Saltar para o conteúdo
GEE
Total de conteúdos:14.982

Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

47

Em outubro de 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 13,7%, superior em 0,3 p.p. ao valor registado em setembro de 2021 (13,4%).

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 120,7 pontos em outubro de 2021, aumentando 1,98 pontos em relação ao mês precedente (118,7 pontos em setembro de 2021).

48

Documento PDF  

Emissões de Títulos de Dívida – Banco de Portugal

44

Em outubro de 2021, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 1 104 milhões de euros, o que compara com um valor de -1 046 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 562 milhões de euros (767 milhões de euros registados no mês anterior).

No final de outubro de 2021, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 309 500 milhões de euros, diminuindo 1 144 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -0,9%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 33 736 milhões de euros, aumentando 568 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 8,7%.

45

 

46

Documento PDF  

Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria – INE

42

Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em outubro de 2021, variações homólogas de 1,7% e 4,0%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,6 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (1,1% no mês de setembro de 2021), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (4,2% em setembro de 2021). O Índice de Horas Trabalhadas na Indústria registou uma variação homóloga de -2,9% em outubro de 2021, diminuindo 2,5 p.p. face à registada em setembro de 2021.

 

43

 

Documento PDF  

Índice de Volume de Negócios na Indústria – INE

41

Em outubro de 2021, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total registou uma variação homóloga (VH) de 11,6%, diminuindo 0,1 p.p.  em relação ao observado no mês de setembro de 2021 (11,7% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 5,8% e 15,0%, após terem registado variações de 6,2% e 22,3% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -12,7% e 37,7%, após terem registado variações de -16,0% e 28,3% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram uma variação homóloga de 14,7%, diminuindo 1,8 p.p. em comparação com o mês anterior (16,5%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 1,1 p.p. em termos homólogos (9,4% em outubro face aos 8,3% registados em setembro).

Documento PDF  

Estatísticas do Comércio Internacional de Bens –  INE

35

No trimestre terminado em outubro de 2021, as exportações de bens aumentaram 9,0% e as importações cresceram 18,8% em relação ao mesmo período de 2020 (12,2% e 20,4%, pela mesma ordem, no 3.º trimestre de 2021). Comparando com o trimestre terminado em outubro de 2019, as exportações e as importações aumentaram 7,6% e 7,9%, respetivamente.

No período acumulado de janeiro a outubro de 2021, relativamente ao mesmo período de 2019, as exportações aumentaram 4,3% (+17,9% face ao mesmo período de 2020) e as importações diminuíram 0,8% (+18,1% face a 2020).

Em outubro de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 3,0% e 17,5%, respetivamente (9,9% e 17,9%, pela mesma ordem, em setembro de 2021). Face a outubro de 2019, verificaram-se variações de 0,7% nas exportações e 4,4% nas importações.

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 1,0% e 9,6%, respetivamente (7,4% e 10,5%, pela mesma ordem, em setembro de 2021). Em comparação com outubro de 2019, as exportações diminuíram 0,4% e as importações cresceram 0,4%.

O défice da balança comercial de bens aumentou 971 milhões de euros face ao mês homólogo de 2020 (aumentou 286 milhões de euros em relação a outubro de 2019), atingindo 1985 milhões de euros em outubro de 2021. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice atingiu 1242 milhões de euros (um aumento de 525 milhões de euros face a 2020 e de 45 milhões de euros em relação a 2019).

36

 

37

No período de agosto a outubro de 2021, a taxa de cobertura total foi de 73,8%, correspondendo a um decréscimo de 6,6 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 72,3%, no Comércio Extracomunitário foi de 77,7% e na Zona Euro foi de 70,6%.

38

Em outubro de 2021, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -1 984,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -742,2 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 596,1 milhões de euros.

39

 

40

 

Documento PDF  

Economic Survey – Portugal – OCDE

No Economic Survey de Portugal divulgado hoje, a OCDE mantém as previsões do Economic Outlook de 1 de dezembro de 2021, ou seja, Portugal deverá registar uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,8% em 2021, 5,8% em 2022 e de 2,8% em 2023

Segundo a OCDE, com o envelhecimento demográfico e a consequente diminuição da população ativa, o crescimento futuro irá depender de ganhos de produtividade. Portugal deveria aproveitar o seu Plano de Recuperação e Resiliência, financiado pela UE, para acelerar a transição ecológica e digital, concentrando-se nos projetos com maior impacto económico e social. Apesar da recuperação prevista, a atividade económica em sectores fundamentais da economia, como o turismo, os transportes e a hotelaria, continua muito aquém dos níveis anteriores à crise.

Recomenda que os apoios dirigidos às famílias e às empresas sejam mantidos e adaptados à evolução da pandemia, o apoio aos jovens e aos trabalhadores pouco qualificados à procura de emprego deve ser reforçado, a fim de os ajudar a adaptarem-se às mudanças no mercado de trabalho e são ainda necessários mais apoios à capitalização das empresas viáveis.

Portugal deve também reduzir os seus desequilíbrios macroeconómicos para conferir uma base mais sólida à recuperação. A relação dívida-PIB disparou, situando-se entre as mais altas da Europa. À medida que a recuperação avança, será importante adotar um plano claro e credível para o ajuste orçamental a médio prazo. São necessárias reformas, a fim de preparar o país para uma redução da população ativa, bem como para melhorar o desempenho da administração pública. Ainda existe margem para reforçar a sustentabilidade a longo prazo do sistema de pensões. A pandemia aumentou também os riscos financeiros no sector empresarial, e os bancos portugueses enfrentam um elevado nível de empréstimos não produtivos. O Estudo recomenda o reforço dos incentivos aos bancos para reduzirem o nível de ativos de alto risco.

No futuro, será fundamental acelerar a transição digital para adaptar a economia portuguesa ao mundo pós-pandémico e promover o crescimento da produtividade, que se tem mantido abaixo da média da OCDE, praticamente durante as duas últimas décadas, segundo refere o Estudo. Para esse efeito, será necessário ajudar as empresas na adoção de novas tecnologias, dotar a população de competências digitais e melhorar o acesso a serviços de banda larga de alta qualidade.

Documento PDF  

Indicador Compósito Avançado – OCDE

33

Em novembro de 2021, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de 0,07% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de 4,75%. Este indicador registou, em novembro de 2021, um valor de 99,77 pontos. Estes valores indicam uma fase de moderação no crescimento da atividade económica.

O indicador foi concebido para detetar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

(Gráfico: OCDE)

 

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de -0,05% e a Zona Euro registou uma variação mensal de -0,06%. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de -0,16% e os EUA apresentam uma variação de -0,06%.

Em termos homólogos, a variação foi de 2,05% para a OCDE, 2,82% para a Zona Euro, 2,20% para a Alemanha e 1,53% para os EUA.

34

(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

Documento PDF 

Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

31

Na semana terminada a 5 de dezembro, o indicador diário de atividade económica aponta para uma taxa de variação da atividade superior à observada na semana anterior. Em 2 de dezembro de 2021, o DEI (média móvel semanal) registou 8,4% (VH), que compara com 5,6% (VH) na semana anterior. 

 

32

Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

Documento PDF  

Indicadores de Conjuntura COVID-19

30

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

Contas Nacionais Trimestrais – 2.ª Publicação – Eurostat

29

De acordo com o Eurostat, no 3.º trimestre de 2021, Portugal registou uma variação do PIB de 4,2% em relação ao trimestre homólogo (16,1% no trimestre anterior) e uma variação de 2,9% em relação ao trimestre anterior (4,4% no 2.º trimestre de 2021).

No 3.º trimestre, o PIB registou uma variação homóloga de 3,9% na ZE19 (14,4% no 2.º trimestre de 2021) e de 4,1% na UE27 (13,8% no 2.º trimestre de 2021). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 2,2% na ZE19 (igual à registada no 2.º trimestre de 2021) e uma variação de 2,1% na UE27 (igual à registada no 2.º trimestre de 2021).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior registados na Áustria (3,8%), França (3,0%) e Portugal (2,9%), sendo que não se verificaram diminuições trimestrais do PIB.

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Croácia (15,5%), Grécia (13,4%), Irlanda (11,4%) e Malta (9,8%). Não se registaram diminuições do PIB em relação ao período homólogo.

Nos EUA, no 3.º trimestre de 2021, o PIB aumentou 4,9% em termos homólogos (12,2% no trimestre anterior) e registou uma variação de 0,5% em comparação com o trimestre anterior (1,6% no 2.º trimestre de 2021).

(Gráfico: Eurostat)

Documento PDF