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Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – INE

114

A população empregada, em outubro de 2021, foi estimada em 4 822,0 mil pessoas, diminuindo 0,3% face ao mês anterior (-14,0 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 62,8%, tendo diminuído 0,2 p.p. face ao mês anterior (revista em alta de 62,7% para 63,0%).

 

A população desempregada, estimada em 331,6 mil pessoas, aumentou 1,0% em relação ao valor registado para o mês anterior (3,2 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,4 %, mantendo-se face ao nível registado no mês anterior.

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 22,8%, tendo aumentado 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (revista em alta de 22,7% para 23,7%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,4% e aumentou 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.

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Em outubro de 2021, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 62,8% (63,1% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,5% (6,4% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Contas Nacionais Trimestrais – INE

110

De acordo com o INE, no 3.º trimestre de 2021, o PIB em termos reais registou uma taxa de variação homóloga de 4,2%. No trimestre anterior, a variação homóloga do PIB tinha sido 16,1%, em grande medida, devido ao forte impacto da pandemia no 2.º trimestre de 2020.

O contributo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB foi de -0,5 p.p., mantendo-se igual ao trimestre anterior. A procura interna apresentou um contributo positivo (4,7 p.p.) mas inferior ao do trimestre anterior (16,6 p.p.), verificando-se uma desaceleração do consumo privado, do consumo público e do investimento, tendo o consumo privado registado a maior desaceleração (de 18,8% no 2.º trimestre para 4,6% no 3.º trimestre).

Relativamente ao 2.º trimestre de 2021, o PIB aumentou 2,9% em termos reais (4,4% no trimestre anterior), em resultado de um contributo de 1,8 p.p. da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB (-0,7 p.p. no trimestre precedente), enquanto a procura interna apresentou um contributo de 1,1 p.p. (5,1 p.p. no 2.º trimestre).

(Gráfico: INE)

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(Tabela: INE)

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(Tabela: INE)

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

108

Em novembro de 2021, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 108,4 pontos, o que compara com o valor de 108,1 pontos verificado em outubro de 2021.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -2,9 para -2,3 pontos), Serviços (de 11,6 para 12,9) e do Comércio a Retalho (de 0,3 para 1,5), ao contrário da Construção (de -5,0 para -7,3). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu de -12,4 para -17,3.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 1,1 pontos na União Europeia (de 117,6 pontos em outubro de 2021 para 116,5 pontos em novembro de 2021), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 1,1 pontos (de 118,6 pontos em outubro de 2021 para 117,5 pontos em novembro de 2021).

 

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

106

Em novembro de 2021, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 2,4 para 1,9 (%, vcs).

 

Entre outubro e novembro de 2021, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 12,9 para 14,7 e o do Comércio diminuiu de 5,5 para 3,8. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -3,4 para -2,1 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de -4,0 para -8,9. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -19,2 (sre, ve) em novembro de 2021 (-11,0 em outubro de 2021).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

102

Em outubro de 2021, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 76,0 mil milhões de euros, diminuindo 289 mil euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 4,9% (5,1% no mês anterior).

Os empréstimos concedidos às empresas que pertencem aos sectores mais atingidos pela pandemia — nomeadamente, comércio, alojamento e restauração, transportes e armazenagem e indústrias transformadoras — representavam, em outubro de 2021, 54% do total dos empréstimos às empresas. Uma análise por sector de atividade mostra que, desde o início da pandemia, os empréstimos concedidos às empresas de alojamento e restauração são os que têm crescido de forma mais expressiva, em resultado das linhas de apoio à economia. Estas empresas também recorreram às moratórias, pelo que as amortizações regulares dos empréstimos estiveram suspensas, contribuindo para que o crescimento dos empréstimos fosse mais significativo desde essa data.

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 124,5 mil milhões de euros, registando uma TVA de 3,8% (3,7% no mês anterior).

 

103

A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 4,4%, aumentando 0,1 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 1,7%, aumentando 0,2 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 1,7%, diminuindo -0,2 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em outubro de 2021 o crédito vencido total, em percentagem do respetivo total de empréstimos, foi de 2,00% (2,00% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,60% para 2,62%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 1,62% (1,63% no mês precedente).

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Indicador diário de atividade económica –  Banco de Portugal

100

Na 3.ª semana de novembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação da atividade superior à observada na semana anterior. Em 18 de novembro de 2021, o DEI (média móvel semanal) registou 4,8% (VH), que compara com 3,3% (VH) na semana anterior.

 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral.

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19 – GEE

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

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Relatório sobre o Mecanismo de Alerta – Comissão Europeia

A Comissão Europeia publicou dia 24 de novembro de 2021 o Alert Mechanism Report (Relatório sobre o Mecanismo de Alerta).

Este relatório inicia a décima ronda anual do Macroeconomic Imbalance Procedure (MIP). O MIP visa identificar os desequilíbrios que impedem o bom funcionamento das economias dos Estados-Membros, da União Económica e Monetária ou da União no seu conjunto e incentivar respostas políticas adequadas. A execução do MIP está integrada no Semestre Europeu de coordenação das políticas económicas.

O Alert Mechanism Report é um instrumento de avaliação dos desequilíbrios económicos, publicado no início de cada ciclo anual de coordenação das políticas económicas. A análise do Relatório apoia-se na leitura de um painel de indicadores – Macroeconomic Imbalance Procedure Scoreboard – constituído por catorze indicadores relevantes para a deteção precoce de desequilíbrios macroeconómicos existentes ou emergentes a nível dos Estados-Membros e identifica os Estados-Membros em relação aos quais devem ser realizadas Apreciações Aprofundadas (AA) (In-depth reviews) para avaliar se os desequilíbrios carecem de medidas políticas.

A Comissão identificou 12 Estados-membros que devem ser sujeitos a Apreciações Aprofundadas no próximo ano por apresentarem desequilíbrios macroeconómicos, sendo que nove Estados-Membros foram identificados como apresentando desequilíbrios (Croácia, França, Alemanha, Irlanda, Países Baixos, Portugal, Roménia, Espanha e Suécia), enquanto três Estados-Membros foram identificados como registando desequilíbrios excessivos (Chipre, Grécia e Itália).

A Comissão aponta que todos estes Estados-membros já foram sujeitos a uma análise no anterior ciclo anual de procedimentos por desequilíbrios macroeconómicos, que revelou que todos eles tinham desequilíbrios ou desequilíbrios excessivos, razão pela qual permanecerão sob análise, para determinar se os mesmos estão a ser corrigidos.

Em fevereiro de 2020, a Comissão concluiu que Portugal registava desequilíbrios macroeconómicos relacionados, em especial, com os elevados volumes de passivos externos líquidos, com as dívidas pública e do setor privado, assim como com a elevada percentagem de empréstimos não produtivos, num contexto de baixo crescimento da produtividade. No painel de indicadores atualizado, que inclui valores até 2019, os indicadores da posição líquida de investimento internacional (PLII), do crescimento dos preços da habitação, da dívida do setor privado e da dívida pública estão acima dos limiares indicativos.

De acordo com a instituição, Portugal entrou na crise da COVID-19 com vulnerabilidades associadas a grandes volumes de dívida, num contexto de baixo crescimento da produtividade. Com a crise da COVID-19, os rácios da dívida aumentaram em todos os setores. Globalmente, tendo também em conta que em fevereiro foram detetados desequilíbrios, a Comissão considera oportuno analisar mais aprofundadamente a persistência de desequilíbrios ou a sua correção.

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Macroeconomic Imbalance Procedures Scoreboard – Eurostat

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 Eurostat publicou hoje os indicadores do Macroeconomic Imbalance Procedure Scoreboard (MIP).

O painel de avaliação do MIP providencia o apoio estatístico ao Alert Mechanism Report (Relatório do Mecanismo de Alerta) divulgado no dia 24 de novembro de 2021 pela Comissão Europeia no início do Semestre Europeu. Este relatório identifica os Estados-Membros para os quais são necessárias análises aprofundadas com base numa leitura económica dos indicadores do painel.

O painel de avaliação do MIP consiste em catorze indicadores relevantes para a deteção precoce de desequilíbrios macroeconómicos existentes ou emergentes a nível dos Estados-Membros.

 

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Estatísticas de Emprego – IEFP

94

Durante o mês de outubro de 2021, inscreveram-se nos Centros de Emprego 44 168 pessoas, o que representa uma variação homóloga de -20,1% e uma variação mensal de -9,8%. Durante este mês, foram efetuadas 8 012 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 10,1% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 14,9%.

No final do mês de outubro de 2021, estavam inscritos nos Centros de Emprego 351 667 indivíduos, o que corresponde a uma variação homóloga de -12,9% (-51 887 pessoas) e a uma variação mensal de -2,1% (-7 481 pessoas).

 

(Tabela: IEFP)

 

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(Gráfico: IEFP)

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram o Algarve (-28,1%), a Madeira (-19,3%) e o Alentejo (-13,1%).

Comparativamente ao mês anterior, as maiores quedas no desemprego registaram-se na região da Madeira (-3,1%) e Lisboa e Vale do Tejo (-3,3%).

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(Tabela: IEFP)

 

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(Gráfico: IEFP)

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