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Estatísticas do Comércio Internacional de Bens – INE

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No período de setembro a novembro de 2021, as exportações de bens registaram um aumento de 9,3% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 22,5% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 2760,4 milhões de euros no período analisado.

No período acumulado de janeiro a novembro de 2021, relativamente ao mesmo período de 2019, as exportações aumentaram 5,2% (17,6% face ao mesmo período de 2020) e as importações cresceram 0,9% (19,5% face a 2020), salientando-se em ambos os fluxos o acréscimo nos Fornecimentos industriais (12,2% e 19,9%, respetivamente) e o decréscimo no Material de transporte (-11,0% e -32,3%, pela mesma ordem).

Em novembro de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 15,7% e 32,3%, respetivamente (2,8% e 17,6%, pela mesma ordem, em outubro de 2021). Face a novembro de 2019, verificaram-se variações de 15,1% nas exportações e 17,0% nas importações. Destacam-se os acréscimos nas exportações e importações de Fornecimentos industriais (32,8% e 39,7%, respetivamente; 40,9% e 47,3% face a novembro de 2019) e nas importações de Combustíveis e lubrificantes (167,4%; 44,9% em relação a novembro de 2019).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em novembro de 2021, as exportações aumentaram 15,9% e as importações cresceram 23,7% face a novembro de 2020 (respetivamente 0,8% e 9,8% em outubro de 2021).

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No período de setembro a novembro de 2021, a taxa de cobertura total foi de 74,5%, correspondendo a um decréscimo de 9,0 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 74,7%, no Comércio Extracomunitário foi de 73,8% e na Zona Euro foi de 73,4%.

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Em novembro de 2021, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -2097,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -753,4 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1697,2 milhões de euros.

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Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

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Em novembro de 2021, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -902 milhões de euros, o que compara com um valor de 1 104 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -110 milhões de euros (562 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de novembro de 2021, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 310 586 milhões de euros, aumentando 1086 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -0,6%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 33 632 milhões de euros, diminuindo 104 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 7,4%.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Património Financeiro – Banco de Portugal

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Em setembro de 2021, o Património Financeiro Líquido da economia portuguesa ascendeu a -207 405 milhões de euros (-99,7% do PIB), o que compara com -207 926 milhões em junho de 2021 (-101,5% do PIB).

O Passivo Financeiro Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) aumentou de 577 308 milhões de euros (281,7% do PIB) em junho de 2021 para 581 123 milhões de euros (279,4% do PIB) em setembro de 2021.

O Passivo Financeiro exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 414 407 milhões de euros (199,2% do PIB) em setembro de 2021, o que compara com 415 331 milhões em junho de 2021 (202,7% do PIB).

A Dívida Líquida Total da economia portuguesa (vis-à-vis com o resto do mundo) diminuiu de 226 147 milhões de euros (110,3% do PIB) em junho de 2021 para 225 735 milhões de euros (108,5% do PIB) em setembro de 2021.

A Dívida Líquida exceto ações e outras participações (vis-à-vis com o resto do mundo) fixou-se em 175 761 milhões de euros (84,5% do PIB) em setembro de 2021, o que compara com 177 701 milhões em junho de 2021 (86,7% do PIB). 

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Em setembro de 2021, o Passivo Financeiro das Administrações Públicas fixou-se em 151,0% do PIB (314 045 milhões de euros). Em percentagem do PIB, trata-se de uma diminuição de 3,4 p.p. face a junho de 2021 (154,4%).

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Relativamente aos Particulares, o Passivo Financeiro Total, em percentagem do respetivo rendimento disponível bruto ajustado pela variação da participação líquida das famílias nos fundos de pensões, registou o valor de 112,9% em setembro de 2021, o que compara com 112,8% em junho de 2021. O Passivo Financeiro Total das Sociedades não Financeiras em percentagem do PIB, ascende em setembro de 2021 aos 116,9%, o que compara com 117,8% em junho de 2021.

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Contas Nacionais Trimestrais Financeiras por Sector Institucional – Conta Financeira – Banco de Portugal

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No 3.º trimestre de 2021, a Capacidade Líquida de Financiamento da Economia Portuguesa foi de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) (ano acabado em cada trimestre para todos os dados).

Relativamente ao trimestre anterior, a capacidade de financiamento da economia portuguesa aumentou 0,3 pp do PIB, destacando-se:

– A diminuição da necessidade de financiamento das administrações públicas de 5,9% para 3,9% do PIB;

– O aumento da necessidade de financiamento das sociedades não financeiras de 0,9% para 1,2% do PIB;

– A redução da capacidade de financiamento dos particulares de 5,4% para 4,9% do PIB.

– A redução da capacidade de financiamento das sociedades financeiras de 1,7% para 1,6% do PIB.

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No 3.º trimestre de 2021, a variação de Passivos da Economia Portuguesa (vis-à-vis com o Resto do Mundo) registou um aumento de 3,7% do PIB.

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No 3.º trimestre de 2021, a variação dos Passivos das Sociedades não Financeiras registou um aumento de 5,3% do PIB.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

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Em dezembro de 2021, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 108,2 pontos, o que compara com o valor de 108,4 pontos verificado em novembro de 2021.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -2,3 para -1,2 pontos), Serviços (de 12,9 para 12,4), Construção (de -7,3 para -4,5), ao contrário do Comércio a Retalho (de 1,5 para 3,1). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu de -17,3 para -18,4.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 2,1 pontos na União Europeia (de 116,6 pontos em novembro para 114,5 pontos em dezembro), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 2,3 pontos (de 117,6 pontos em novembro para 115,3 pontos em dezembro).

 

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Comércio a Retalho – Eurostat

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Em novembro de 2021, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 1,0% na Zona Euro e 0,9% na UE27, face ao mês anterior. Em outubro de 2021, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 0,3% na Zona Euro e 0,4% na UE27.

Portugal registou um aumento de 2,8% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 2,3% em outubro de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2021, os maiores aumentos foram registados em Espanha (4,9%), Luxemburgo (4,0%) e Portugal (2,8%). As maiores diminuições ocorreram na Áustria (-4,1%), Letónia (-3,6%) e Croácia (-3,1%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 7,8% na Zona Euro e 7,9% na UE27, em novembro de 2021.

Portugal registou um aumento homólogo de 10,0%, após ter registado um aumento homólogo de 3,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para novembro de 2021, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (41,1%), França (22,7%) e Polónia (14,5%). Foram registadas diminuições na Letónia (-3,6%), Alemanha (-2,8%) e Finlândia (-1,9%).

(Gráfico: Eurostat)

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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

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A população empregada, em novembro de 2021, foi estimada em 4.852,8 mil pessoas, aumentando 0,3% face ao mês anterior (13,0 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 63,1%, tendo aumentado 0,1 p.p. face ao mês anterior (revista em alta de 62,8% para 63,0%).

A população desempregada, estimada em 326,9 mil pessoas, diminuiu 0,8% em relação ao valor registado para o mês anterior (-2,7 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,3%, tendo diminuído 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (sem revisão face à estimativa).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 22,4%, tendo aumentado 0,3 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 22,8% para 22,1%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,2% e diminuiu 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.

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Em novembro de 2021, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 63,2% (63,1% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,4% (6,5% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

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Na semana terminada a 2 de janeiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma redução da taxa de variação homóloga da atividade. A correspondente taxa de variação bienal também diminuiu no mesmo período. Em 30 de dezembro de 2021, o DEI (média móvel semanal) registou -7,4% (VH), que compara com -1,7% (VH) na semana anterior.

 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.