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GEE
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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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Indicador Compósito Avançado – OCDE

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Em janeiro de 2022, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de 0,10% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de 4,68%. Este indicador registou, em janeiro de 2022, um valor de 100,79 pontos. Estes valores indicam uma fase de crescimento da atividade económica.

O indicador foi concebido para detetar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

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(Gráfico: OCDE)

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de -0,07%, assim como a Zona Euro. Também a Alemanha e os EUA apresentam uma variação mensal no CLI de -0,07%.

Em termos homólogos, a variação foi de 1,04% para a OCDE, 2,08% para a Zona Euro, 1,33% para a Alemanha e 0,31% para os EUA.

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(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

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Vendas de Cimento – Banco de Portugal

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O Índice de Vendas de Cimento registou, em janeiro de 2022, uma variação homóloga de 13,8%, o que se traduz num aumento de 1,1 p.p. face ao mês precedente (12,7%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 50,3 pontos, o que compara com 46,0 pontos no mês anterior e 44,2 pontos em janeiro de 2021.

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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

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Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em dezembro de 2021, variações homólogas de 2,4% e 6,3%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,3 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (2,1% em novembro), enquanto o Índice de Remunerações aumentou 0,4 p.p. em relação ao mês anterior (5,9% em novembro). O Índice de Horas Trabalhadas na Indústria registou uma variação homóloga de 4,8% em dezembro de 2021, aumentando 1,0 p.p. face à registada em novembro de 2021.

As variações médias anuais do emprego, das remunerações e das horas trabalhadas1 fixaram-se em 0,2%, 4,9% e 3,4% (-2,5%, -0,4% e -8,2% em 2020, pela mesma ordem).

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Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

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Em dezembro de 2021, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total registou uma variação homóloga (VH) de 18,3%, aumentando 1,4 p.p. em relação ao observado no mês de novembro de 2021 (16,9% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 11,0% e 28,5%, após terem registado variações de 14,5% e 26,4% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 19,4% e 12,6%, após terem registado variações de 8,6% e 11,7% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em dezembro de 2021, uma variação homóloga de 30,2%, aumentando 5,6 p.p. em comparação com o mês anterior (24,6%, VH). No mercado nacional, o índice manteve-se em termos homólogos (11,2%).

A variação média do índice situou-se em 15,0% em 2021 (-10,7% em 2020). Também este resultado reflete o forte aumento dos preços na indústria, que cresceram 8,8% no ano (diminuição de 4,2% em 2020).

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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

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No conjunto do ano de 2021 as exportações e as importações de bens aumentaram 18,1% e 21,1%, respetivamente (-10,3% e -14,8% em 2020, pela mesma ordem), tendo o défice da balança comercial de bens aumentado 4 653 milhões de euros para 19 041 milhões de euros. Relativamente ao mesmo período de 2019, quando o défice atingiu 20 074 milhões, as exportações aumentaram 6,0% e as importações cresceram 3,2%, salientando-se em ambos os fluxos o acréscimo nos Fornecimentos industriais (14,1% e 23,5%; 26,8% e 35,8% face a 2020, respetivamente) e o decréscimo no Material de transporte (-10,1% e -30,9%; 8,6% e 3,5% face a 2020, pela mesma ordem).

No 4.º trimestre de 2021, as exportações de bens registaram um aumento de 13,2% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 28,7% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 3274,8 milhões de euros no período analisado.

Em dezembro de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 23,4% e 34,7%, respetivamente (16,2% e 34,4%, pela mesma ordem, em novembro de 2021). Face a dezembro de 2019, verificaram-se variações de 14,5% nas exportações e 27,7% nas importações. Destacam-se os acréscimos nas exportações e importações de Fornecimentos industriais (35,3% e 49,6%; 41,0% e 58,6% face a 2019, respetivamente) e nas importações de Combustíveis e lubrificantes (111,8%; 40,0% face a 2019).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em dezembro de 2021, as exportações aumentaram 23,6% e as importações cresceram 28,1% face a dezembro de 2020 (respetivamente 16,5% e 25,7% em novembro de 2021). Em comparação com dezembro de 2019, as exportações aumentaram 19,7% e as importações cresceram 26,1%.

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41No 4.º trimestre de 2021, a taxa de cobertura total foi de 71,7%, correspondendo a um decréscimo de 9,8 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 71,2%, no Comércio Extracomunitário foi de 73,0% e na Zona Euro foi de 69,9%.

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Em dezembro de 2021, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2 430,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Máquinas com um valor de -707,2 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 813,6 milhões de euros.

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Estatísticas do Emprego – INE

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No 4.º trimestre de 2021, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 6,3%, superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao registado no trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 330,6 mil indivíduos, registando um aumento de 3,7% face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 4 879,0 mil indivíduos, mantendo-se praticamente inalterada em relação ao trimestre anterior.

Em 2021, a média anual da população empregada foi 4 812,3 mil pessoas e aumentou 2,7% (128,6 mil) em relação ao ano anterior. A população desempregada, estimada em 338,8 mil pessoas, diminuiu 3,4% (12,0 mil) em relação a 2020. A taxa de desemprego foi 6,6% tendo diminuído em relação a 2020 (0,4 p.p.).

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Segundo a dimensão regional, no 4.º trimestre de 2021, a taxa de desemprego foi superior à média nacional em cinco regiões do país (Região Autónoma dos Açores: 8,2%; Algarve: 6,9%; Área Metropolitana de Lisboa: 6,7%; Região Autónoma da Madeira: 6,6%; Norte: 6,5%) e inferior nas restantes duas regiões – Centro e Alentejo (5,5%, em ambas).

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

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Em dezembro de 2021, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -643 milhões de euros, o que compara com um valor de -893 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 3 milhões de euros (-106 milhões de euros registados no mês anterior).

Segundo o Banco de Portugal, no conjunto do ano de 2021, as emissões de títulos de dívida excederam as amortizações em 1,0 mil milhões de euros.

 

 

No final de dezembro de 2021, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 308 486 milhões de euros, diminuindo 2 842 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -1,9%. O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 34 561 milhões de euros, aumentando 21 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 8,1%.

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Comércio a Retalho – Eurostat

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Em dezembro de 2021, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 3,0% na Zona Euro e 2,8% na UE27, face ao mês anterior. Em novembro de 2021, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 1,0% na Zona Euro e 0,9% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 2,3% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 3,1% em novembro de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2021, os maiores aumentos foram registados em Letónia (7,2%), Eslovénia (2,1%), Bulgária e Hungria (ambos 1,0%). As maiores diminuições ocorreram na Países Baixos (-9,2%), Espanha (-5,7%) e Alemanha (-5,5%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 2,0% na Zona Euro e 2,6% na UE27, em dezembro de 2021.

Portugal registou um aumento homólogo de 6,3%, após ter registado um aumento homólogo de 10,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para dezembro de 2021, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (44,1%), Lituânia (16,2%) e Estónia (12,6%). As maiores reduções foram na Irlanda (-3,2%), Espanha e Finlândia (ambos -3,0%).

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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Transportes

No âmbito da sua missão de realizar estudos e de recolher e divulgar informação, o GEE divulga hoje os seguintes documentos sobre o sector dos Transportes:

Transporte Internacional de Passageiros, em Portugal (2017 a 2019)
Neste relatório apresentam-se os fluxos de passageiros de e para Portugal Continental, no período de 2017 a 2019. A análise dos fluxos de passageiros é feita por modo de transporte e permite aferir as tendências dos últimos três anos.
[link para o documento na secção de Transportes]

Os Transportes e as relações Comerciais entre as Regiões de Portugal Continental e a União Europeia (2018 a 2020)
O presente relatório analisa os fluxos comerciais intra-UE e as regiões de Portugal Continental, no período de 2018 a 2020. A determinação do volume de exportações e importações regionais, e da dimensão do comércio regional, são elementos fundamentais na caracterização da economia de uma região, descrevendo a sua especialização, e estabelecendo o grau de dependência da economia regional em relação aos restantes países da UE.

O transporte internacional de passageiros, em Portugal – 2017-2019.pdf

Os transportes e as relações comerciais entre as regiões de Portugal continental e a União Europeia – 2018-2020.pdf