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Crédito ao Sector Privado Banco de Portugal

Em abril de 2022, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 76,4 mil milhões de euros, aumentando 228 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 3,1% (3,3% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 127,0 mil milhões de euros, registando uma TVA de 4,5% (4,5% no mês anterior).

 

 

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 4,8%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 5,1%, aumentando 0,2 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 0,3%, diminuindo 0,7 p.p. em relação ao mês anterior.

 

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De acordo com a mesma fonte, em abril de 2022 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,69% (1,66% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,20% para 2,31%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 1,33% (1,33% no mês precedente).

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 22 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior.

Em 19 de maio de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 1,6% (VH), que compara com 2,2% (VH) na semana anterior.

 

 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

 

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Macroeconomic Impacts of the Covid-19 Pandemic in Some European Union Countries: A Counterfactual Analysis

The aim of this paper is to analyze the macroeconomic impacts of the Covid-19 pandemic in the European Union (27 countries) and, particularly, in four of its economies – Germany, Spain, Italy and Portugal. For this purpose, a counterfactual analysis was conducted based on an ARIMA forecasting model through which the behavior of a set of macroeconomic variables (Gross Domestic Product, public debt, inflation rate, public deficit, and unemployment rate) is examined in the context of the Covid-19 pandemic against a hypothetical scenario without pandemic. In general, the results point to a significantly better performance of all variables in the four countries and in the European Union if the Covid-19 pandemic had not existed.

 

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Macroeconomic Impacts of the Covid-19 Pandemic in Some European Union Countries: A Counterfactual Analysis

The aim of this paper is to analyze the macroeconomic impacts of the Covid-19 pandemic in the European Union (27 countries) and, particularly, in four of its economies – Germany, Spain, Italy and Portugal. For this purpose, a counterfactual analysis was conducted based on an ARIMA forecasting model through which the behavior of a set of macroeconomic variables (Gross Domestic Product, public debt, inflation rate, public deficit, and unemployment rate) is examined in the context of the Covid-19 pandemic against a hypothetical scenario without pandemic. In general, the results point to a significantly better performance of all variables in the four countries and in the European Union if the Covid-19 pandemic had not existed.

 

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Zombie-Lending in the United States — Prevalence versus Relevance

Extraordinary fiscal and monetary interventions in response to the COVID-19 pandemic have revived concerns about zombie prevalence in advanced economies. The literature has already linked this phenomenon – observed over the course of the last two decades – to impeding the performance of healthy firms in Japan and Europe. To make the case for the United States, we analyze banks’ and capital markets’ zombie-lending practices on the basis of a sample of publicly listed U.S. companies. Our results suggest that zombie prevalence and zombie-lending per se are not a defining characteristic of the U.S. economy. Nevertheless, we find evidence for negative spillovers of zombie-lending on productivity, capital-growth, and employment-growth of non-zombies as well as on overall business dynamism. It is predominantly the class of healthy small- and medium-sized companies that is sensitive to zombie-lending activities, with financial constraints further amplifying these effects.

 

GoebelTavares_Zombies_v1_handout.pdf

GoebelTavares_ZombiesUS.pdf

https://arxiv.org/abs/2201.10524

In-depth review – Portugal –  Comissão Europeia

A Comissão Europeia publica hoje a sua análise anual da situação económico-social nos Estados-Membros, incluindo uma avaliação dos desequilíbrios remanescentes. Esta avaliação dos progressos dos Estados-Membros faz parte do ciclo anual de coordenação das políticas económicas a nível da UE e é conhecida por Spring Package do Semestre Europeu.

Os resultados dessas análises estão incluídos nos Relatórios para cada um dos países. Os Estados-Membros que enfrentam desequilíbrios ou desequilíbrios excessivos continuarão sujeitos a um acompanhamento específico adaptado ao grau e à natureza dos seus desequilíbrios. Esta ação centrar-se-á nas suas respostas políticas através de um diálogo com as autoridades nacionais, através de missões de peritos e através de relatórios intercalares.

Assim, a Comissão Europeia divulga hoje o Country Report de Portugal no âmbito do semestre europeu, que mantém as previsões económicas de Primavera de 16 de maio de 2022 e identifica desequilíbrios macroeconómicos relacionados com a elevada dívida externa, privada e pública num contexto de baixo crescimento da produtividade.

Principais desequilíbrios:

– A Posição de Investimento Internacional de Portugal mantém-se vulnerável, mas evoluiu favoravelmente em 2021;

– O saldo da Balança Corrente passou de 0,4% do PIB em 2019 para -1,1% em 2020 e 2021;

– A exposição do país ao turismo estrangeiro contribuiu para uma perda de quota de mercado.

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Estatísticas de Emprego –  IEFP

Durante o mês de abril de 2022, inscreveram-se nos Centros de Emprego 37 647 pessoas, o que representa uma variação mensal de -10,1% e uma variação homóloga de 1,1%. Durante este mês, foram efetuadas 9 040 colocações, o que corresponde a um aumento de 10,5% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 15,2%.

No final do mês de abril de 2022, estavam inscritos nos Centros de Emprego 314 435 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de -3,6% (-11 816 pessoas) e a uma variação homóloga de -25,8% (-109 453 pessoas).

(Tabela: IEFP)

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(Gráfico: IEFP)

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram o Algarve (-53,7%), a Madeira (-35,2%) e Lisboa e Vale do Tejo (-24,5%).

Comparativamente ao mês anterior, as maiores quedas no desemprego registaram-se na região do Algarve (-19,7%) e da Madeira (-6,9%).

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(Gráfico: IEFP)

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Indicador diário de atividade económica –  Banco de Portugal

Na semana terminada a 15 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior.

Em 12 de maio de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 2,2% (VH), que compara com 4,5% (VH) na semana anterior.

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 Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Endividamento do Sector não financeiro –  Banco de Portugal

Em março de 2022, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 782,5 mil milhões de euros, dos quais 350,6 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 431,8 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 283,0 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 148,9 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 5,1 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 1,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 3,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Relativamente a março de 2021, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 24,2 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 5,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 19,0 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 14,0 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 5,0 mil milhões de euros.

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Em março de 2022, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 5,0%, mais 0,7 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 3,7% para 3,9%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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