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Vendas de Veículos Automóveis – ACAP

28

De acordo com a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), no mês de novembro de 2021, foram matriculados 13 935 veículos, o que representa uma diminuição homóloga de -6,9%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 8,2% (VH), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga de -7,6% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou uma variação homóloga de -5,9%.

Entre janeiro e novembro de 2021 foram matriculados 163 944 veículos, o que representa um aumento homólogo de 3,3%. A categoria de Veículos Pesados apresentou um aumento de 21,3% (variação homóloga acumulada – VHA), a de Veículos Ligeiros de Passageiros registou uma variação homóloga acumulada de 2,2% e a categoria de Veículos Comerciais Ligeiros apresentou um aumento de 6,7% (VHA).

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Comércio a Retalho – Eurostat

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Em outubro de 2021, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,2% na Zona Euro e 0,3% na UE27, face ao mês anterior. Em setembro de 2021, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de -0,4% na Zona Euro e -0,3% na UE27.

Portugal registou um aumento de 2,3% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 1,4% em setembro de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para outubro de 2021, os maiores aumentos foram registados na Eslovénia (13,0%), Portugal (2,3%) e Dinamarca (2,2%). As maiores diminuições ocorreram na Letónia (-5,4%), Áustria (-2,8%) e Estónia (-2,6%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 1,4% na Zona Euro e 2,3% na UE27, em outubro de 2021.

Portugal registou um aumento homólogo de 3,4%, após ter registado um aumento homólogo de 2,7% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para outubro de 2021, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (34,3%), Polónia (12,4%) e Estónia (11,0%). As maiores reduções foram na Alemanha (-2,8%), Letónia (-2,3%) e Irlanda (-1,9%).

 

(Gráfico: Eurostat)

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Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro – BCE

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No mês de outubro de 2021, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 2,03%, aumentando 0,04 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 1,42% e 1,37% em setembro de 2021 para 1,57% e 1,19% em outubro de 2021, respetivamente.

 

 

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Em outubro de 2021, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) aumentou 0,06 p.p., de 2,03% para 2,09%. As Taxas de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros e até 1 milhão de euros aumentaram para 2,57% e 2,30%, respetivamente, após terem registado valores de 2,47% e 2,22% no mês precedente, pela mesma ordem. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro subiu para 1,80%, o que compara com 1,74% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

 

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No mês de outubro de 2021, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 0,06%, mantendo-se face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 1,97 p.p.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 0,39% e 0,20% em outubro de 2021, respetivamente. As diferenças entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situaram-se, assim, em 1,18 p.p. e 0,99 p.p., respetivamente neste mês nestes países.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente às comparações apresentadas.

 

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Taxa de Desemprego – Eurostat

15

Em outubro de 2021, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 6,4%, mantendo-se constante em relação à percentagem registada no mês anterior (6,4%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma diminuição de 1,2 p.p. (7,6%).

Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em outubro de 2021, situou-se em 14,5%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (14,6%) e apresentou uma variação de -1,8 p.p. face ao verificado no período homólogo (16,3%).

Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em outubro de 2021, se tenha situado em 7,3%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (7,4%) e diminuindo 1,1 p.p. em termos homólogos (8,4%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 6,7%, estabilizando relativamente ao mês anterior.

 

 

Em outubro de 2021, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 22,8%, aumentando 0,1 p.p. em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 1,8 p.p. (24,6%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,4%, aumentando 0,1 p.p. relativamente ao mês precedente.

Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 30,3%, em outubro de 2021, diminuindo 0,4 p.p. face ao mês anterior e registando uma variação de -10,2 p.p. face ao verificado no período homólogo (40,5%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 13,2%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês de setembro de 2021 (13,4%)

Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em outubro de 2021, nos 15,9%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 6,5%, permanecendo inalterado em relação a setembro de 2021. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 15,9%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 5,8%, menos 0,1 p.p. que o mês anterior.

 

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

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Na 4.ª semana de novembro, o indicador diário de atividade económica aponta para uma taxa de variação da atividade similar à observada na semana anterior. Em 25 de novembro de 2021, o DEI (média móvel semanal) registou 5,6% (VH), que compara com 5,4% (VH) na semana anterior.

 

 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

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Dívida Pública – Banco de Portugal

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Segundo o Banco de Portugal, em outubro de 2021, a Dívida Pública situou-se em 271,2 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição de 0,3 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 3,0 mil milhões de euros face ao mês homólogo. A instituição refere que esta redução refletiu, essencialmente, amortizações de títulos de dívida no valor de 0,5 mil milhões de euros.

 

 

Em setembro de 2021, a Dívida Pública foi de 130,9% do PIB, o que representa uma diminuição de 4,5 p.p. face ao trimestre anterior e de 0,7 p.p. face ao trimestre homólogo.

 

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Taxa de Juro dos Novos Empréstimos das IFM – Banco de Portugal

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Em outubro de 2021, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal aumentaram 0,05 p.p., de 2,18% em setembro para 2,23%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro aumentaram 0,06 p.p. em comparação com o mês precedente, fixando-se em 2,09%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro aumentaram 0,07 p.p., registando um valor de 2,41%. 

 

 

Entre setembro e outubro de 2021, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros aumentaram 0,08 p.p. e acima de 1 milhão de euros aumentaram 0,06 p.p., fixando-se em 2,30% e 1,80%, respetivamente.

 

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação aumentaram 0,02 p.p. entre setembro e outubro de 2021, fixando-se em 0,82%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo aumentaram 0,14 p.p., fixando-se em 6,65%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins aumentaram 0,29 p.p. entre setembro e outubro de 2021, fixando-se em 3,64%.

 

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Montantes dos Novos Empréstimos – Banco de Portugal

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Em outubro de 2021, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 4 266 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 20,2% (mais 12,0 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de 17,6% (mais 23,2 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 23,6% (menos 5,9 p.p. face a setembro).

 

 

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 41 377 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de -4,9%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 23 122 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de -20,2% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 18 255 milhões de euros, atingindo os 25,7% de variação homóloga acumulada.

 

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Economic Outlook – OCDE

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A OCDE prevê para Portugal uma evolução do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,8% em 2021 (valor revisto em alta em 1,1 p.p. face às previsões de maio de 2021), de 5,8% em 2022 (valor revisto em alta em 0,9 p.p. face às previsões de maio de 2021) e de 2,8% em 2023. Para a evolução do PIB em 2021, 2022 e 2023, a procura externa líquida dará um contributo de -0,2 p.p., 0,8 p.p. e -0,4 p.p., respetivamente.

A OCDE prevê ainda um défice da Balança Corrente de -1,0% do PIB em 2021, de -0,6% em 2022 e de -0,9% em 2023 (a previsão para 2021 foi revista em alta em 0,1 p.p. e a previsão para 2022 é revista em baixa em 0,2 p.p., relativamente à publicação de maio).

Em relação à taxa de desemprego, a OCDE prevê que esta aumente de 6,9% em 2021 para 6,7% em 2022 e 6,5% em 2023 (valores que em maio estimava virem a ser 7,4% e 7,0% respetivamente). No que toca à inflação, a OCDE estima que esta seja 0,8% em 2021, 1,7% em 2022 e 1,1% em 2023.

Relativamente às Finanças Públicas, a OCDE prevê um défice orçamental de 4,3% do PIB em 2021 (valor revisto em baixa em 0,5 p.p. face às previsões de maio) e uma redução para 2,4% em 2022 (valor revisto em baixa em 1,0 p.p. face às previsões de maio) e para 1,6% em 2023.

(Tabela: OCDE)

Segundo a OCDE, prevê-se que a evolução do PIB, em 2021, da Zona Euro e do Mundo seja de 5,2% e 5,6%, respetivamente (valores revistos em baixa em 0,1 p.p. e em 0,1 p.p. relativamente ao Interim Outlook de setembro). Para 2022, prevê-se um crescimento de 4,3% e de 4,5% para a Zona Euro e para o Mundo, respetivamente (valores revistos em baixa em 0,3 p.p. e em 0,0 p.p. relativamente ao Interim Outlook de setembro). Para 2023, prevê-se um crescimento de 2,5% e de 3,2% para a Zona Euro e para o Mundo, respetivamente.

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(Tabela: OCDE)

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