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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE  

Em março de 2022, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,0% e 8,9%, respetivamente. No mês de fevereiro de 2022, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,3% e 6,9%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,3% no Índice de Emprego e de 8,5% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em março de 2022, um valor de 105,3 pontos, aumentando 1,0 pontos relativamente ao mês precedente (104,3 pontos em fevereiro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 116,4 pontos em março, aumentando 7,0 pontos em relação ao mês anterior (109,4 pontos em fevereiro).

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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE

De acordo com o INE, no 1.º trimestre de 2022, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 2,2%, em relação ao mesmo período de 2021, para 1 258 Euros.

A componente regular daquela remuneração aumentou 1,7% e a remuneração base subiu 1,6%, atingindo, respetivamente, 1 127 e 1 058 Euros. Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, as diminuições das remunerações médias por trabalhador foram 2,0%, 2,5% e 2,5%, respetivamente. Estes resultados dizem respeito a cerca 4,3 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

Em relação a março de 2021, os maiores aumentos da remuneração total foram observados nas Atividades Imobiliárias (secção L; 6,4%), nas empresas de 1 a 4 trabalhadores (6,2%), no sector privado (3,0%) e nas empresas de Serviços de alta tecnologia com forte intensidade de conhecimento (5,5%). Foram observadas variações negativas da remuneração total nas atividades de Eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio (secção D; -16,3%), nas empresas de 500 ou mais trabalhadores (-0,6%) e nas empresas de Alta tecnologia industrial (-0,5%).

(Gráfico: INE)

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE

Em março de 2022, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 4,1%, equivalente ao valor verificado no mês anterior (4,1%).

O contributo mais intenso para a variação total do índice foi o da componente Engenharia Civil (2,5 p.p.) que apresentou, em março de 2022, uma variação homóloga de 6,2% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade). A componente de Construção de Edifícios apresentou uma variação homóloga de 2,7% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com 1,6 p.p. para a variação do índice agregado.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,2 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 4,3% (4,5% em fevereiro de 2022).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 106,8 pontos em março de 2022, aumentando 1,0 pontos em relação ao mês precedente (105,8 pontos em fevereiro). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 103,7 pontos em fevereiro para 104,2 em março e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 108,8 pontos em fevereiro para 110,6 pontos em março.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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O PLANO DE RECUPERAÇÃO E RESILIÊNCIA – RECUPERAR PORTUGAL, CONSTRUINDO O FUTURO

O Next Generation EU, enquanto instrumento de resposta integrada Europeia, tem com objetivos, por um lado, dar resposta aos impactos, a nível económico e social, da pandemia da Covid-19 e, por outro lado, assegurar um crescimento sustentável, resiliente a choques futuros, orientado a dupla transição – climática e digital. Neste âmbito, foi criado o Mecanismo de Recuperação e Resiliência onde se enquadra o Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) português, com um período de execução até 2026, o qual constitui um plano de investimentos assente nas dimensões da Resiliência, da Transição Climática e da Transição Digital. O presente seminário foi conduzido por Leonor Trindade que, pela sua profunda experiência no planeamento estratégico, na programação e nas negociações do PRR, transmitiu uma perspetiva sobre o processo de programação e dos principais desafios envolvidos, bem como clarificou diversas questões associadas.

 

PRR Apresentacao GEE – site.pptx

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços –  INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em março de 2022, variações homólogas de 7,4%, 8,9% e 18,7%, respetivamente, o que compara com 6,2%, 6,0% e 21,9% registados no mês anterior.

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em março de 2022, valores de 106,1 pontos, 117,9 pontos e 105,6 pontos, respetivamente, o que compara com 104,9 pontos, 111,5 pontos e 97,9 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços –  INE

 Em março de 2022, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 29,4%, inferior em 3,8 p.p. ao valor registado em fevereiro de 2022 (33,2%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 131,4 pontos em março de 2022, aumentando 21,7 pontos em relação ao mês precedente (109,7 pontos em fevereiro de 2022).

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Índice de Preços no Consumidor –  INE

Em abril de 2022, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 7,2%, valor superior ao registado no mês anterior em 1,9 p.p. e a mais elevada desde março de 1993. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 5,0%, superior em 1,2 p.p. à registada no mês anterior e é o valor mais elevado registado desde setembro de 1995.

O IPC registou uma variação mensal de 2,2%, o que compara com uma variação de 2,5% no mês anterior e de 0,4% em abril de 2021.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,8% (2,2% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 1,8% (1,4% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 7,4%, aumentando 1,9 p.p. em relação ao verificado no mês anterior. Este é o segundo mês consecutivo em que é ultrapassado o valor mais elevado registado em Portugal desde o início da série do IHPC, em 1996.

De acordo com a informação disponível relativa a abril de 2022, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 0,1 p.p. à da área do Euro (em março, a diferença entre as duas taxas foi de 1,9 p.p.).

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(Gráfico: INE)

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Estatísticas do Emprego – INE

No 1.º trimestre de 2022, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 5,9%, inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao registado no trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 308,4 mil indivíduos, registando uma diminuição de 6,7% face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 4 900,9 mil indivíduos, mais 0,4% do que o verificado no trimestre anterior.

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Segundo a dimensão regional, a região com a taxa de desemprego mais alta foi a Região Autónoma da Madeira com 7,5%, seguindo-se a região do Algarve com 7,0% e a região de Lisboa com 6,8%.

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Indicador Compósito Avançado –  OCDE

Em abril de 2022, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de 0,01% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de 2,37%. Este indicador registou, em abril de 2022, um valor de 100,81 pontos. Estes valores indicam uma fase de estabilização do crescimento da atividade económica.

O indicador foi concebido para detetar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

(Gráfico: OCDE)

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de -0,07% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de -0,18%. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de -0,17% e os EUA apresentam uma variação de 0,07%. Em termos homólogos, a variação foi de -0,39% para a OCDE, -0,26% para a Zona Euro, -0,72% para a Alemanha e -0,39% para os EUA.

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(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

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