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Banco de Portugal – Emissões de Títulos de Dívida

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Em setembro de 2021, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -1 046 milhões de euros, o que compara com um valor de -2 121 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 767 milhões de euros (-386 milhões de euros registados no mês anterior).

 

No final de setembro de 2021, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 310 644 milhões de euros, diminuindo 2740 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 0,2%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 33 169 milhões de euros, aumentando 776 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 5,6%.

 

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INE – Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria

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Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em setembro de 2021, variações homólogas de 1,3% e 4,0%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,5 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (0,8% no mês de agosto de 2021), enquanto o Índice de Remunerações registou 4,0% (5,1% em agosto de 2021). O Índice de Horas Trabalhadas na Indústria registou uma variação homóloga de -0,2% em setembro de 2021, diminuindo 0,8 p.p. face à registada em agosto de 2021.

 

 

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INE – Índice de Volume de Negócios na Indústria

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Em setembro de 2021, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total registou uma variação homóloga (VH) de 11,6%, diminuindo 2,2 p.p.  em relação ao observado no mês de agosto de 2021 (13,8% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 6,2% e 22,1%, após terem registado variações de 8,0% e 25,2% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -15,7% e 28,1%, após terem registado variações de -17,2% e 24,5% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram, em setembro de 2021, uma variação homóloga de 16,2%, diminuindo 1,4 p.p. em comparação com o mês anterior (17,6%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 3,2 p.p. em termos homólogos (8,3% em setembro face aos 11,5% registados em agosto).

 

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INE – Estatísticas do Comércio Internacional de Bens

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No período de julho a setembro de 2021, as exportações de bens registaram um aumento de 12,4% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 20,2% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 1729,6 milhões de euros no período analisado.

 

Em setembro de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 10,3% e 17,5%, respetivamente (16,9% e 21,9%, pela mesma ordem, em agosto de 2021). Face a setembro de 2019, verificaram-se variações de 10,8% e 7,8%. Destacam-se os acréscimos nas exportações e importações de Fornecimentos industriais (28,1% e 33,7%, respetivamente; 25,0% e 31,3% face a setembro de 2019) e nas importações de Combustíveis e lubrificantes (102,1%; 21,3% em relação a setembro de 2019).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em setembro de 2021, as exportações aumentaram 7,8% e as importações cresceram 10,2% face a setembro de 2020 (respetivamente 13,1% e 16,3% em agosto de 2021).

 

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No período de julho a setembro de 2021, a taxa de cobertura total foi de 75,6%, correspondendo a um decréscimo de 5,2 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 74,0%, no Comércio Extracomunitário foi de 79,7% e na Zona Euro foi de 72,6%.

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Em setembro de 2021, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -1718,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -657,7 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1 468,7 milhões de euros.

 

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Eurostat – Comércio a Retalho

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Em setembro de 2021, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 0,3% na Zona Euro e 0,2% na UE27, face ao mês anterior. Em agosto de 2021, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 1,0% na Zona Euro e 0,8% na UE27.

Portugal registou um aumento de 1,4% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,6% em agosto de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2021, os maiores aumentos foram registados na Estónia (7,1%), Eslováquia (2,9%) e Luxemburgo (2,3%). As maiores diminuições ocorreram na Alemanha (-2,5%), Finlândia (-1,9%) e Países Baixos (-1,2%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 2,5% na Zona Euro e 3,2% na UE27, em setembro de 2021.

Portugal registou um aumento homólogo de 2,6%, após ter registado um aumento homólogo de 3,2% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para setembro de 2021, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Eslovénia (17,1%), Estónia (16,8%) e Malta (15,0%). Foram registadas diminuições na Alemanha (-1,1%), Áustria (-0,3%) e Espanha (-0,1%).

 

 

(Gráfico: Eurostat)

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INE – Estatísticas dos Transportes e Comunicações

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Segundo o INE, em 2020, o impacto negativo da pandemia COVID-19 verificou-se em todos os modos de transporte, tendo-se registado decréscimos no número de passageiros transportados por ferrovia (-41,7%), metropolitano (-47,8%), rodovia (-42,0%) e fluvial (-42,8%), após as variações positivas registadas no ano anterior (+18,9%, +10,6%, +4,2% e +6,7%, em 2019, pela mesma ordem). O transporte aéreo de passageiros registou o maior impacto, com uma diminuição de 69,4% do movimento de passageiros nos aeroportos e aeródromos nacionais (+6,8% em 2019).

O transporte de mercadorias apresentou decréscimos menos acentuados: na via aérea (-29,4%, +12,0% em 2019), na ferrovia (-10,6%, -8,4% em 2019), no modo marítimo (-7,0%, -5,6% em 2019) e no transporte rodoviário em veículos nacionais (-14,8%, -2,2% em 2019).

O volume de tráfego associado ao acesso à internet por banda larga alcançou os 10,1 mil milhões de GB, tendo crescido de forma extraordinária (+60,6%, após +28,7% em 2019 e +44,8% em 2018).

 

 

(Gráfico: INE)

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Banco de Portugal – Indicador diário de atividade económica

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Na última semana de outubro, o indicador diário de atividade económica aponta para uma taxa de variação da atividade em linha com a observada na semana anterior.

 

 

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Notas: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

Eurostat – Taxa de Desemprego

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Em setembro de 2021, a taxa de desemprego (ajustada para a sazonalidade) estimada para Portugal foi 6,4%, aumentando 0,1 p.p. em relação à percentagem registada no mês anterior (6,3%). Em termos homólogos, a taxa de desemprego registou uma diminuição de 1,6 p.p. (8,0%).

Para Espanha, a taxa de desemprego estimada, em setembro de 2021, situou-se em 14,6%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior (14,8%) e apresentou uma variação de -1,9 p.p. face ao verificado no período homólogo (16,5%).

Para a Zona Euro, o Eurostat estima que a taxa de desemprego, em setembro de 2021, se tenha situado em 7,4%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (7,5%) e diminuindo 1,2 p.p. em termos homólogos (8,6%). Na UE27, a taxa de desemprego estimada foi 6,7%, diminuindo 0,2 p.p. relativamente ao mês anterior.

 

Em setembro de 2021, o Eurostat estima que a taxa de desemprego <25 anos registada em Portugal tenha sido de 23,7%, aumentando 0,8 p.p. em relação ao mês anterior. Em termos homólogos, registou uma diminuição de 0,5 p.p. (24,2%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 5,3%, aumentando 0,1 p.p. relativamente ao mês precedente.

Para Espanha, a taxa de desemprego <25 anos estimada situou-se em 30,6%, em setembro de 2021, diminuindo 1,1 p.p. face ao mês anterior e registando uma variação de -10,4 p.p. face ao verificado no período homólogo (41,0%). Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥ 25 anos estimada foi 13,4%, diminuindo 0,1 p.p. em relação ao mês de agosto de 2021 (13,5%)

Para a Zona Euro, a taxa de desemprego <25 anos fixou-se, em setembro de 2021, nos 16,0%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao mês anterior. Para o mesmo período, a taxa de desemprego ≥25 anos estimada foi 6,6%, diminuindo 0,1 p.p. em relação a agosto de 2021. Na UE27, a taxa de desemprego <25 anos foi 15,9%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior, e a taxa de desemprego ≥25 anos foi 5,9%, menos 0,1 p.p. que o mês anterior. 

 

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BCE – Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro

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No mês de setembro de 2021, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 2,00%, aumentando 0,13 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 1,49% e 1,36% em agosto para 1,42% e 1,36% em setembro, respetivamente.

 

 

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Em setembro de 2021, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) aumentou 0,12 p.p., de 1,91% para 2,03%. A Taxa de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros diminuiu de 2,48% para 2,47% e até 1 milhão de euros manteve-se inalterada em 2,22%, face ao mês precedente. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro subiu para 1,76%, o que compara com 1,46% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

 

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No mês de setembro de 2021, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 0,06%, diminuindo 0,01 p.p face ao mês anterior. Neste mês a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 1,94 p.p.

Relativamente a Espanha, as taxas de juro de Novos Depósitos foram de 0,33% em setembro de 2021.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal relativamente à comparação apresentada.

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