Saltar para o conteúdo
GEE
Total de conteúdos:14.982

Síntese Económica de Conjuntura – INE

85

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 1,9% em dezembro de 2021, que compara com 1,9% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em novembro de 2021, registou o valor de 4,4% (VH), superior em 1,3 p.p. em relação ao mês anterior (3,1%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -8,8 (sre/ve), que compara com o valor de -11,8 (sre/ve) registado no mês anterior.

86

Ainda em dezembro de 2021, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 3,2% (VH) e para os serviços foi de 2,0% (VH). Estes valores comparam com 2,7% (VH) e 2,3% (VH) registados no mês de novembro de 2021, respetivamente.

87

Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

Documento PDF 

Estatísticas das Empresas da Central de Balanços – Banco de Portugal

81

No 3.º trimestre de 2021, a rendibilidade das empresas não se alterou relativamente ao trimestre anterior (6,5%).

Uma análise por sector de atividade económica das empresas privadas mostra que a rendibilidade do ativo [rácio entre os resultados antes de amortizações, depreciações, juros e impostos das empresas (EBITDA) e o total de ativo]:

– aumentou nas empresas dos sectores da eletricidade, da construção, dos transportes e armazenagem e dos outros serviços;

– diminuiu nas empresas dos sectores das indústrias, do comércio e das sedes sociais.

Por classe de dimensão das empresas privadas (exclui sedes sociais), a rendibilidade aumentou nas PME, de 6,1% para 6,2%, e reduziu-se nas grandes empresas, de 9,3% para 9,0%.

A rendibilidade das empresas públicas foi de -3,4% (-5,0% no trimestre anterior).

 

82

(Gráficos: Banco de Portugal)

A autonomia financeira das empresas, medida pelo peso do capital próprio no balanço, manteve-se em 40,0% no 3º trimestre de 2021.

Uma análise por sector de atividade mostra que a autonomia financeira das empresas privadas:

– aumentou nas empresas dos setores das indústrias, da construção, dos transportes e armazenagem e das sedes sociais;

– diminuiu nas empresas da eletricidade e do comércio;

– não se alterou nas empresas do sector dos outros serviços.

Por classe de dimensão das empresas privadas (exclui sedes sociais), a autonomia financeira aumentou nas PME, de 39,0% para 39,2%, e decresceu nas grandes empresas, de 37,1% para 36,6%.

A autonomia financeira das empresas públicas reduziu-se para 27,0% (27,1% no período anterior).

83

84

(Gráficos: Banco de Portugal)

Documento PDF

Indicador Compósito Avançado – OCDE

79

Em dezembro de 2021, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de 0,17% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de 5,00%. Este indicador registou, em dezembro de 2021, um valor de 100,14 pontos. Estes valores indicam uma fase de crescimento da atividade económica.

O indicador foi concebido para detetar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

(Gráfico: OCDE)

 

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de -0,06% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de -0,10%. A Alemanha apresentou uma variação mensal no CLI de -0,24% e os EUA apresentaram uma variação de -0,04%.

Em termos homólogos, a variação foi de 1,55% para a OCDE, 2,49% para a Zona Euro, 1,73% para a Alemanha e 0,95% para os EUA.

80

(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

Documento PDF  

Comércio Internacional – Eurostat

77

Segundo o Eurostat, entre janeiro e novembro de 2021, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 16,4 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 12,9 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 18% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (17%) e um aumento nas exportações extra-UE (19%). As importações de bens aumentaram 19% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (171,2 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (63,5 mil milhões de euros), Irlanda (58,1 mil milhões de euros) e Itália (49,3 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (97,2 mil milhões de euros), seguido de Espanha (22,8 mil milhões de euros), Roménia (22,0 mil milhões de euros) e Grécia (21,7 mil milhões de euros).

 

(Tabela: Eurostat)

 

Entre janeiro e novembro de 2021, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 133,5 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 205,6 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 14,0% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 19,9% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 78,8 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 186,5 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 12,8% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 19,3% (VHA).

 

78

(Tabelas: Eurostat)

 

Documento PDF 

Atividade Turística – INE

75

Em novembro de 2021, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 3 567,3 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 287,7% (VH). Face a novembro de 2019, o número de dormidas decresceu 12,4%. No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2 300,8 mil de dormidas (486,0%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1 266,5 mil dormidas (140,1%, VH). Face a novembro de 2019, registaram-se diminuições quer nas dormidas de residentes (-3,4%), quer nas de não residentes (-16,6%).

De janeiro a novembro de 2021, a hotelaria registou 34 883,1 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano passado (40,4%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 17 697,9 mil dormidas (36,0%, VHA) e os não residentes representam 17 185,1 mil dormidas (45,3%, VHA). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 47,7% (-10,8% nos residentes e -63,3% nos não residentes).

 

Em novembro de 2021, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 211,6 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 355,8%.   

De janeiro a novembro de 2021, foram registados 2178,1 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de 56,4%. Comparando com o mesmo período de 2019, registou-se uma variação de -46,8%.

76

 

Documento PDF 

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

73

Na semana terminada a 9 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade similar à observada na semana anterior. A correspondente taxa de variação bienal também permaneceu relativamente inalterada no mesmo período. Em 6 de janeiro de 2022, o DEI (média móvel semanal) registou -7,0% (VH), que compara com -6,7% (VH) na semana anterior.

 

74

 

Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

Documento PDF

 

Indicadores de Conjuntura COVID-19

72

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

Global Economic Prospects – Banco Mundial

71

O Banco Mundial reviu em baixa o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial de 2021 para 5,5% (5,7% no relatório de junho de 2021), sendo as estimativas para 2022 e 2023 de 4,1% e 3,2%, respetivamente.

Para a Zona Euro, prevê que o PIB registe o valor de 5,2%, 4,2% e 2,1% em 2021, 2022 e 2023, respetivamente (o que compara com 4,2%, 4,4% e 2,4% para os mesmos períodos na estimativa de junho).

A taxa de crescimento dos Estados Unidos para 2021 foi revista em baixa passando de 6,8% no relatório de junho para 5,6% e a do Japão foi revista em alta, de 2,9% previsto em junho, para 1,7%.

Foram revistas em baixa as estimativas para os mercados em desenvolvimento, cuja projeção de crescimento para 2021 é de 6,3% (quando em junho passado se previa uma expansão de 6,1%).

O Banco Mundial reviu em baixa a previsão para 2021 para a China de 8,5% para 8,0%, manteve a previsão para a Índia em 8,3%, e para reviu em alta a previsão para o Brasil de 4,5% em junho para 4,9%.

Finalmente, o Banco Mundial prevê que o Comércio Mundial cresça 9,5% em 2021, 5,8% em 2022 e 4,7% em 2023.

(Tabela: Banco Mundial)

Documento PDF  

Índice de Produção Industrial – Eurostat

70

 Em novembro de 2021, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 2,3% na Zona Euro e 2,5% na UE27, face ao mês anterior. Em outubro de 2021, a produção industrial tinha registado variações de -1,3% na Zona Euro e -0,8% na UE27.

Portugal registou um aumento de 1,2% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,4% em outubro de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2021, os maiores aumentos ocorreram na Irlanda (37,3%), Polónia (5,9%) e Chéquia (4,8%). As maiores diminuições foram registadas na Bélgica (-4,4%), Malta (-3,7%) e Luxemburgo (-2,3%).

Em termos homólogos, a produção industrial registou variações de -1,5% na Zona Euro e 0,0% na UE27, em novembro de 2021. Portugal registou um aumento de 0,2%, após ter registado uma diminuição de 6,1% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2021, as maiores subidas foram registadas na Lituânia (17,0%), Polônia (15,3%) e Bulgária (13,3%). As maiores descidas da produção no sector industrial em termos homólogos foram registadas na Irlanda (-30,4%), Malta (-7,8%), Alemanha e Luxemburgo (ambos -2,5%).

(Gráfico: Eurostat)

Documento PDF  

Vendas de Cimento – Banco de Portugal

69

O Índice de Vendas de Cimento registou, em dezembro de 2021, uma variação homóloga de 12,7%, o que se traduz num aumento de 12,7 p.p. face ao mês precedente (0,0%). No mês em análise, o Índice de Vendas de Cimento atingiu um valor de 46,0 pontos, o que compara com 54,3 pontos no mês anterior e 40,8 pontos em dezembro de 2020.

Documento PDF