), definitivos até 2020 e preliminares para 2021 e 2022, actualizados a 9 de Junho de 2022.

 

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Dívida Pública – Banco de Portugal

Segundo o Banco de Portugal, em maio de 2022, a Dívida Pública situou-se em 280,4 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 1,3 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 5,5 mil milhões de euros face ao mês homólogo. A instituição refere que este acréscimo refletiu, essencialmente, o empréstimo concedido pela Comissão Europeia ao abrigo do Mecanismo de Recuperação e Resiliência (0,6 mil milhões). Adicionalmente, registaram-se emissões líquidas positivas de títulos de dívida (0,4 mil milhões de euros) e o aumento de responsabilidades em depósitos (0,3 mil milhões).

Em março de 2022, a Dívida Pública foi de 127,0% do PIB, o que representa uma variação de -0,4 p.p. face ao trimestre anterior e de -11,9 p.p. face ao trimestre homólogo.

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Índice de Produção Industrial – INE

Em maio de 2022, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de 3,0%, o que corresponde a um aumento de 4,3 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (-1,3%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de 6,5% e -5,1%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de 2,8%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de -1,2%, diminuindo 1,4 p.p. em relação ao mês anterior.

As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de 3,9% e -3,1%, respetivamente.

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Country Report (Artigo IV) – Portugal – FMI

No relatório elaborado ao abrigo do artigo IV para Portugal, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento do PIB de Portugal de 5,8% em 2022, de 1,9% em 2023, 2,4% em 2024, 2,1% em 2025 e 1,9% nos dois anos posteriores.

Relativamente à taxa de desemprego, o FMI estima que desça para os 6,5% em 2022, 6,4% em 2023, 2024 e 2025 e para os 6,3% em 2026 e 2027. Em relação ao saldo da Balança Corrente, o FMI prevê que atinga -1,3% em 2022, -0,5% em 2023 e 2024, -0,4 em 2025 e 2026, e -0,3% em 2027.

No que diz respeito às Finanças Públicas, o FMI prevê uma redução do défice orçamental de -2,2% em 2022 e de -1,0% em 2023. A dívida bruta será 115,8% do PIB em 2022, prevendo-se que a partir desse ano inicie uma trajetória descendente até aos 97,0% do PIB em 2027.

(Tabela: FMI)

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