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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em fevereiro de 2022, variações homólogas de 2,9% e 3,8%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,6 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (2,3% no mês de janeiro de 2022), enquanto o Índice de Remunerações aumentou 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (3,7% em janeiro de 2022). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 7,4% em fevereiro de 2022, aumentando 5,1 p.p. face à registada em janeiro de 2022.

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em fevereiro de 2022, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de 23,2%, aumentando 4,5 p.p. em relação ao observado no mês de janeiro de 2022 (18,7% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 21,2% e 28,6%, após terem registado variações de 17,8% e 24,0% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 2,0% e 34,4%, após terem registado variações de -0,1% e 25,2% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram em fevereiro de 2022 uma variação homóloga de 23,8%, diminuindo 4,2 p.p. em comparação com o mês anterior (28,0%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 10,5 p.p. em termos homólogos (22,8% em fevereiro face aos 12,3% registados em janeiro).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE  

Em fevereiro de 2022, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 20,3% e 42,3%, respetivamente (22,6% e 38,0%, pela mesma ordem, em janeiro de 2022). Face a fevereiro de 2020, mês ainda não afetado pela pandemia, verificaram-se variações de 23,2% nas exportações e 26,3% nas importações. São de salientar os acréscimos observados nas exportações e importações de Fornecimentos industriais (30,8% e 44,2%; 38,8% e 47,9% face a 2020, respetivamente) e nas importações de Combustíveis e lubrificantes (133,5%; 97,8% face a 2020).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 17,5% e 31,6%, respetivamente (19,8% e 30,4%, pela mesma ordem, em janeiro de 2022). Face a fevereiro de 2020, verificaram-se acréscimos de 19,7% e 17,5%, pela mesma ordem.

O défice da balança comercial de bens aumentou 1.412 milhões de euros face ao mesmo mês de 2021 (+569 milhões de euros em relação a fevereiro de 2020), atingindo 2.154 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice situou-se em 1.276 milhões de euros, aumentando 807 milhões de euros relativamente a 2021 (102 milhões de euros face a fevereiro de 2020).

No trimestre terminado em fevereiro de 2022, as exportações de bens aumentaram 22,3% e as importações cresceram 38,9% em relação ao mesmo período de 2021 (21,0% e 36,6%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em janeiro de 2022). Comparando com o trimestre terminado em fevereiro de 2020, as exportações e as importações aumentaram 16,1% e 22,8%, respetivamente.

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(Gráficos: INE)

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Comércio a Retalho – Eurostat  

Em fevereiro de 2022, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,3% na Zona Euro e 0,3% na UE27, face ao mês anterior. Em janeiro de 2022, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,2% na Zona Euro e 0,5% na UE27.

Portugal registou um aumento de 2,3% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 3,2% em janeiro de 2022.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2022, os maiores aumentos foram registados na Eslovénia (8,0%), Países Baixos (4,0%) e Portugal (2,3%). As maiores diminuições ocorreram na Bélgica (-1,8%), Estónia (-1,7%) e Polónia (-1,6%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 5,0% na Zona Euro e 5,4% na UE27, em fevereiro de 2022.

Portugal registou um aumento homólogo de 15,9%, após ter registado um aumento homólogo de 10,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2022, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (21,7%), Eslováquia (16,5%) e Portugal (15,9%). As maiores reduções foram na Áustria (-5,9%), Bélgica (-5,1%), Chipre e Finlândia (ambos -2,0%).

 

 

(Gráfico: Eurostat)

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Indicador diário de atividade económica –  Banco de Portugal

Na semana terminada a 3 de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. 

Em 31 de março de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 8,9% (VH), que compara com 7,6% (VH) na semana anterior.

 

 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

Vendas de Veículos Automóveis –  ACAP   

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de março de 2022, foram matriculados 16 213 veículos, o que representa um aumento homólogo de 0,7%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 5,2% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de 5,3% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de -19,9%.

Entre janeiro e março de 2022 foram matriculados 42 476 veículos, o que representa um aumento homólogo de 8,1%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 5,6% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 12,0% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um decréscimo de 9,0% (VHA).

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Dívida Pública – Banco de Portugal

Segundo o Banco de Portugal, em fevereiro de 2022, a Dívida Pública situou-se em 274,8 mil milhões de euros, o que representa um aumento de 2,8 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 0,7 mil milhões de euros face ao mês homólogo. A instituição refere que este acréscimo refletiu, essencialmente, emissões de títulos de dívida no valor de 2,5 mil milhões de euros.

Em dezembro de 2021, a Dívida Pública foi de 127,4% do PIB, o que representa uma variação de -3,2 p.p. face ao trimestre anterior e de -7,8 p.p. face ao trimestre homólogo.

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