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Índice de Custo do Trabalho – INE

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No 4.º trimestre de 2021, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 2,4% (3,9% no 3.º trimestre de 2021). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 2,5% e os outros custos aumentaram 2,3%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um decréscimo homólogo do ICT, de 0,7%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as atividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de 8,0%.

No conjunto do ano de 2021, o ICT aumentou 2,5%, devido a acréscimos de 1,9% nos custos salariais e de 4,7% nos outros custos do trabalho. No ano anterior, o ICT tinha registado um aumento de 8,6% (a que corresponderam acréscimos de 9,2% e de 6,2% dos custos salariais e dos outros custos, respetivamente). Em 2021, o ICT registou um acréscimo anual de 2,8% nas atividades das secções B a N e um acréscimo de 1,8% nas atividades das secções O a S.

(Gráfico: INE)

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Pilar de Competitividade: Capacitação de Recursos Humanos e Mercado de Trabalho

O mercado de trabalho e os recursos humanos existentes numa economia são determinantes para o seu nível de desempenho e de produtividade. A presente Ficha de Competitividade apresenta uma síntese dos principais indicadores e políticas dentro de cinco drivers (linhas orientadoras): (i) Capacitação dos Recursos Humanos, (ii) Remunerações, (iii) Mercado de trabalho, (iv) Emprego e Desemprego e (iv) Políticas de Emprego. Embora diversos indicadores já reflitam o impacto da pandemia da Covid-19, permitindo observar as primeiras alterações entre a situação de pré-pandemia e a situação de pandemia, em alguns indicadores apenas nas próximas edições do presente documento poderemos observar o impacto verificado. No âmbito das políticas públicas, salienta-se a referência a áreas consideradas prioritárias.

 

GEE_FC_MercadoTrabalhoCapacitacaoRH.pdf

 

 

Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

64

Em dezembro de 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 1,9% e 6,5%, respetivamente. No mês de novembro de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de 1,8% e 9,7%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 1,6% no Índice de Emprego e de 7,1% no Índice de Remunerações.

No conjunto do ano 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção registaram aumentos de 1,6% e 7,1%, respetivamente (decréscimos de 0,4% e 1,0% em 2020).

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em dezembro de 2021, um valor de 103,7 pontos, diminuindo 0,6 pontos relativamente ao mês precedente (104,3 pontos em novembro de 2021). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 131,3 pontos em dezembro de 2021, aumentando 0,5 pontos em relação ao mês anterior (130,8 pontos em novembro de 2021).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas  – INE

62

Em dezembro de 2021, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 2,9%, superior em 0,4 p.p. ao valor verificado no mês anterior (2,5%). A Construção de Edifícios aumentou 2,4% (2,0% em novembro) e a Engenharia Civil acelerou 0,3 pontos percentuais (p.p.), para uma taxa de variação de 3,6%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,5 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 2,9% (2,4% em novembro de 2021).

No conjunto do ano 2021, a Produção na Construção cresceu 2,9%, após a contração de 3,3% em 2020.

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 104,5 pontos em dezembro de 2021, diminuindo 0,8 pontos em relação ao mês precedente (105,3 pontos em novembro de 2021). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 104,6 pontos em novembro para 103,2 em dezembro e na componente Engenharia Civil o índice manteve-se nos 106,4 pontos.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

60

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em dezembro de 2021, variações homólogas de 3,9%, 4,3% e 6,5%, respetivamente, o que compara com 3,1%, 4,4% e 2,7% registados no mês anterior.

No conjunto do ano de 2021, os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas (dados brutos) registaram taxas de variação média anual de -1,6%, 2,2% e 0,1%, respetivamente (-5,8%, -4,7% e -12,8% em 2020).

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em dezembro de 2021, valores de 105,1 pontos, 134,6 pontos e 96,8 pontos, respetivamente, o que compara com 105,6 pontos, 147,3 pontos e 99,8 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE  

58

Em dezembro de 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços (dados brutos) apresentou uma taxa de variação homóloga de 17,6%, inferior em 5,0 p.p. ao valor registado em novembro de 2021 (22,6%).

No conjunto do ano 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços aumentou 10,5%, após a redução de 15,7% registada em 2020.

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 127,9 pontos em dezembro de 2021, aumentando 3,4 pontos em relação ao mês precedente (124,5 pontos em novembro de 2021).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

56

Na semana terminada a 6 de fevereiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. A correspondente taxa de variação bienal recuperou no mesmo período. Em 3 de fevereiro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou 8,8% (VH), que compara com 7,5% (VH) na semana anterior.

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

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European Economic Forecast Winter (interim) – Comissão Europeia

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Segundo as Previsões Económicas de Inverno (Winter European Economic Forecast – interim), a Comissão Europeia prevê para Portugal um crescimento real do PIB de 5,5% em 2022 (revisão em alta em 0,2 p.p. face às previsões de outono) e de 2,6% em 2023 (revisão em alta em 0,2 p.p. face às previsões de outono).

A Comissão Europeia prevê ainda um crescimento real do PIB de 4,0% em 2022 e de 2,7% em 2023 para a Zona Euro (revisão em baixa, face às previsões de outono, em 0,3 p.p. para 2022 e em alta em 0,3 p.p. para 2023). Para a União Europeia, a Comissão prevê um crescimento real do PIB de 4,0% em 2022 e de 2,8% em 2023 (4,3% e 2,5% para 2022 e para 2023, respetivamente, nas previsões de outono).

(Tabela: Comissão Europeia)

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Remuneração bruta mensal por trabalhador – INE

54

De acordo com o INE, no 4.º trimestre de 2021, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 1,9%, em relação ao mesmo período de 2020, para 1 507 Euros.

A componente regular daquela remuneração, assim como a remuneração base, aumentaram 2,3%, atingindo, respetivamente, 1 103 e 1 036 Euros. Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, as diminuições das remunerações médias por trabalhador (total e regular) foram de -0,5% e -0,1%, respetivamente, e a remuneração base manteve-se inalterada. Estes resultados dizem respeito a cerca 4,3 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

Em 2021, a remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou, em relação a 2020, 3,4%, para 1 361 Euros, a sua componente regular aumentou 3,1%, para 1 106 Euros, e a remuneração base aumentou 3,0%, para 1 039 Euros. As variações em termos reais foram inferiores às variações nominais: 2,1%, 1,8% e 1,7%, respetivamente.

(Gráfico: INE)

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Índice de Preços no Consumidor – INE  

52

Em janeiro de 2022, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 3,3%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,6 p.p., registando a taxa mais elevada desde fevereiro de 2012. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 2,4%, superior em 0,6 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,3%, o que compara com uma variação nula no mês anterior e de -0,3% em janeiro de 2021.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 1,5% (1,3% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 0,9%, aumentado 0,1 p.p. face ao mês anterior.

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 3,4%, aumentando 0,6 p.p. em relação ao verificado no mês anterior.

De acordo com a informação disponível relativa a janeiro de 2022, tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 1,7 p.p. à da área do Euro (em dezembro, a diferença entre as duas taxas foi de 2,2 p.p.). É importante salientar que este diferencial de inflação está em grande medida associado ao diferente comportamento do índice relativo aos bens energéticos entre Portugal e a generalidade dos países da União Europeia, destacando-se em particular o caso da eletricidade. Com efeito, a taxa de variação homóloga do IHPC excluindo produtos energéticos e bens alimentares não transformados em Portugal aumentou para 2,5% em janeiro (1,9% no mês anterior), o que terá coincidido com a da área do Euro para o mesmo indicador, algo que não sucedia desde outubro de 2018.

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(Gráfico: INE)

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