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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

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Em dezembro de 2021, o Indicador de Clima Económico permaneceu inalterado em 1,9 (%, vcs).

Entre novembro e dezembro de 2021, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 14,7 para 14,5 e o do Comércio diminuiu de 3,8 para 3,7. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -2,1 para -0,7 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -8,9 para -4,7. O Indicador de Confiança dos Consumidores permaneceu inalterado em -19,2 (sre, ve) em dezembro de 2021 (-19,2 em novembro).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

Nota: A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Moratórias de Crédito – Banco de Portugal

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No contexto da pandemia de COVID-19, foram introduzidas, em março de 2020, as moratórias de crédito, medida que teve como objetivo assegurar a manutenção da capacidade de gestão de tesouraria e liquidez das empresas e das famílias portuguesas.

No final de novembro de 2021, apenas 1,2 mil milhões de euros em empréstimos estavam abrangidos por esta medida, dos quais mil milhões de euros eram empréstimos concedidos a sociedades não financeiras e 0,1 mil milhões de euros a particulares. A totalidade dos contratos em moratória terminou no dia 31 de dezembro de 2021. De acordo com o Banco de Portugal esta é a última nota de informação estatística sobre moratórias de crédito.

(Gráfico: Banco de Portugal)

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Dívida Pública – Banco de Portugal

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Segundo o Banco de Portugal, em novembro de 2021, a Dívida Pública situou-se em 269,8 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição de 1,4 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 2,7 mil milhões de euros face ao mês homólogo.

A instituição refere que esta redução refletiu, essencialmente, amortizações de títulos de dívida no valor de 1,6 mil milhões de euros.

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Atividade turística – estimativa rápida – INE

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Em novembro de 2021, o sector do alojamento turístico registou 1,5 milhões de hóspedes e 3,6 milhões de dormidas, correspondendo a aumentos homólogos de 265,5% e 287,7%, respetivamente (115,2% e 137,9% em outubro, pela mesma ordem). Os níveis atingidos em novembro de 2021 foram, no entanto, inferiores aos observados em novembro de 2019, tendo diminuído o número de hóspedes e de dormidas, -17,0% e -12,4%, respetivamente.

Em novembro, os residentes contribuíram com 1,3 milhões de dormidas e os não residentes totalizaram 2,3 milhões. Face a novembro de 2019, registaram-se diminuições quer nas dormidas de residentes (-3,4%), quer nas de não residentes (-16,6%).

As dormidas registadas nos primeiros onze meses de 2021 aumentaram 40,4% (36,0% nos residentes e 45,3% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 47,7% (-10,8% nos residentes e -63,3% nos não residentes).

Em novembro, 33,8% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (25,3% em outubro).

(Gráfico: INE)

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

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Em dezembro de 2021, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 2,8% (2,6% em novembro). O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 1,8% (1,7% no mês anterior). Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 11,2% (14,1% no mês precedente) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 3,2% (0,8% em novembro).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido nula (0,4% em novembro de 2021 e -0,1% em dezembro de 2020).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 1,3% (1,0% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 2,8% (2,6% no mês anterior).

(Gráfico: INE)

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

113

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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Banco de Portugal – Indicador diário de atividade económica

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De acordo com o Banco de Portugal, num contexto de incerteza decorrente da atual evolução da pandemia, na semana terminada a 26 de dezembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma redução da taxa de variação homóloga da atividade, sendo que a correspondente taxa de variação bienal aumentou no mesmo período. Em 23 de dezembro de 2021, o DEI (média móvel semanal) registou -1,7% (VH), que compara com 0,1% (VH) na semana anterior.

 

 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

 

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INE – Índice de Produção Industrial

110

Em novembro de 2021, o Índice de Produção Industrial, ajustado de efeitos de calendário e da sazonalidade, apresentou uma variação homóloga de 0,2% (-6,3% em outubro). Esta evolução foi particularmente influenciada pelo agrupamento de Energia, sem o qual o índice agregado teve uma variação de 3,2% (-1,3% no mês anterior). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em 0,8% (-3,4% em outubro).

 

 

(Gráfico: INE)

 

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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho – INE

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O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou uma variação homóloga de 9,9% em novembro de 2021, acelerando 6,6 pontos percentuais face ao mês anterior.

A evolução do índice agregado foi determinada principalmente pelo agrupamento de Produtos Não Alimentares, que passou de uma variação de 4,4% em outubro para 14,0% no mês em análise, com destaque para a aceleração de cerca de 30 p.p. no agrupamento de Têxteis, vestuário, calçado e artigos de couro (variação de 9,9% em outubro, 38,9% no mês corrente). Os Produtos Alimentares aumentaram 4,9% (2,0% no mês anterior).

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