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Inflação – IHPC – Eurostat

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Em dezembro de 2021, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 2,8%, superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de 0,0% entre novembro e dezembro de 2021.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 5,0%, aumentando 0,1 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 5,3% (VH) em dezembro de 2021, aumentando em 0,1 p.p. face ao valor de novembro. A variação mensal do índice situou-se em 0,4% e 0,5% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 0,9% para Portugal, de 2,6% para a Zona Euro e 2,9% para a UE27.

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Estatísticas de Emprego – IEFP

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Durante o mês de dezembro de 2021, inscreveram-se nos Centros de Emprego 39 474 pessoas, o que representa uma variação mensal de -16,3% e uma variação homóloga de -13,7%. Durante este mês, foram efetuadas 6 270 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 17,7% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 35,4%.

No final do mês de dezembro de 2021, estavam inscritos nos Centros de Emprego 347 959 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 0,6% (2 075 pessoas) e a uma variação homóloga de -13,5% (-54 295 pessoas).

(Tabela: IEFP)

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(Gráfico: IEFP)

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-28,0%), o Algarve (-21,5%) e o Centro (-15,7%).

Comparativamente ao mês anterior, as maiores subidas no desemprego registaram-se na região do Algarve (10,4%) e Alentejo (3,2%) e a maior descida registou-se na Madeira (-3,7%).

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(Gráfico: IEFP)

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

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Na semana terminada a 16 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. A correspondente taxa de variação bienal também permaneceu relativamente inalterada no mesmo período. Em 6 de janeiro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -6,8% (VH), que compara com -6,7% (VH) na semana anterior. 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

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Em novembro de 2021, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 766,9 mil milhões de euros, dos quais 344,9 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 422,0 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 274,6 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 147,5 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 0,5 mil milhões de euros, fruto de um decréscimo de 0,5 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,0 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Relativamente a novembro de 2020, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 17,6 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 6,6 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 11,0 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Ao nível do Sector Privado, observou-se a aumento do endividamento das Empresas em 6,6 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 4,3 mil milhões de euros.

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Em novembro de 2021, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 2,65%, mais 0,3 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares manteve-se em 3,3%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

Investimento Direto – Banco de Portugal

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Em novembro de 2021, o investimento direto em empresas em Portugal registou transações de 982 milhões de euros (597 milhões de euros no mês anterior). O investimento direto de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 212 milhões de euros (-218 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Direto (transações), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -770 milhões de euros, aumentando 44 milhões de euros face ao mês anterior.

De janeiro a novembro de 2021, as transações acumuladas do Investimento Direto em empresas em Portugal foram de 6 203 milhões de euros, que compara com 3 690 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indireto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os ativos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

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Em novembro de 2021, a Balança Financeira registou um saldo de -567 milhões de euros, diminuindo 1 007 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

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Em novembro de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 26,5% e de 33,9%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 15,4% para as exportações e de 19,8% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 91,1%. Ainda em novembro de 2021, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 16,5% e de 32,6%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 58,2% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 40,5%.

De janeiro a novembro de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 18,0% e de 19,5%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 94,9%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 18,8% e de 19,9%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 16,1% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 17,3%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

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Em novembro de 2021, as Balanças Corrente e de Capital registaram um défice de 467 milhões de euros, diminuindo 919 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

A Balança Corrente registou um saldo de -648 milhões de euros, diminuindo 927 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de excedente para uma situação de défice.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 8 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 182 milhões de euros.

Entre janeiro e novembro de 2021, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 914 milhões de euros, que compara com 340 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

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Em novembro de 2021, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -177 milhões de euros, o que compara com 315 milhões de euros no mês precedente.

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