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How is the Minimum Wage Shaping the Wage Distribution: Bite, Spillovers, and Wage Inequality

Over the last three decades, wage inequality and the importance of the minimum wage presented an interesting negative correlation in Portugal. Using a semiparametric approach, counterfactual decomposition methods, and an extremely rich matched employer-employee dataset of all employees in the country, this paper presents significant visual and quantitative evidence of how the minimum wage structurally reshaped the wage distribution. The remarkable rise in the real minimum wage of 2006-2019 fully explained the sharp decline in wage inequality, and 40% of average wage growth – for women, who benefited the most, that was 60%. Spillover effects reached up to 40% above the minimum, being at times more important than the bite itself. The minimum wage reduced within and between wage in- equality in several fronts, cutting the gender wage gap by a quarter, potentially decreasing the returns to education, and raising wages of workers at less productive firms. While the minimum wage bite was felt in workers’ base wages, spillovers predominantly manifested in total wages.

 

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Contas Nacionais Trimestrais – 1.ª Publicação –  Eurostat 

De acordo com a primeira estimativa divulgada pelo Eurostat, no 1.º trimestre de 2022, Portugal registou uma variação do PIB de 11,9% em relação ao trimestre homólogo (5,9% no trimestre anterior) e uma variação de 2,6% em relação ao trimestre anterior (1,7% no 4.º trimestre de 2021).

Em relação ao trimestre homólogo, o PIB aumentou 5,1% na Zona Euro (4,7% no 4.º trimestre de 2021) e aumentou 5,2% na UE27 (4,9% no 4.º trimestre de 2021). A variação em relação ao trimestre anterior registou valores de 0,3% na Zona Euro (0,3% no 4.º trimestre de 2021) e 0,4% na UE27 (0,5% no 4.º trimestre de 2021).

Analisando por Estados-Membros, e para os países para os quais existem dados disponíveis, registaram-se os maiores aumentos homólogos do PIB em Portugal (11,9%), Polónia (9,1%) e Áustria (8,7%) e não se registaram diminuições homólogas. Em relação ao trimestre anterior registaram-se diminuições do PIB na Suécia (-0,4%), Itália (-0,2%) e Dinamarca (-0,1%). Os maiores aumentos verificaram-se na Roménia (5,2%), Portugal (2,6%) e Áustria (2,5%).

Nos EUA, no 1.º trimestre de 2022, o PIB diminuiu 0,4% relativamente ao trimestre anterior (1,7% no 4.º trimestre de 2021) e aumentou 3,6% em termos homólogos (5,5% no trimestre anterior).

(Tabela: Eurostat)

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e março de 2022, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 6,6 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 2,8 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 18% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (20%) e um aumento nas exportações extra-UE (13%). As importações de bens aumentaram 37% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (22,9 mil milhões de euros), seguida da Irlanda (21,7 mil milhões de euros) e Países Baixos (12,9 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (40,0 mil milhões de euros), seguido de Espanha (16,0 mil milhões de euros), Grécia (8,5 mil milhões de euros) e Roménia (7,2 mil milhões de euros).

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e março de 2022, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um défice de 52,4 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 56,7 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 16,6% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 24,4% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um défice de 81,5 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 48,5 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 16,3% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 22,2% (VHA).

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(Tabelas: Eurostat)

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Declaração de final de visita da Missão Artigo IV – FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) emitiu hoje um comunicado com as suas conclusões da Visita da Artigo IV. Segundo as previsões publicadas pela instituição, o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) deverá situar-se em 4,5% em 2022 e 2,0% em 2023 (4,0% e 2,1%, respetivamente, nas previsões da WEO de abril).

Relativamente à inflação, o FMI estima que seja 6,0% em 2022 (o que compara com a anterior previsão de 4,0%).

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Spring European Economic Forecast –  Comissão Europeia

Segundo as Previsões Económicas de Primavera (European Economic Forecast Spring) da Comissão Europeia, Portugal irá registar uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,8% em 2022 e de 2,7% em 2023 (5,5% para 2022 e 2,6% para 2023 nas previsões de Inverno).

Quanto à inflação, a Comissão prevê que que será de 4,4% em 2022 e 1,9% em 2023 (2,3% para 2022 e 1,3% para 2023 nas previsões de Inverno).

A taxa de desemprego em Portugal deverá ser de 5,7% em 2022 e de 5,5% em 2023, o que se traduz numa revisão em baixa de 0,8 p.p. para 2022 e de 0,9 p.p. para 2023, face às previsões de Outono.

A Balança Corrente deverá apresentar um saldo de -1,7% e -0,7% em 2022 e 2023, respetivamente (-0,4% e -0,4% em 2022 e 2023, nas previsões de Outono).

Relativamente à situação orçamental, a Comissão prevê que o saldo orçamental tenha uma trajetória descendente passando de -2,8% do PIB em 2021 para -1,9% em 2022 e para -1,5% em 2023 (previsão de -3,4% para 2022 e -2,8% em 2022 nas previsões de Outono).

(Tabela: Comissão Europeia)

A Comissão Europeia prevê uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) para 2022 e 2023, respetivamente, de 2,7% e 2,3% para a Zona Euro e de 2,7% e 2,3% para a UE28.

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(Tabela: Comissão Europeia)

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Índice de Produção Industrial –  Eurostat  

Em março de 2022, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -1,8% na Zona Euro e -1,2% na UE27, face ao mês anterior. Em fevereiro de 2022, a produção industrial tinha registado variações de 0,5% na Zona Euro e 0,6% na UE27. Portugal registou um aumento de 4,4% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,7% em fevereiro de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para março de 2022, os maiores aumentos ocorreram na Lituânia (11,3%), Estónia (5,1%), Bulgária e Grécia (ambas 5,0%). As maiores diminuições foram registadas na Eslováquia (-5,3%), Alemanha (-5,0%) e Luxemburgo (-3,9%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -0,8% na Zona Euro e 0,7% na UE27, em março de 2022. Portugal registou um aumento de 0,1%, após ter registado uma diminuição de 5,5% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para março de 2022, as maiores subidas foram registadas na Lituânia (25,9%), Bulgária (19,1%) e Polónia (17,4%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Eslováquia (-7,3%), Irlanda (-5,5%) e Alemanha (-4,1%).

(Gráfico: Eurostat)

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Vendas de Cimento –  Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em abril de 2022, uma variação homóloga de -15,3%, o que se traduz numa diminuição de 15,5 p.p. face ao mês precedente (0,2%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 46,9 pontos, o que compara com 65,0 pontos no mês anterior e 55,4 pontos em abril de 2021.

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Atividade Turística – INE  

Em março de 2022, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 4 023,3 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 543,2% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2 715,3 mil de dormidas (1 435,6%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1 308,0 mil dormidas (191,5%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registou-se uma variação homóloga positiva no total de dormidas em todas as regiões do país, com os maiores valores no Algarve (933,1%), na Madeira (833,1%) e em Lisboa (667,8%).

De janeiro a março de 2022, a hotelaria registou 8 932,7 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (398,5%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 3 305,2 mil dormidas (176,2%, VHA) e os não residentes representam 5 627,4 mil dormidas (845,6%, VHA).

Em março de 2022, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 233,9 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 786,5%. Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões do Algarve (1591,0%), Lisboa (1148,1%) e Madeira (898,9%) que apresentaram as maiores variações homólogas

67De janeiro a março de 2022, foram registados 493,9 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 536,4%.

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Índice de Custo do Trabalho –  INE

No 1.º trimestre de 2022, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 1,1% (2,6% no 4.º trimestre de 2021). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 0,4% e os outros custos aumentaram 3,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 2,7%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de -1,9%.

(Gráfico: INE)

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Indicador diário de atividade económica –  Banco de Portugal

Na semana terminada a 8 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior.

Em 5 de maio de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 2,9% (VH), que compara com 4,5% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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