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Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – INE

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Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em setembro de 2021, variações homólogas de 1,8%, 2,6% e 0,0%, respetivamente, o que compara com 1,1%, 3,2% e 3,9% registados no mês anterior.

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em setembro de 2021, valores de 105,2 pontos, 110,4 pontos e 99,0 pontos, respetivamente, o que compara com 103,8 pontos, 112,2 pontos e 94,8 pontos, respetivamente, registados no mês anterior.

 

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Índice de Volume de Negócios nos Serviços – INE

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Em setembro de 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 13,4%, inferior em 0,4 p.p. ao valor registado em agosto de 2021 (13,8%).

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 118,7 pontos em setembro de 2021, aumentando 6,0 pontos em relação ao mês precedente (112,7 pontos em agosto de 2021).

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Índice de Preços no Consumidor – INE

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Em outubro de 2021, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 1,8%, valor superior ao registado no mês anterior em 0,3 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 1,1%, superior em 0,2 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,5%, o que compara com uma variação de 0,9% no mês anterior e de 0,1% em outubro de 2020.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 0,8% (0,6% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 0,4%, valor superior em 0,1 p.p. face ao mês anterior.

 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 1,8%, superior em 0,5 p.p. em relação ao verificado no mês anterior.

De acordo com a informação disponível relativa a outubro de 2021, tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 2,3 p.p. à da área do Euro (em setembro, esta diferença tinha sido 2,1 p.p.).

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(Gráfico: INE)

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European Economic Forecast Autumn – Comissão Europeia

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Segundo as Previsões Económicas de Outono (Autumn European Economic Forecast) da Comissão Europeia, Portugal irá registar uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,5% em 2021, de 5,3% em 2022 (revisão em alta, face às previsões de Verão, em 0,6 p.p. para 2021 e para 2022) e de 2,4% em 2023.

Quanto à inflação, a Comissão prevê que esta se situe nos 0,8% em 2021, 1,7% em 2022 e 1,2% em 2023 (0,8% e 1,1% para 2021 e 2022, respetivamente, nas previsões de Verão).

A taxa de desemprego em Portugal deverá registar 6,7% em 2021, 6,5% em 2022 (as previsões de Primavera tinham sido de 6,8% e 6,5% para 2021 e 2022, respetivamente) e 6,4% em 2023.

A Comissão Europeia reviu em baixa a Capacidade Líquida de Financiamento da economia portuguesa para 0,3% em 2021 e 1,0% em 2022 (de 0,5% e 1,1% em 2021 e 2022 nas previsões de Primavera), prevendo 1,2% para 2023.

Relativamente à situação orçamental, a Comissão Europeia prevê que o saldo orçamental tenha uma trajetória crescente passando para -4,5% do PIB em 2021, -3,4% em 2022 e -2,8% em 2023 (previsão de -4,7% para 2021 e -3,4% para 2022 nas previsões de Primavera). 

 

(Tabela: Comissão Europeia)

A Comissão Europeia prevê uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) da Zona Euro de 5,0% para 2021, de 4,3% para 2022 (revisão em alta, face às previsões de Verão, em 0,2 p.p. para 2021 e para 2022) e de 2,4% para 2023. Para a União Europeia, a Comissão prevê uma variação do PIB de 5,0% para 2021, de 4,3% para 2022 e de 2,5% para 2023 (4,8% e 4,5% para 2021 e para 2022, respetivamente, nas previsões de Verão).

 

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(Tabela: Comissão Europeia)

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

Indicador Compósito Avançado – OCDE

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Em outubro de 2021, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de 0,05% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de 3,80%. Este indicador registou, em outubro de 2021, um valor de 99,10 pontos. Estes valores indicam uma fase de moderação no crescimento da actividade económica.

O indicador foi concebido para detectar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

(Gráfico: OCDE)

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de -0,02% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de 0,00%. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de -0,08% e os EUA apresentam uma variação de -0,05%.

Em termos homólogos, a variação foi de 2,51% para a OCDE, 3,04% para a Zona Euro, 3,00% para a Alemanha e 2,15% para os EUA.

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(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

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Índices de Emprego e Remunerações na Construção – INE

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Em setembro de 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 1,8% e 5,7%, respetivamente. Em agosto de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de 1,6% e 5,8%.

 

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O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em setembro de 2021, um valor de 104,1 pontos, aumentando 0,2 pontos relativamente ao mês precedente (103,9 pontos em agosto). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 106,5 pontos em setembro de 2021, diminuindo 3,1 pontos em relação ao mês anterior (109,6 pontos em agosto).

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Índice de Produção na Construção e Obras Públicas – INE

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Em setembro de 2021, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 2,0%, inferior em 0,4 p.p. ao valor verificado no mês anterior (2,4%).

A Construção de Edifícios cresceu 0,1% (variação nula em agosto). A Engenharia Civil desacelerou 1,1 p.p. para uma taxa de variação de 4,9%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,3 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 1,5% (1,2% em agosto de 2021).

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 104,5 pontos em setembro de 2021, diminuindo 1,4 pontos em relação ao mês precedente (105,9 pontos em agosto). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 105,1 pontos em agosto para 102,5 em setembro e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 107,2 pontos em agosto para 107,5 pontos em setembro.

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Estatísticas do Emprego – INE

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No 3.º trimestre de 2021, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 6,1%, inferior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao registado no trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 318,7 mil indivíduos, registando uma diminuição de 7,8 % face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 4878,1 mil indivíduos, mais 1,4% do que o verificado no trimestre anterior.

 

 

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Segundo a dimensão regional, a região com a taxa de desemprego mais alta foi a Madeira com 7,3%, seguindo-se os Açores com 6,9% e a AM Lisboa com 6,7%.

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Indicadores económico-financeiros das empresas não financeiras privadas – Banco de Portugal

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De acordo com o Banco de Portugal, as estatísticas apuradas com base na informação da IES confirmam que, em 2020, o volume de negócios das empresas caiu 9,7%.

Esta diminuição, transversal à maioria das empresas, foi mais acentuada nos sectores mais afetados pela pandemia de COVID-19, nomeadamente no alojamento e restauração (-42,5%), nas atividades artísticas, de espetáculos, desportivas e recreativas (-35,5%) e nos transportes e armazenagem (-24,2%). Ainda assim, em alguns sectores, o volume de vendas e serviços prestados aumentou, nomeadamente na construção (3,0%) e nas atividades de informação e comunicação (4,4%).

A redução de atividade afetou os resultados das empresas que, medidos antes de amortizações, depreciações, juros e impostos (EBITDA) decresceram 18,9% face a 2019.

 

Em 2020, a rendibilidade do ativo (rácio entre o EBITDA e o total do ativo) caiu para 5,9% (7,6% em 2019) e a rendibilidade dos capitais próprios (rácio entre o resultado líquido e o capital próprio) desceu para 3,8%, metade do valor de 2019. Ou seja, por cada 100 euros investidos pelos acionistas, foram gerados 3,8 euros de resultado líquido (7,4 euros em 2019).

A queda da rendibilidade foi mais acentuada nas empresas dos sectores dos transportes e armazenagem e do alojamento e restauração, que registaram rendibilidades próximas de -20%.

Em 2020, 44,5% das empresas apresentaram resultados líquidos negativos (36,9% em 2019). O aumento da percentagem de empresas em potencial situação de risco foi mais expressivo no sector do alojamento e restauração (neste sector, a percentagem de empresas com resultados líquidos negativos passou de 45,7% em 2019 para 67,3% em 2020).

Para além disso, 38% das empresas apresentaram um EBITDA negativo (31,1% em 2019) e, para 18,7% das empresas, o EBITDA gerado não foi suficiente para cobrir os gastos de financiamento (14,1% em 2019).

A percentagem de empresas com capital próprio negativo (empresas cujo valor do passivo superou o valor do ativo) teve um ligeiro aumento: passou de 25,5% em 2019 para 26,4% em 2020.

Apesar da redução de atividade ter sido generalizada aos vários sectores de atividade, a situação económica das empresas não foi afetada da mesma forma: no seu conjunto as empresas continuaram a reforçar os capitais próprios e a autonomia financeira (medida pelo peso do capital próprio no balanço) aumentou para 38,1% em 2020 (36,5% em 2019). A exceção foram as empresas dos sectores de transportes e armazenagem e de alojamento e restauração, cuja autonomia financeira caiu de 23,3% para 18,6% e de 32,7% para 30,2%, respetivamente.

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