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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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 O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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Acréscimos e decréscimos das exportações por produtos e mercados – Evolução mensal – setembro de 2021

Analisa-se neste trabalho onde incidiram os maiores acréscimos e decréscimos das exporta-ções portuguesas de mercadorias, por produtos e por mercados, no período acumulado de janeiro a setembro e no mês autónomo de setembro de 2021, face aos períodos homólogos de 2020. Analisa-se também a evolução comparada do valor das exportações mensais não acumuladas, por grupos de produtos, de janeiro de 2020 a setembro de 2021.

 

Acréscimos e decréscimos das exportações por produtos e mercados – Evolução mensal – setembro de 2021.pdf

Comércio internacional de mercadorias – Taxas de variação homóloga em Valor, Volume e Preço, por grupos e subgrupos de produtos – janeiro a setembro de 20212020

Apresentam-se neste trabalho indicadores de evolução em valor, volume e preço das impor-tações e das exportações portuguesas de mercadorias no período acumulado de janeiro a setembro de 2021, face ao período homólogo de 2020.

 

Comércio internacional de mercadorias – Taxas de variação homóloga em Valor, Volume e Preço, por grupos e subgrupos de produtos – janeiro a setembro de 20212020.pdf

Moratórias de Crédito – Banco de Portugal

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No final de outubro de 2021, o montante global de empréstimos abrangidos por moratórias era de 3,2 mil milhões de euros, menos 15,9 mil milhões do que em setembro. Esta descida reflete as reduções de 10,7 mil milhões de euros nos empréstimos concedidos a sociedades não financeiras e de 5 mil milhões de euros nos empréstimos a particulares.

No final de outubro, os empréstimos em moratória dos particulares totalizavam 0,4 mil milhões de euros e os das sociedades não financeiras atingiam 2,7 mil milhões de euros, dos quais 1,4 mil milhões de euros eram empréstimos concedidos aos setores do alojamento, restauração e construção.

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As reduções verificadas em setembro e outubro são justificadas pelo término da moratória pública a 30 de setembro (para as adesões que ocorreram até 30 de setembro de 2020). As adesões até 31 de março de 2021 têm a duração de nove meses, logo a totalidade dos contratos em moratórias terminará a 31 de dezembro.

Nas sociedades não financeiras, o decréscimo face a agosto foi transversal a todos os setores de atividade.

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Nos setores mais vulneráveis, tais como definidos no Decreto-Lei n.º 22-C/2021, de 22 de março de 2021, existiam, em outubro, 4,9 mil empresas abrangidas por moratórias. O montante de empréstimos com pagamento suspenso era de 1,4 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição de 3,9 mil milhões de euros relativamente a setembro.

 

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Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho – INE

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Em outubro de 2021, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 3,4%, superior em 0,6 p.p. à observada em setembro de 2021 (2,8%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de 2,0% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 4,6%, valores que comparam com 2,0% e 3,4% no mês anterior, respetivamente.

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Índice de Produção Industrial – INE

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Em outubro de 2021, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -6,7%, o que corresponde a uma diminuição 1,1 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (-5,6%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -0,8% e -26,1%, respetivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de 1,1%.

As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -3,9% e -21,6%, respetivamente.

 

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Atividade turística – estimativa rápida – INE

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O setor do alojamento turístico registou 2,1 milhões de hóspedes e 5,5 milhões de dormidas em outubro de 2021, correspondendo a aumentos de 115,5% e 139,0%, respetivamente (+52,3% e +58,5% em setembro, pela mesma ordem). Os níveis atingidos em outubro de 2021 foram, no entanto, inferiores aos observados em outubro de 2019, tendo diminuído o número de hóspedes e de dormidas, -14,6% e -13,5%, respetivamente.

Em outubro, o mercado interno contribuiu com 2,0 milhões de dormidas e aumentou 65,4%, continuando a superar os níveis do período homólogo de 2019 (+28,2%). As dormidas de não residentes totalizaram 3,5 milhões, o valor mais elevado desde outubro de 2019, tendo triplicado face a outubro de 2020 (+216,6%), mas decresceram26,7% face a outubro de 2019.

As dormidas registadas nos primeiros dez meses de 2021 aumentaram 31,0% (+31,9% nos residentes e +30,0% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 49,9% (-11,0% nos residentes e -66,3% nos não residentes).

Em outubro, 24,2% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (20,5% em setembro).

(Tabela: INE)

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

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Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 2,6% em novembro de 2021 (1,8% outubro). O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 1,8% (1,1% no mês anterior). Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 14,2% (13,4% no mês precedente) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 0,8% (-0,7% em outubro).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC ter-se-á fixado em 0,5% (valor idêntico em outubro de 2021 e -0,3% em novembro de 2020).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 1,0% (0,8% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 2,7% (1,8%no mês anterior).

 

 

(Gráfico: INE)

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