Saltar para o conteúdo
GEE
Total de conteúdos:14.982

Índices de Emprego e Remunerações na Construção –  INE

Em fevereiro de 2022, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 1,9% e 6,5%, respetivamente. No mês de janeiro de 2022, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,1% e 6,2%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 2,0% no Índice de Emprego e de 7,9% no Índice de Remunerações.

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em fevereiro de 2022, um valor de 104,0 pontos, diminuindo 0,1 pontos relativamente ao mês precedente (104,1 pontos em janeiro de 2022). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 108,8 pontos em fevereiro, aumentando 4,0 pontos em relação ao mês anterior (104,8 pontos em janeiro de 2022).

47

Documento PDF

Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE

Em fevereiro de 2022, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma taxa de variação homóloga de 4,3%, superior em 1,1 p.p. ao valor verificado no mês anterior (3,2%).

O contributo mais intenso para a variação total do índice foi o da componente Engenharia Civil (2,5 p.p.), que apresentou, em fevereiro de 2022, uma variação homóloga de 6,2% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade). A componente de Construção de Edifícios apresentou uma variação homóloga de 3,0% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com 1,8 p.p. para a variação do índice agregado.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 1,0 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 4,3% (3,3% em janeiro de 2022).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 105,7 pontos em fevereiro de 2022, aumentando 2,1 pontos em relação ao mês precedente (103,6 pontos em janeiro de 2022). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 101,6 pontos em janeiro para 103,7 em fevereiro e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 106,8 pontos em janeiro para 108,8 pontos em fevereiro.

45

Documento PDF

Índice de Preços no Consumidor – INE  

Em março de 2022, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 5,3%, valor superior ao registado no mês anterior em 1,1 p.p. Este é valor mais elevado desde junho de 1994. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 3,8%, superior em 0,6 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 2,5%, o que compara com uma variação de 0,4% no mês anterior e de 1,4% em março de 2021.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 2,2% (1,8% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 1,4%, aumentando 0,3 p.p. face ao mês anterior.

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 5,5%, aumentando 1,1 p.p. em relação ao verificado no mês anterior.

De acordo com a informação disponível relativa a março de 2022, tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 2,0 p.p. à da área do Euro (em fevereiro, a diferença entre as duas taxas foi de 1,5 p.p.).

43

(Gráfico: INE)

Documento PDF

Indicador Compósito Avançado –  OCDE

Em março de 2022, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de -0,04% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de 3,74%. Este indicador registou, em março de 2022, um valor de 100,60 pontos. Estes valores indicam uma fase de desaceleração da atividade económica.

O indicador foi concebido para detetar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

 

40

(Gráfico: OCDE)

 

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal de -0,08% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de -0,17%. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de -0,13% e os EUA apresentam uma variação de 0,04%.

Em termos homólogos, a variação foi de 0,09% para a OCDE, 0,67% para a Zona Euro, -0,06% para a Alemanha e -0,22% para os EUA.

 

41

(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

 

Documento PDF 

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em fevereiro de 2022, variações homólogas de 5,7%, 4,5% e 18,0%, respetivamente, o que compara com 4,2%, 3,9% e 9,1% registados no mês anterior.

 

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em fevereiro de 2022, valores de 104,5 pontos, 110,3 pontos e 95,5 pontos, respetivamente, o que compara com 103,8 pontos, 110,0 pontos e 95,6 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

 

38

Documento PDF 

Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE  

Em fevereiro de 2022, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 33,0%, superior em 8,6 p.p. ao valor registado em janeiro de 2022 (24,4%).

 

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 110,8 pontos em fevereiro de 2022, aumentando 2,7 pontos em relação ao mês precedente (108,1 pontos em janeiro de 2022).

 

36

Documento PDF  

Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro –  Banco de Portugal  

Em dezembro de 2021, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -202 587 milhões de euros (-95,9% do PIB), o que compara com -204 295 milhões em setembro de 2021 (-98,2% do PIB).

 

 

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 579 081 milhões de euros (278,5% do PIB) em setembro de 2021 para 577 888 milhões de euros (273,5% do PIB) em dezembro de 2021.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 408 553 milhões de euros (193,4% do PIB) em dezembro de 2021, o que compara com 413 350 milhões em setembro de 2021 (198,8% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 222 624 milhões de euros (107,1% do PIB) em setembro de 2021 para 222 383 milhões de euros (105,3% do PIB) em dezembro de 2021.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 172 278 milhões de euros (81,5% do PIB) em dezembro de 2021, o que compara com 174 449 milhões em setembro de 2021 (83,9% do PIB). 

 

32

 

Em dezembro de 2021, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 145,6% do PIB (307 618 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 5,5 p.p. face a setembro de 2021 (151,1%).

 

33

 

Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 111,9% em dezembro de 2021, o que compara com 113,1% em setembro de 2021. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB ascendeu, em dezembro de 2021, aos 115,7%, o que compara com 116,7% em setembro de 2021.

 

34

 

Documento PDF  

Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal

No 4.º trimestre de 2021, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa manteve-se em 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados), o mesmo valor do que no trimestre anterior.

 

 

As Sociedades não Financeiras aumentaram a sua Necessidade de financiamento para 2,4% do PIB (2,0% do PIB no 3.º trimestre de 2021). As Sociedades Financeiras e as Famílias diminuíram, em relação ao trimestre anterior, a sua capacidade financeira de 1,7% e 5,0% para 1,5% e 4,4% do PIB, respetivamente. As Administrações Públicas diminuíram a sua necessidade líquida de financiamento de 4,0% para 2,8% do PIB.

 

28

 

No 4.º trimestre de 2021, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 2,9% do PIB.

 

29

 

No 4.º trimestre de 2021, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 6,0% do PIB.

 

30

 

Documento PDF  

Emissões de Títulos de Dívida –  Banco de Portugal

Em fevereiro de 2022, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 2 563 milhões de euros, o que compara com um valor de 1 665 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -117 milhões de euros (-487 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de fevereiro de 2022, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 305 939 milhões de euros, diminuindo 1 663 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -3,0%. O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 34 044 milhões de euros, diminuindo 22 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 3,9%.

25

26

Documento PDF  

Estatísticas das Receitas Fiscais – INE  

Em 2021, a carga fiscal aumentou 7,1% em termos nominais, atingindo 75,6 mil milhões de euros, o que corresponde a 35,8% do PIB (35,3% no ano anterior).

A receita com impostos diretos subiu 2,2%, refletindo sobretudo a evolução da receita do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS), que cresceu 5,7%. As contribuições sociais efetivas tiveram um crescimento de 6,9%, refletindo, nomeadamente, o crescimento do emprego remunerado e a subida do salário mínimo. Tal como verificado em 2020, as medidas de proteção do emprego, das remunerações e da retoma progressiva de atividade, explicam também a evolução positiva da receita do IRS e das contribuições sociais. Pelo contrário, a receita do imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas (IRC) desceu 6,6%.

Os impostos indiretos, com um acréscimo de 10,6%, constituíram a componente que mais contribuiu para o aumento da receita fiscal. A receita com o imposto sobre o valor acrescentado subiu 13,4%, (redução de 10,6% em 2020), destacando-se ainda o crescimento da receita com o imposto sobre produtos petrolíferos e energéticos (7,7%). Registaram-se também acréscimos nas receitas com o imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis (+37,1%), com o imposto de selo (+10,4%) e com o imposto municipal sobre imóveis (+2,1%). Os impostos sobre o tabaco e o imposto sobre veículos apresentaram reduções de 0,1% e 3,0%, respetivamente.

23

Documento PDF