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Atividade turística – estimativa rápida –  INE

Segundo o INE, em abril de 2022, o sector do alojamento turístico registou 6,0 milhões de dormidas, correspondendo a um aumento homólogo de 548,4% (540,6% em março de 2022). Face a abril de 2019, registou-se um crescimento de 1,1%. É a primeira vez, desde o início da pandemia, que se registou um crescimento face ao período homólogo anterior à pandemia.

Em abril, os residentes contribuíram com 1,9 milhões de dormidas e os não residentes totalizaram 4,1 milhões de dormidas. Face a abril de 2019, registou-se um aumento nas dormidas de residentes (15,0%) e uma diminuição nas dormidas de não residentes (-4,4%).

Em abril, 22,9% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (32,6% em março; 50,4% em abril de 2021 e 88,5% em abril de 2020).

No conjunto dos primeiros quatro meses de 2022, as dormidas aumentaram 449,2% (181,0% nos residentes e 1 022,1% nos não residentes), face ao período homólogo. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 11,9%, como consequência da diminuição dos não residentes (-18,4%), dado que as de residentes registaram um aumento (3,4%).

(Tabela: INE)

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(Gráfico: INE)

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego –  INE

A população empregada, em abril de 2022, foi estimada em 4 882,7 mil pessoas, diminuindo 0,1% face ao mês anterior (-6,5 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 63,7%, tendo diminuído 0,1 p.p. face ao mês anterior (estimativa revista em alta de 63,7% para 63,8%).

A população desempregada, estimada em 300,4 mil pessoas, aumentou 0,3% em relação ao valor registado para o mês anterior (1,0 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 5,8%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior (estimativa revista em alta de 5,7% para 5,8%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 19,9%, tendo diminuído 0,5 p.p. em relação ao mês anterior (estimativa revista em baixa de 21,6% para 20,4%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 4,8%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior.

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Em abril de 2022, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 63,6% (63,6% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 5,8% (5,9% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

 

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC –  INE

O INE estima que, em maio de 2022, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 8,0% (o valor observado em abril de 2022 foi 7,2%). Trata-se do valor mais elevado registado desde fevereiro de 1993.

A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 5,6% (5,0% em abril de 2022), registo mais elevado desde outubro de 1994. Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 27,2% (26,7% no mês precedente), valor mais alto desde fevereiro de 1985, enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 11,7% (9,4% em abril).

A variação mensal do IPC terá sido 1,0% (variação de 2,2% em abril de 2022 e 0,2% em maio de 2021) e a variação média dos últimos doze meses de 3,4% (2,8% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 8,1% (7,4% no mês anterior).

(Gráfico: INE)

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Contas Nacionais Trimestrais –  INE

Segundo o INE, no 1.º trimestre de 2022, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 11,9% em volume face ao período homólogo e 2,6% em relação ao trimestre anterior (5,9% e 1,7%, respetivamente no trimestre anterior).

As Exportações aumentaram 18,3% (VH) em volume e as Importações aumentaram 13,1% (VH). O contributo das exportações para o crescimento do PIB foi 7,6 p.p. e o das Importações foi -5,8 p.p. no 1.º trimestre de 2022 (6,5 p.p. e -5,8 p.p. no 4.º trimestre de 2021, respetivamente).

No 1.º trimestre de 2022, o défice externo de bens e serviços fixou-se em 3,5% do PIB, o que compara com 3,4% no trimestre anterior e 2,7% no trimestre homólogo.

Relativamente à evolução homóloga do VAB dos sectores de atividade e ao seu contributo para a variação do PIB, o sector com o maior contributo foi o do Comércio, Reparação de Veículos, Alojamento e Restauração que apresentou um crescimento homólogo de 28,6%, contribuindo com 4,1 p.p. para a variação homóloga do PIB.

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A produtividade real do trabalho registou uma variação homóloga de 7,1%, enquanto o Emprego aumentou 4,4% em relação ao trimestre homólogo.

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TE 96 – Decarbonization in Portugal – The sectors in the ring of fire

Este Tema Económico apresenta uma análise das recentes tendências a nível europeu de uma seleção de setores intensivos em carbono: alumínio, ferro e aço, cimento, fertilizantes e geração de eletricidade, bem como das suas principais caraterísticas e importância na economia portuguesa. As disparidades encontradas justificam uma abordagem setorial, de forma a considerar as especificidades de cada setor nas políticas de descarbonização.

 

TE 96 – Decarbonization in Portugal – The sectors in the ring of fire.pdf

 

 

Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores INE

Em maio de 2022, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 2,1 para 1,8 (%, vcs).

 

 

Entre abril e maio de 2022, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 22,7 para 22,6 e o do Comércio diminuiu de 4,6 para 2,0. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -1,1 para -4,1 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de -5,4 para -2,9.

O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -30,1 (sre, ve), em maio de 2022 ( -32,9 em abril de 2022).

 

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

 

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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho INE

Em abril de 2022, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 4,6%, inferior em 8,2 p.p. à observada em março de 2022 (12,8%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de -3,6% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 11,5%, valores que comparam com -1,2% e 26,0% no mês anterior, respetivamente.

 

 

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Indicadores de Sentimento Económico Comissão Europeia

Em maio de 2022, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 107,4 pontos, o que compara com o valor de 107,1 pontos verificado em abril de 2022.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores dos Serviços (de 21,9 para 23,2), Comércio a Retalho (de 3,9 para 4,7) e Construção (de -9,0 para -4,1), ao contrário da Indústria (de -1,3 para -3,7 pontos). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -32,2 para -29,6.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 0,5 pontos na União Europeia (de 104,6 pontos em abril para 104,1 pontos em maio), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 0,1 pontos (de 104,9 pontos em abril para 105,0 pontos em maio).

 

 

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