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Índice de Preços no Consumidor – INE

Em fevereiro de 2022, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 4,2%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,9 p.p. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 3,2%, superior em 0,8 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,4%, o que compara com uma variação de 0,3% no mês anterior e de -0,5% em fevereiro de 2021.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 1,8% (1,5% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 1,1%, superior em 0,2 p.p. à registada no mês anterior.

 

 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 4,4%, aumentado 1,0 p.p. em relação ao verificado no mês anterior.

De acordo com a informação disponível relativa a fevereiro de 2022, tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 1,4 p.p. à da área do Euro (em janeiro, a diferença entre as duas taxas foi de 1,7 p.p.). Esta diferença tem-se reduzido desde novembro de 2021, quando se situava em 2,3 p.p. Portugal é atualmente o país da área do Euro com a quarta menor taxa de variação homóloga do IHPC. Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 3,4% em fevereiro, superior à taxa correspondente para a área do Euro que se fixou em 2,9%.

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

TE 93 – Acesso ao financiamento das PME portuguesas desde a crise financeira global

Este Tema Económico apresenta uma análise da capacidade de acesso ao financiamento das PME portuguesas no contexto das suas congéneres da Zona Euro e das políticas públicas implementadas desde a crise financeira global, no sentido de mitigar as dificuldades com que as empresas desta dimensão se depararam neste período. Tem como objetivo contextualizar, no espaço e no tempo, os constrangimentos que enfrentam, identificando desafios a considerar no desenho e implementação de medidas de política pública dirigidas às empresas em Portugal.

 

TE 93 – Acesso ao financiamento das PME_mar2022.pdf

 

 

Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

Em janeiro de 2022, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 1 665 milhões de euros, o que compara com um valor de -643 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -487 milhões de euros (3 milhões de euros registados no mês anterior).

 

 

No final de janeiro de 2022, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 307 602 milhões de euros, diminuindo 884 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -1,8%. O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 34 066 milhões de euros, diminuindo 494 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 8,6%.

 

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em janeiro de 2022, variações homólogas de 2,6% e 3,9%, respetivamente. O crescimento do Índice de Emprego registou um aumento de 0,4 p.p., face à variação homóloga registada no mês precedente (2,2% no mês de dezembro de 2021), enquanto o do Índice de Remunerações diminuiu 2,9 p.p. em relação à do mês anterior (6,8% em dezembro de 2021). O Índice de Horas Trabalhadas (dados brutos) na Indústria registou uma variação homóloga de 2,2% em janeiro de 2022, diminuindo 2,1 p.p. face à registada em dezembro de 2021.

 

 

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

Em janeiro de 2022, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total (dados brutos) registou uma variação homóloga (VH) de 18,8%, aumentando 0,5 p.p. em relação à observada no mês de dezembro de 2021 (18,3% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 18,1% e 24,2%, após terem registado variações de 11,0% e 28,6% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -0,6% e 25,2%, após terem registado variações de 19,5% e 12,7% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram em janeiro de 2022 uma variação homóloga de 27,9%, diminuindo 2,3 p.p. em comparação com a do mês anterior (30,2%, VH). No mercado nacional, o crescimento do índice aumentou 1,2 p.p. em termos homólogos (12,5% em janeiro de 2022 face aos 11,3% registados em dezembro de 2021).

 

 

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Contas Nacionais Trimestrais – 2.ª Publicação – Eurostat

De acordo com o Eurostat, no 4.º trimestre de 2021, Portugal registou uma variação do PIB de 5,8% em relação ao trimestre homólogo (4,4% no trimestre anterior) e uma variação de 1,6% em relação ao trimestre anterior (2,8% no 3.º trimestre de 2021).

No 4.º trimestre, o PIB registou uma variação homóloga de 4,6% na ZE19 (4,0% no 3.º trimestre de 2021) e 4,8% na UE27 (4,2% no 3.º trimestre de 2021). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 0,3% na ZE19 (2,3% no 3.º trimestre de 2021) e uma variação de 0,4% na UE27 (2,2% no 3.º trimestre de 2021).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao trimestre anterior da Eslovénia (5,4%), Malta (2,3%), Espanha e Hungria (ambos 2,0%). Registaram-se diminuições do PIB na Irlanda (-5,4), Áustria (-1,5%), Alemanha (-0,3%), Croácia, Letónia e Roménia (todos -0,1%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Eslovénia (10,5%), Malta e Irlanda (ambos 10,0%) e Croácia (9,9%). Não se registaram diminuições do PIB em relação ao período homólogo.

Nos EUA, no 4.º trimestre de 2021, o PIB aumentou 5,6% em termos homólogos (4,9% no trimestre anterior) e registou uma variação de 1,7% em comparação com o trimestre anterior (0,6% no 3.º trimestre de 2021).

 

 

(Gráfico: Eurostat)

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TE 91 – Comércio internacional de mercadorias de Portugal com a Federação Russa – 2017 a 2021

Nota introdutória

A Federação Russa ocupou em 2020 e 2021 a 16ª e a 13ª posição entre os mercados de origem das importações portuguesas de mercadorias, respectivamente com 0,8% e 1,3% do Total. Entre os mercados de destino das nossas exportações ocupou o 36º lugar em 2020, com 0,3%, e o 39º em 2021, também com 0,3%.

 

TE 91 – Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com a Federação Russa 2017 a 2021.pdf

TE 92 – Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com a Ucrânia 2017 a 2021

Nota introdutória

A Ucrânia ocupou em 2020 e 2021 a 35ª e a 30ª posição entre os mercados de origem das importações portuguesas de mercadorias, respectivamente com 0,3% e 0,4% do Total. Entre os mercados de destino das nossas exportações, a Ucrânia ocupou o 70º lugar, com 0,1% nos dois anos.

 

TE 92 – Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com a Ucrânia 2017 a 2021.pdf

Comércio a Retalho – Eurostat  

Em janeiro de 2022, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,2% na Zona Euro e 0,6% na UE27, face ao mês anterior. Em dezembro de 2021, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de -2,7% na Zona Euro e -2,6% na UE27. Portugal registou uma diminuição de 2,8% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 2,3% em dezembro de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2022, os maiores aumentos foram registados na Polónia (5,9%), Luxemburgo (4,2%) e Dinamarca (3,7%). As maiores diminuições ocorreram na Eslovénia (-4,6%), Portugal (-2,8%) e Lituânia (-2,5%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 7,8% na Zona Euro e 8,3% na UE27, em janeiro de 2022. Portugal registou um aumento homólogo de 10,8%, após ter registado um aumento homólogo de 6,4% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para janeiro de 2022, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (32,3%), Polónia (19,5%) e Lituânia (18,2%). O único decréscimo foi registado na Finlândia (-2,4%).

 

(Gráfico: Eurostat)

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