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Índice de Preços na Produção Industrial –  INE  

Em março de 2022, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de 26,3%, mais 5,4 p.p. face à registada no mês anterior (20,9%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de 82,4%, mais 21,5 p.p. face à variação verificada no mês de fevereiro de 2022 (60,9%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de 9,2% e 20,3%, respetivamente, o que compara com as variações de 6,9% e 19,6%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 3,7% (3,4% no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou uma variação de 19,9% em termos homólogos (16,5% no mês anterior).

 

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 128,5 pontos em março de 2022, mais 7,5 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios aumentou 2,2 pontos para 125,8 pontos. O agrupamento de Bens de Energia aumentou 29 pontos para 172,3 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento aumentou 0,5 pontos face ao mês anterior para 105,4 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram mais 2,6 pontos, passando de 110 pontos em fevereiro de 2022 para 112,6 em março de 2022

 

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World Economic Outlook – FMI

No World Economic Outlook (WEO) divulgado hoje, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) da economia portuguesa de 4,0% para 2022 (revisão em baixa em 1,1 pontos percentuais (p.p.) face às previsões do WEO de outubro) e de 2,1% em 2023.

As previsões do FMI para a taxa de desemprego para Portugal são de 6,5% e 6,4% para 2022 e 2023, respetivamente (valor revisto em baixa em 0,2 p.p. para 2022, face às previsões do WEO de outubro).

Relativamente ao saldo da Balança Corrente em percentagem do PIB, o FMI prevê um valor de -2,6% e -1,4% para 2022 e 2023, respetivamente (-2,1% para 2022 nas previsões de outubro). No que se refere à variação do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), o FMI prevê 4,0% para 2022 e 1,5% para 2023 (1,3% em 2022 nas previsões de outubro).

O FMI prevê, ainda, um aumento real do PIB mundial de 2,8% em 2022 e um aumento de 2,5% em 2023 (valores revistos em baixa em 1,6 p.p. para 2022 e em 1,3 p.p. para 2023, face ao update de janeiro).

As economias desenvolvidas deverão ter um aumento do PIB de 3,0% em 2022 (valor revisto em baixa em 0,9 p.p. em comparação com update de janeiro) e um aumento de 2,1% em 2023 (revisão em baixa em 0,5 p.p.). Prevê para a Zona Euro um aumento do PIB de 2,7% em 2022 (valor revisto em baixa em 1,2 p.p. face ao update de janeiro) e um aumento de 2,2% em 2023 (revisão em baixa em 0,3 p.p.). O aumento do PIB previsto pelo FMI para os países emergentes é de 2,7% em 2022 (valor revisto em baixa em 2,1 p.p. face ao update de janeiro) e 3,3% em 2023 (revisão em baixa em 1,4 p.p.).

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(Tabelas: FMI)

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TE 95 – Comércio Internacional da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar (2020-2021)

Portugal, detentor de uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas (ZEE), mantém no âmbito da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar, uma balança comercial deficitária, tendo as importações (Fob) registado em 2020 um valor duas vezes superior ao das exportações (Fob), e 1,8 vezes em 2021.
Neste trabalho vai-se analisar a evolução destas trocas comerciais em 2021, face a 2020, a partir de dados de base divulgados no Portal do Instituto Nacional de Estatística em versão definitiva para 2020 e preliminar para 2021, com última actualização em 11 de Março de 2022.

 

TE 95 – Comércio Internacional da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar (2020-2021).pdf

Boletim da Economia Portuguesa

A partir de 2022, o Boletim da Economia Portuguesa, elaborado em conjunto pelo GEE e pelo GPEARI, passa a ser divulgado com uma periodicidade trimestral. Esta edição do Boletim apresenta uma análise dos desenvolvimentos da economia portuguesa em 2021, nomeadamente:

– Em 2021, o PIB registou o crescimento mais elevado desde 1990. No entanto, o seu valor ainda se mantém abaixo do registado no período pré-pandémico.

– O crescimento económico foi acompanhado por uma evolução positiva do mercado de trabalho, tendo-se registado, em 2021, uma diminuição da população desempregada e, consequentemente, da taxa de desemprego.

– Desde o final de 2021, as pressões inflacionistas intensificaram-se, sobretudo devido à evolução dos preços dos produtos energéticos, tendo a inflação em Portugal atingido em março o valor mais elevado desde junho de 1994. No entanto, a taxa de inflação mantém-se inferior à registada na generalidade dos países da área do euro. A aceleração de preços na produção industrial tem sido mais acentuada do que nos preços no consumidor.

– O volume de exportações portuguesas recuperou em 2021, mas permanece ainda abaixo do nível pré-pandemia. Num contexto de perturbações nas cadeias de fornecimento globais, o crescimento das exportações de bens desacelerou a partir do segundo trimestre de 2021, enquanto as exportações de serviços aceleraram, sustentadas pela recuperação gradual no turismo.

– Num contexto de restrições significativas da atividade económica, os indicadores de dinamismo empresarial sinalizam uma tendência de recuperação em 2021, com uma redução do número de novos processos de insolvência, uma recuperação do investimento e da rendibilidade das sociedades não financeiras.

– Em 2021 verificou-se uma redução do défice orçamental para 2,8% do PIB (5,8% em 2020), resultado de um crescimento da receita superior ao da despesa, fruto da recuperação da atividade económica e do recebimento de fundos comunitários. Para o aumento da despesa contribuiu o aumento do emprego no sector público. O peso da dívida pública em percentagem do PIB diminuiu para 127,4%.

Destaca-se ainda o acompanhamento de políticas públicas económicas, através de uma análise de execução para 2020 e 2021, bem como de uma compilação de medidas de política implementadas nos primeiros três meses de 2022 por área de atuação.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 10 de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior.

Em 7 de abril de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 10,5% (VH), que compara com 10,2% (VH) na semana anterior.

59Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral.  

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Atividade Turística – INE

Em fevereiro de 2022, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 2 937,2 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 527,1% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 1 781,9 mil de dormidas (1 173,3%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1 155,4 mil dormidas (251,8%, VH). Os níveis atingidos em fevereiro de 2022 foram, no entanto, inferiores aos observados em fevereiro de 2020, quando ainda não havia efeitos da pandemia, com uma redução de 23,1% nas dormidas.

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registou-se uma variação homóloga positiva no total de dormidas em todas as regiões do país, verificando-se os maiores aumentos na RA Madeira (869,6%), no Algarve (797,5%) e em Lisboa (569,3%).

De janeiro a fevereiro de 2022, a hotelaria registou 4 926,1 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (322,4%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 2 006,8 mil dormidas (168,3%, VHA) e os não residentes representam 2 919,3 mil dormidas (597,9%, VHA).

Em fevereiro de 2022, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 153,7 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 728,4%. Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões do Algarve (1365,2%), de Lisboa (894,4%) e da RA Madeira (873,8%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

De janeiro a fevereiro de 2022, foram registados 260,5 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 408,5%.     

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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BOLETIM DA ECONOMIA PORTUGUESA

A partir de 2022, o Boletim de Economia Portuguesa, elaborado em conjunto pelo GEE e pelo GPEARI, passa a ser divulgado com uma periodicidade trimestral.
Pretende-se, com esta alteração, disponibilizar, por um lado, uma análise mais detalhada sobre os principais desenvolvimentos que determinam a evolução da economia portuguesa e, por outro lado, possibilitar uma reflexão ponderada sobre as suas causas e implicações.
Pretende-se também com esta nova versão do Boletim dar particular ênfase às políticas públicas económicas, nomeadamente àquelas respeitantes às Áreas Governativas da Economia e do Mar (MEM) e das Finanças (MF), bem como ao seu papel tanto na mitigação de custos associados a choques externos, como na promoção das condições para uma recuperação económica mais rápida e robusta.

 

BTEP Nº 01 2022.pdf

Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em março de 2022, uma variação homóloga de 0,2%, o que se traduz numa diminuição de 22,3 p.p. face ao mês precedente (22,5%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 65,0 pontos, o que compara com 56,7 pontos no mês anterior e 64,9 pontos em março de 2021.

Estatísticas das Empresas da Central de Balanços –  Banco de Portugal

No 4.º trimestre de 2021, a rendibilidade das empresas aumentou relativamente ao trimestre anterior, de 6,6% para 6,8%. No final do ano de 2021, a rendibilidade do ativo das empresas encontrava-se 1,1 p.p. acima do valor observado no final do ano de 2020, mas ainda abaixo do valor registado em 2019 (7,6% no 4.º trimestre).

Uma análise por sector de atividade económica das empresas privadas mostra que a rendibilidade do ativo [rácio entre os resultados antes de amortizações, depreciações, juros e impostos das empresas (EBITDA) e o total de ativo]:

– aumentou nas empresas dos sectores das indústrias, da construção, do comércio, dos transportes e armazenagem e dos outros serviços;

– não se alterou nas empresas da eletricidade e das sedes sociais.

Por classe de dimensão das empresas privadas (exclui sedes sociais), a rendibilidade aumentou nas PME, de 6,4% para 6,5%, e nas grandes empresas, de 8,5% para 9,0%.

A rendibilidade das empresas públicas foi de -3,1% (-5,0% no trimestre anterior).

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(Gráficos: Banco de Portugal)

A autonomia financeira das empresas, medida pelo peso do capital próprio no balanço, aumentou de 40,0% para 40,3% no 4.º trimestre de 2021, um valor superior ao registado no final do ano de 2020 (39,6%), mas também superior ao observado no final de 2019 (38,5%).

Uma análise por sector de atividade mostra que a autonomia financeira das empresas privadas:

– aumentou nas empresas da construção, do comércio, dos outros serviços e das sedes sociais;

– diminuiu nas empresas das indústrias;

– não se alterou nas empresas do sector da eletricidade e dos transportes e armazenagem.

Por classe de dimensão das empresas privadas (exclui sedes sociais), a autonomia financeira aumentou nas PME, de 39,6% para 39,9%, e decresceu nas grandes empresas, de 36,0% para 35,6%.

A autonomia financeira das empresas públicas aumentou para 31,5% (27,8% no período anterior).

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(Gráficos: Banco de Portugal)

Nota: EBITDA – Resultado antes de depreciações e amortizações, gastos de financiamento e impostos; PME – Micro, pequenas e médias empresas; Empresas públicas – Empresas públicas não incluídas no sector das administrações públicas.

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