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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

A população empregada, em janeiro de 2022, foi estimada em 4 875,5 mil pessoas, diminuindo 0,4% face ao mês anterior (-17,8 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 63,6%, tendo diminuído 0,1 p.p. face ao mês anterior (revista em alta de 63,3% para 63,7%).

A população desempregada, estimada em 308,6 mil pessoas, aumentou 1,9% em relação ao valor registado para o mês anterior (5,9 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,0%, tendo aumentado 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 5,9% para 5,8%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 21,1%, tendo aumentado 0,6 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 21,1% para 20,5%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,0% e aumentou 0,2 p.p. em relação ao mês anterior.

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Em janeiro de 2022, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 63,3% (63,5% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,2% (6,0% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Pilar de Competitividade: Inovação, I&D e Empreendedorismo

No âmbito das atividades desenvolvidas pelo GEE na área de Inovação, I&D e Empreendedorismo, divulgamos hoje o seguinte conjunto de três trabalhos:
• Edição de 2021 da Ficha de Competitividade, com análise gráfica dos principais indicadores, bem como síntese das medidas de política pública;
• 1.ª edição do Painel das atividades de Inovação e I&D, com foco nas empresas;
• 1.ª edição da Base de dados para sistematização de indicadores.

 

Ficha de Competitividade sobre Inovação, I&D e Empreendedorismo

A globalização dos mercados, associada a um elevado ritmo de mudança tecnológica, exige às empresas uma adaptação rápida por forma a manterem a sua competitividade no contexto macroeconómico em que se inserem. A competitividade, por sua vez, pressupõe que as empresas sejam eficientes e gerem resultados, iguais ou superiores aos dos concorrentes, na satisfação das necessidades e expetativas dos seus clientes e de outros agentes económicos. Assim, uma resposta eficaz à volatilidade do mercado é determinante para a sobrevivência das empresas e exige, cada vez mais, que sejam inovadoras tanto na criação e desenvolvimento, como na produção e colocação no mercado de produtos e/ou serviços, novos ou melhorados, o que requer, a priori, Investigação e Desenvolvimento (I&D), nas diferentes vertentes da sua atividade. Por outro lado, a capacidade das empresas para inovar por si só não basta, sendo de igual modo imprescindível estas apresentarem um perfil empreendedor para transformar as inovações em negócios rentáveis.

O ano de 2021, à semelhança do ano anterior, foi marcado pela pandemia de Covid-19 e os seus múltiplos efeitos, designadamente ao nível da atividade económica. Um desses efeitos foi o incremento da utilização de algumas ferramentas digitais (por exemplo, as relativas ao comércio online, ao teletrabalho e às plataformas de interação coletiva). No entanto, a disponibilização de informação estatística pelas instituições competentes apresenta um desfasamento temporal face às ocorrências que relata. Por essa razão, esta Ficha não reflete, senão muito pontualmente, os efeitos da pandemia nas atividades em análise e optou-se por manter a estrutura da edição anual anterior, organizando-se em três capítulos – (1) Inovação e I&D; (2) Economia Digital; e (3) Empreendedorismo – que visam dar conta das principais dinâmicas e políticas públicas nestas áreas.

GEE_FC_Inovacao_ID_Empreendedorismo.pdf

 

Painel das Atividades de Inovação e I&D nas Empresas

Esta publicação apresenta uma seleção de indicadores sobre atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e de Inovação, realizadas em Portugal pelo Setor Empresarial, incluindo referência às principais políticas públicas e informação conceptual. Uma das grandes prioridades das políticas públicas em Portugal tem sido aumentar a competitividade e a resiliência da economia portuguesa, com base na incorporação de conhecimento, através da I&D e da inovação, na diversificação e na especialização da estrutura produtiva. Neste âmbito, este painel apresenta uma seleção de políticas públicas implementadas em 2020/2021.

GEE_Painel_Inovação e ID_Empresas.pdf

 

Base de Dados de informação sobre Inovação, I&D e Empreendedorismo

Em três ficheiros em formato “excel”, esta Base de Dados inclui dados sobre Inovação nas Empresas, Despesa e Recursos Humanos em atividades de I&D nas Empresas, Demografia das Empresas, Empresas de elevado Crescimento e Principais Indicadores Económicos das Empresas em Portugal. A informação disponibilizada inclui ainda referência aos principais conceitos subjacentes.

GEE_BD_Inovacao.xlsx

GEE_BD_ID.xlsx

GEE_BD_Empreendedorismo.xlsx

Atividade turística – estimativa rápida – INE

Em janeiro de 2022, o sector do alojamento turístico registou 2,0 milhões de dormidas, correspondendo a um aumento homólogo de 185,9% (169,7% em dezembro, pela mesma ordem). Este valor foi inferior ao de janeiro de 2020, tendo diminuído o número de dormidas em -38,8%.

Em janeiro, os residentes contribuíram com 857,7 mil dormidas e os não residentes totalizaram 1,1 milhões. Face a janeiro de 2021, registaram-se diminuições quer nas dormidas de residentes (-20,1%), quer nas de não residentes (-47,9%).

Em janeiro, 41,0% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (37,0% em dezembro).

 

 

(Gráfico: INE)

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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho – INE

Em janeiro de 2022, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 10,4%, superior em 3,0 p.p. à observada em dezembro de 2021 (7,4%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de 0,4% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 19,8%, valores que comparam com 6,7% e 8,0% no mês anterior, respetivamente.

 

 

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC –  INE

O INE estima que, em fevereiro de 2022, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 4,2% (o valor observado em janeiro de 2022 foi 3,3%).

A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 3,2% (2,4% em janeiro de 2022). Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 14,9% (12,1% no mês precedente), enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 3,8% (3,4% em janeiro).

A variação mensal do IPC terá sido 0,4% (variação de 0,3% em janeiro de 2022 e -0,5% em fevereiro de 2021).

A variação média dos últimos doze meses de 1,8% (1,5% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 4,4% (3,4% no mês anterior).

 

 

(Gráfico: INE)

 

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Contas Nacionais Trimestrais – INE

No conjunto do ano de 2021, o PIB aumentou 4,9% o que compara com uma redução de 8,4% em 2020. Em 2021, as Exportações aumentaram 13,0% em volume e as Importações aumentaram 12,8% face ao ano anterior. O contributo das exportações para o crescimento do PIB foi 5,0 p.p. e o das Importações foi -5,2 p.p. (-8,1 p.p. e 5,2 p.p. em 2020, respetivamente).

Segundo o INE, no 4.º trimestre de 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 5,8% em volume face ao período homólogo e 1,6% em relação ao trimestre anterior (4,4% e 2,8%, respetivamente no trimestre anterior). As Exportações aumentaram 15,8% (VH) em volume e as Importações aumentaram 12,8% (VH). O contributo das exportações para o crescimento do PIB foi 6,3 p.p. e o das Importações foi -5,5 p.p. no 4º trimestre de 2021 (4,6 p.p. e -4,9 p.p. no 3º trimestre de 2021, respetivamente).

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No 4.º trimestre de 2021, o défice externo de bens e serviços fixou-se em 3,2% do PIB, o que compara com -2,7% no trimestre anterior e -2,1% no trimestre homólogo.

No 4.º trimestre de 2021, analisando a evolução homóloga do VAB dos sectores de atividade e ao seu contributo para a variação do PIB, verifica-se que o sector registou o maior contributo foi o do Comércio, Reparação de Veículos, Alojamento e Restauração que apresentou um crescimento homólogo de 12,1%, contribuindo com 1,8 p.p. para a variação homóloga do PIB.

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A produtividade real do trabalho registou uma variação homóloga de 3,9%, enquanto o Emprego aumentou 1,9% em relação ao trimestre homólogo.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em fevereiro de 2022, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 109,1 pontos, o que compara com o valor de 105,4 pontos verificado em janeiro de 2022.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -1,9 para 0,0 pontos), Serviços (de 3,5 para 8,7), Construção (de -4,1 para -5,5), tendo o Comércio a Retalho mantido o valor registado no mês anterior (2,8). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -17,4 para -14,0.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 1,2 pontos na União Europeia (de 111,6 pontos em janeiro para 112,8 pontos em fevereiro), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 1,3 pontos (de 112,7 pontos em janeiro para 114,0 pontos em fevereiro).

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em fevereiro de 2022, o Indicador de Clima Económico aumentou de 1,9 para 2,5 (%, vcs).

 

Entre janeiro e fevereiro de 2022, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 3,0 para 9,7 e o do Comércio diminuiu de 4,7 para 3,3. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -1,6 para 0,6 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de -3,0 para -3,7. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -14,5 (sre, ve) em fevereiro de 2022 (-17,7 em janeiro de 2022).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em janeiro de 2022, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 75,9 mil milhões de euros, aumentando 246 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 4,6% (4,2% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 125,4 mil milhões de euros, registando uma TVA de 4,1% (3,9% no mês anterior).

 

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 4,5%, aumentando 0,1 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 3,3%, aumentando 0,9 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 1,7%, aumentando 0,3 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em janeiro de 2022 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 1,75% (1,73% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,30% para 2,35%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares manteve-se em 1,39% (1,39% no mês precedente).

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