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Índice do Custo do Trabalho – Eurostat

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, no 1.º trimestre de 2022, Portugal registou um aumento no Índice de Custo do Trabalho, medido por hora trabalhada, de 0,9% em relação ao período homólogo. Este valor explica-se pelo aumento, em termos nominais, dos salários (0,2%) e pelo aumento dos outros custos salariais (4,0%).

Em termos de sectores, o sector público registou uma diminuição de 2,1% e o sector privado registou um aumento de 2,2%, sendo que a Indústria registou um aumento de 2,0% (VH), a Construção registou um aumento de 6,5% (VH) e os Serviços um aumento de 1,8% (VH).

No período em análise, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 3,2% (VH) na Zona Euro e aumentou 3,7% (VH) na UE27.

Os custos laborais aumentaram na maioria dos países da União Europeia, no 1.º trimestre de 2022.

(Gráfico: Eurostat)

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em maio de 2022, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de 24,5%, menos 0,2 p.p. face ao registado no mês anterior (24,7%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 58,0%, menos 3,5 p.p. face à variação verificada no mês de abril de 2022 (61,5%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 12,0% e 23,5%, respetivamente, o que compara com as variações de 11,2% e 23,6%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 5,6% (5,0 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de 22,9% em termos homólogos (22,8% no mês anterior) e de 14,5% em termos mensais (-2,7% em maio de 2021).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 130,7 pontos em maio de 2022, mais 1,9 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios aumentou 2,8 pontos para 134,5 pontos. O agrupamento de Bens de Energia aumentou 1,5 pontos para 160,5 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento aumentou 0,5 pontos face ao mês anterior para 107,5 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram mais 1,5 pontos, passando de 114,8 pontos em abril para 116,3 em maio.

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em maio de 2022, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 8,1%, superior em 0,7 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de 1,0% entre abril e maio de 2022.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 8,1%, aumentando 0,7 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 8,8% (VH) em maio de 2022, aumentando em 0,7 p.p. face ao valor de abril. A variação mensal do índice situou-se em 0,8% e 1,0% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 3,3% para Portugal, de 4,9% para a Zona Euro e 5,3% para a UE27.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 12 de junho, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior.

Em 9 de junho de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 4,8% (VH), que compara com 3,9% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

Índice de Produção Industrial – Eurostat

Em abril de 2022, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,4% na Zona Euro e 0,3% na UE27, face ao mês anterior. Em março de 2022, a produção industrial tinha registado variações de -1,4% na Zona Euro e -1,0% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 2,0% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 4,5% em março de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para abril de 2022, os maiores aumentos ocorreram na Holanda (5,6%), Finlândia (3,5%) e Luxemburgo (3,2%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-9,6%), Grécia (-7,4%) e Lituânia (-7,1%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -2,0% na Zona Euro e -0,5% na UE27, em abril de 2022. Portugal registou uma diminuição de 2,1%, após ter registado um aumento de 0,4% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para abril de 2022, as maiores subidas foram registadas na Lituânia (20,6%), Dinamarca (17,0%) e Bulgária (16,9%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-30,9%), Eslováquia (-9,6%) e Malta (-9,4%).

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(Gráficos: Eurostat)

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Comércio Internacional –  Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e abril de 2022, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 9,1 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 4,2 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 18% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (20%) e um aumento nas exportações extra-UE (13%). As importações de bens aumentaram 35% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Irlanda (27,7 mil milhões de euros), seguida da Alemanha (22,5 mil milhões de euros) e Países Baixos (16,3 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (54,6 mil milhões de euros), seguido de Espanha (22,4 mil milhões de euros), Grécia (11,3 mil milhões de euros) e Itália (10,8 mil milhões de euros).

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e abril de 2022, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um défice de 85,1 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 71,7 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 15,7% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 24,0% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 125,9 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 61,1 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 14,9% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 21,8% (VHA).

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(Tabelas: Eurostat)

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Atividade Turística – INE

Em abril de 2022, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 6 044,6 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 548,4% (VH). Face a abril de 2019, registou-se um crescimento de 1,1%. É a primeira vez, desde o início da pandemia, que se regista um crescimento face ao período homólogo anterior à pandemia. No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 4 110,0 mil de dormidas (1 403,2%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1 934,6 mil dormidas (193,6%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registou-se uma variação homóloga positiva no total de dormidas em todas as regiões do país, verificando-se no Algarve um aumento de 1060,0%, na Madeira de 663,1% e em Lisboa de 603,8%.

De janeiro a abril de 2022, a hotelaria registou 14 960,7 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (449,2%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 5 214,5 mil dormidas (181,0%, VHA) e os não residentes representam 9 746,2 mil dormidas (1 022,1%, VHA).

Em abril de 2022, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 389,2 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 726,2%. Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões do Algarve (1298,5%) e de Lisboa (991,7%) e Madeira (771,4%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a abril de 2022, foram registados 882,2 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 607,4%.   

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Boletim Económico –  Banco de Portugal

O Boletim Económico (BE) de junho do Banco de Portugal (BdP) prevê um crescimento do PIB para 2022 de 6,3%, revendo em alta em 1,4 p.p. as nas Projeções para a economia portuguesa de março, e revê em baixa a previsão do crescimento do PIB para 2023 de 2,9% para 2,6%. Para 2024 a previsão mantém-se em 2,0% face às Projeções de março.

O Banco de Portugal prevê que o contributo para o crescimento do PIB de 2022 das Exportações seja de 2,5 p.p. e o da Procura interna de 2,4 p.p.

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2022 são de 5,9%, revendo em alta em 1,9 p.p. face às Projeções de março.

A taxa de desemprego em 2022 é revista em baixa (face às Projeções para a economia portuguesa de março) de 5,9% para 5,6%.

Relativamente à Balança Corrente e de Capital (em % do PIB), o valor para 2022 foi revisto em alta de -0,4% para 0,4% do PIB.

(Tabela: Banco de Portugal)

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em maio de 2022, uma variação homóloga de 6,3%, o que se traduz num aumento de 21,6 p.p. face ao mês precedente (-15,3%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 60,6 pontos, o que compara com 46,9 pontos no mês anterior e 57,0 pontos em maio de 2021.

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