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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria –  INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em março de 2022, variações homólogas de 3,3% e 6,4%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,5 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (2,8% no mês de fevereiro de 2022), enquanto o Índice de Remunerações aumentou 2,3 p.p. em relação ao mês anterior (4,1% em fevereiro de 2022). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 4,0% em março de 2022, diminuindo 3,5 p.p. face à registada em fevereiro de 2022.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em março de 2022, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de 25,8%, aumentando 2,8 p.p. em relação ao observado no mês de fevereiro de 2022 (23,0% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 17,9% e 24,9%, após terem registado variações de 20,4% e 29,1% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -0,3% e 60,4%, após terem registado variações de 1,7% e 33,7% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram uma variação homóloga de 25,8%, aumentando 1,3 p.p. em comparação com o mês anterior (24,5%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 3,9 p.p. em termos homólogos (25,8% em março face aos 21,9% registados em fevereiro).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens –  INE

No 1.º trimestre de 2022, as exportações de bens registaram um aumento de 18,2% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 36,8% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 3 880,6 milhões de euros no período analisado.

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de março de 2022, as exportações de bens aumentaram 13,6% em relação a março de 2021 devido à evolução positiva de Fornecimentos industriais (+24,8%), sobretudo de Produtos transformados, principalmente para Espanha. As importações aumentaram 30,0% face ao período homólogo, em resultado do acréscimo de Combustíveis e lubrificantes (+132,8%), refletindo a subida dos preços, e o aumento de Fornecimentos industriais (+24,8%), sobretudo Produtos transformados, ambos provenientes principalmente de Espanha.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em março de 2022, as exportações aumentaram 12,4% e as importações cresceram 20,2% face a março de 2021 (respetivamente 17,0% e 32,7% em fevereiro de 2022).

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No 1.º trimestre de 2022, a taxa de cobertura total foi de 73,3%, correspondendo a um decréscimo de 11,5 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 75,6%, no Comércio Extracomunitário foi de 67,5% e na Zona Euro foi de 74,4%.

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Em março de 2022, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2 415,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -967,9 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 980,2 milhões de euros.

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Emissões de Títulos de Dívida –  Banco de Portugal

Em março de 2022, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 2 412 milhões de euros, o que compara com um valor de 2 547 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 1 729 milhões de euros (-117 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de março de 2022, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 304 899 milhões de euros, diminuindo 867 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -3,8%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 36 713 milhões de euros, aumentando 2 661 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 12,9%.

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro –  BCE

No mês de março de 2022, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 1,86%, diminuindo 0,15 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 1,14% e 1,24% em fevereiro de 2022 para 1,20% e 1,43% em março de 2022, respetivamente.

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Em março de 2022, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) diminuiu 0,16 p.p., de 2,02% para 1,86%. A Taxa de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros manteve-se inalterada em 2,38% e até 1 milhão de euros diminuiu de 2,13% para 2,09%, face ao mês precedente. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro baixou de 1,81% para 1,56%.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

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No mês de março de 2022, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 0,05%, aumentando 0,01 face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 1,81 p.p.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 0,20% e 0,62% em março de 2022, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 1,00 p.p. e 0,81 p.p., respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

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Indicador diário de atividade económica –  Banco de Portugal

Na semana terminada a 1 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade inferior à observada na semana anterior.

Em 28 de abril de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 4,6% (VH), que compara com 10,5% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos das IFM –  Banco de Portugal

Em março de 2022, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal diminuíram 0,15 p.p., de 2,38% em fevereiro de 2022 para 2,23%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro diminuíram 0,16 p.p. em comparação com o mês precedente, fixando-se em 1,86%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro diminuíram 0,04 p.p., registando um valor de 2,58%. 

Entre fevereiro e março de 2022, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros diminuíram 0,04 p.p. e acima de 1 milhão de euros diminuíram 0,25 p.p., fixando-se em 2,09% e 1,56%, respetivamente.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação aumentaram 0,16 p.p. entre fevereiro e março de 2022, fixando-se em 1,03%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo aumentaram 0,10 p.p., fixando-se em 7,81%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins aumentaram 0,31 p.p. entre fevereiro e março de 2022, fixando-se em 2,62%.

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Montantes dos Novos Empréstimos –  Banco de Portugal

Em março de 2022, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 4 726 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 22,2% (mais 35,4 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou uma variação homóloga de 21,4% (mais 63,8 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 23,0% (menos 10,8 p.p. face a fevereiro de 2022).

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 11 303 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de 6,5%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 5 196 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de -10,6% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 6 107 milhões de euros, atingindo os 27,1% de variação homóloga acumulada.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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Comércio a Retalho –  Eurostat

Em março de 2022, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,4% na Zona Euro e 0,2% na UE27, face ao mês anterior. Em fevereiro de 2022, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,4% na Zona Euro e 0,3% na UE27. Portugal registou um aumento de 2,5% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 3,1% em fevereiro de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para março de 2022, os maiores aumentos foram registados na Eslovénia (11,4%), Letónia (11,1%) e Hungria (7,3%). As maiores diminuições ocorreram em Espanha (-4,0%), Luxemburgo (-3,3%) e França (-1,9%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 0,8% na Zona Euro e 1,7% na UE27, em março de 2022. Portugal registou um aumento homólogo de 11,9%, após ter registado um aumento homólogo de 17,4% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2022, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (25,6%), Estónia (18,4%) e Malta (16,4%). As maiores reduções foram na Dinamarca (-11,0%), Espanha (-4,8%) e Bélgica (-3,9%).

(Gráfico: Eurostat)

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