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Índice de Produção Industrial – Eurostat  

Em janeiro de 2022, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, permaneceu estável na Zona Euro e aumentou 0,4% na UE27, face ao mês anterior. Em dezembro de 2021, a produção industrial tinha registado variações de 1,3% na Zona Euro e 1,0% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 5,0% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 1,5% em dezembro de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2022, os maiores aumentos ocorreram na Áustria (6,2%), Chéquia (3,1%) e Polónia (3,0%). As maiores diminuições foram registadas na Estónia (-6,1%), Portugal (-5,0%) e Grécia (-4,1%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -1,3% na Zona Euro e 0,4% na UE27, em janeiro de 2022. Portugal registou uma diminuição de 4,2%, após ter registado um aumento de 0,2% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2022, as maiores subidas foram registadas na Lituânia (24,7%), Áustria (17,3%) e Polónia (16,6%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-20,0%), Portugal (-4,2%) e Malta (-3,8%).

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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Turismo na UE – Eurostat

Em 2021, os estabelecimentos hoteleiros em Portugal acolheram cerca de 42,6 milhões de dormidas, que se traduz num aumento de 41,1% face a 2020 e numa descida de 45,1% face a 2019.

Os estabelecimentos hoteleiros na União Europeia acolheram cerca de 1,8 mil milhões de dormidas em 2021, valor superior em 27,3% a 2020 e inferior a 37,4% face a 2019.

Face ao ano anterior, e para os Estados-membros para os quais há dados disponíveis, os maiores aumentos face a 2020, verificaram-se na Grécia (88,7%), Espanha (78,9%), Croácia (72,1%), Malta (56,8%) e Bulgária (47,2%). Em contraste, verificaram-se reduções na Letónia (-17,6%), Eslováquia (-16,1%) e Áustria (-15,7%).

 

(Tabela: Eurostat)

 

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(Gráfico: Eurostat)

 

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Atividade Turística – INE  

Em janeiro de 2022, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 2,0 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 185,9% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 1,1 milhões de dormidas (308,7%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 857,7 mil dormidas (104,5%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registou-se uma variação homóloga positiva no total de dormidas em todas as regiões do país, verificando-se na Madeira um aumento de 261,4%, no Algarve de 223,3% e em Lisboa de 190,2%.

 

 

Em janeiro de 2022, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 106,4 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 225,7%. Em termos regionais (NUTS II), no mesmo período, destacam-se as regiões do Algarve (281,3%), de Lisboa (255,6%) e da Madeira (253,9%) que apresentaram as maiores variações homólogas.

 

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE  

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) nos Serviços apresentaram, em janeiro de 2022, variações homólogas de 4,2%, 4,2% e 9,2%, respetivamente, o que compara com 3,8%, 3,9% e 6,5% registados no mês anterior.

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em janeiro de 2022, valores de 103,8 pontos, 110,3 pontos e 95,7 pontos, respetivamente, o que compara com 105,1 pontos, 134,2 pontos e 96,8 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

 

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE  

Em janeiro de 2022, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 25,3%, superior em 7,8 p.p. ao valor registado em dezembro de 2021 (17,5%).

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 108,8 pontos em janeiro de 2022, diminuindo 19,0 pontos em relação ao mês precedente (127,8 pontos em dezembro de 2021).

 

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

Em janeiro de 2022, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 22,2% e 37,5%, respetivamente (24,1% e 35,1%, pela mesma ordem, em dezembro de 2021). Face a janeiro de 2020, verificaram-se variações de 9,7% nas exportações e 13,3% nas importações. Destacam-se os acréscimos nas exportações e importações de Fornecimentos industriais (33,7% e 48,7%; 27,7% e 41,4% face a 2020, respetivamente) e nas importações de Combustíveis e lubrificantes (115,7%; 16,2% face a 2020).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 19,5% e 29,9%, respetivamente (24,1% e 28,8%, pela mesma ordem, em dezembro de 2021). Face a janeiro de 2020, verificaram-se acréscimos de 10,3% e 12,8%, pela mesma ordem.

O défice da balança comercial de bens aumentou 1041 milhões de euros face ao mês homólogo de 2021 (+389 milhões de euros em relação a janeiro de 2020), atingindo 1939 milhões de euros em janeiro de 2022. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice situou-se em 1310 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 652 milhões de euros face a 2021 (+254 milhões de euros face a janeiro de 2020).

(Gráfico: INE)

 

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(Gráfico: INE)

 

No trimestre terminado em janeiro de 2022, as exportações de bens aumentaram 20,8% e as importações cresceram 35,8% em relação ao mesmo período de 2021 (13,6% e 28,9%, pela mesma ordem, no 4.º trimestre de 2021). Comparando com o trimestre terminado em janeiro de 2020, as exportações e as importações aumentaram 13,6% e 20,0%, respetivamente.

Em janeiro de 2022 completaram-se 20 anos da entrada em circulação das notas e moedas do Euro. Ao longo do período 2002-2021, verificou-se uma perda de importância relativa das transações de Portugal com os países da Zona Euro, mais relevante nas importações que nas exportações. Na primeira metade deste período (2002-2011), tanto as exportações como as importações portuguesas cresceram mais para os países fora da Zona Euro, tendo-se verificado exatamente o contrário nos anos mais recentes.

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

O Índice de Vendas de Cimento registou, em fevereiro de 2022, uma variação homóloga de 22,5%, o que se traduz num aumento de 8,7 p.p. face à do mês precedente (13,8%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 56,7 pontos, o que compara com 50,3 pontos no mês anterior e 46,3 pontos em fevereiro de 2021.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 6 de março, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. A correspondente taxa de variação trienal estabilizou no mesmo período. Em 3 de março de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 14,5% (VH), que compara com 10,0% (VH) na semana anterior.

 

 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa trienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para três anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021 e 2022, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020 e 2021.

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

Em janeiro de 2022, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,0% e 6,6%, respetivamente. No mês de dezembro de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de 1,7% e 6,0%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 1,8% no Índice de Emprego e de 7,5% no Índice de Remunerações.

 

 

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em janeiro de 2022, um valor de 104,0 pontos, aumentando 0,5 pontos relativamente ao mês precedente (103,5 pontos em dezembro de 2021). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 105,1 pontos em janeiro de 2022, diminuindo 25,7 pontos em relação ao mês anterior (130,8 pontos em dezembro de 2021).

 

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas  – INE

Em janeiro de 2022, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 3,3%, superior em 0,7 p.p. ao valor verificado no mês anterior (2,6%).

O contributo mais intenso para a variação total do índice foi o da componente Engenharia Civil (1,9 p.p.) que apresentou, em janeiro de 2022, uma variação homóloga de 4,7% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade). A componente Construção de Edifícios apresentou uma variação homóloga de 2,3% (mm3m, corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade), contribuindo com 1,4 p.p. para a variação do índice agregado.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,5 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 3,3% (2,8% em dezembro de 2021).

 

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 103,9 pontos em janeiro de 2022, aumentando 0,1 pontos em relação ao mês precedente (103,8 pontos em dezembro de 2021). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 102,3 pontos em dezembro de 2021 para 101,6 em janeiro de 2022 e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 105,9 pontos em dezembro de 2021 para 107,3 pontos em janeiro de 2022.

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