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Banco de Portugal – Taxa de Juro dos Novos Empréstimos das IFM

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Em setembro de 2021, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal aumentaram 0,04 p.p., de 2,14% em agosto para 2,18%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro aumentaram 0,13 p.p. em comparação com o mês precedente, fixando-se em 2,03%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro diminuíram 0,05 p.p., registando um valor de 2,34%. 

 

Entre agosto e setembro de 2021, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros mantiveram-se em 2,22% e acima de 1 milhão de euros aumentou 0,30 p.p., fixando-se em 1,76%.

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação não apresentaram alterações entre agosto e setembro de 2021, fixando-se em 0,80%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo diminuíram 0,15 p.p., fixando-se em 6,51%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins diminuíram 0,31 p.p. entre agosto e setembro de 2021, fixando-se em 3,35%.

 

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Banco de Portugal – Montantes dos Novos Empréstimos

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Em setembro de 2021, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 4 251 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 8,7% (menos 3,2 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de -4,8% (menos 1,0 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 29,5% (menos 6,5 p.p. face a agosto de 2021).

 

 

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 37 131 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de -7,1%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 20 758 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de -23,0% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 16 373 milhões de euros, atingindo os 25,9% de variação homóloga acumulada.

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Banco de Portugal – Dívida Pública

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Segundo o Banco de Portugal, em setembro de 2021, a Dívida Pública situou-se em 271,5 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição de 2,1 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 4,5 mil milhões de euros face ao mês homólogo. A instituição refere que esta redução refletiu, essencialmente, a amortização de títulos de dívida no valor de 2,0 mil milhões de euros.

 

Em setembro de 2021, a Dívida Pública foi de 131,4% do PIB, o que representa uma diminuição de 4,0 p.p. face ao trimestre anterior e de 0,2 p.p. face ao trimestre homólogo.

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INE – Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego

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A população empregada, em setembro de 2021, foi estimada em 4 817,8 mil pessoas, diminuindo 0,3% face ao mês anterior (15,1 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 62,7%, tendo diminuído 0,2 p.p. face ao mês anterior.

 

 

A população desempregada, estimada em 331,3 mil pessoas, aumentou 1,9% em relação ao valor registado para o mês anterior (6,2 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,4%, tendo aumentado 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 6,4% para 6,3%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 23,7%, tendo aumentado 0,8 p.p. em relação ao mês anterior. A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,3% e aumentou 0,1 p.p. em relação ao mês anterior.

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Em setembro de 2021, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 62,8% (63,1% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,4% (6,2% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

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Champions during Crises Scenarios: High Growth and Persistent High Growth Firm – 20 de outubro

Our paper aims to participate to the growing policy discussion on high-growth firms (HGFs) by analyzing persistence of high growth patterns over crisis. During downturn periods, such as post pandemic one, policy makers seek sources to maintain competitiveness and accelerate growth. Being dynamic players in economic growth and job creation, persistent high-growth firms are notable candidates for assuming that role under such circumstances. Therefore, in this study we explore the determinants and characteristics of HGFs and persistent high-growth firms (PHGF) in a crisis scenario.

Mariasole Bannò, Assistant Professor at Università degli Studi di Brescia, holds a PhD in Economics and Management of Technology in 2009 and then she was research fellow at University of Trento till 2015. From 2017 she is a European expert for the evaluation of project submitted to public funding, Horizon 2020 and SME instruments. She published several articles, a monography and book chapters in international publications, in the field of economics and management. Her research interests concern: public policy evaluation, family business, innovation and internationalization of firms and gender issue.

Celeste Amorim Varum, Associate Professor with habilitation at the University of Aveiro, currently designated as Advisor of the Secretary of State for Tourism at the Ministry of Economics and Digital Transition of Portugal. Holds a PhD in Economics from University of Reading from 2002. Among other roles, she was Expert Member of the Strategic Forum for Important Projects of Common European Interest (IPCEI) – European Commission – DG-Grow in 2018-2020. She published several articles, books and book chapters in international publications, in the field of economics and management. Her research interests concern: public policy evaluation and competitiveness factors of firms and regions, with particular emphasis on issues of innovation and internationalization.

 

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Comércio internacional da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar (1º Semestre 2020 e 2021)

Portugal, detentor de uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas (ZEE) a nível europeu e
mundial, mantém no âmbito da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar, uma
balança comercial deficitária, representando as importações (Fob) um valor cerca de duas
vezes superior ao das exportações (Fob).

 

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Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com Marrocos (2016 a 2020 e janeiro-agosto 2020-2021)

As trocas comerciais de mercadorias entre Portugal e Marrocos aumentaram significativamente
a partir de 2009. As importações, que em 2009 se situavam em 58 milhões de Euros, atingiram
183 milhões em 2020. Por sua vez, as exportações aumentaram, no mesmo período, de 215
milhões para 626 milhões de Euros.

 

Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com Marrocos.pdf

TE 90 – Avaliação do Impacto da Web Summit

Para conhecer os impactos de curto prazo da Web Summit na economia Portuguesa, o Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério de Economia encomendou um estudo, publicado em 2018, no qual foram estimados os impactos de curto prazo em vários agregados macroeconómicos e no emprego derivados do aumento de atividade associado ao evento. Na sequência dessa iniciativa, o Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério de Economia requereu uma atualização do estudo de impacto macroeconómico. Simultaneamente, encomendou dois estudos complementares, um para conhecer as perceções sobre o evento das start-ups portuguesas participantes na Web Summit e um outro para aferir as perceções de um conjunto de empresas multinacionais que recentemente materializaram investimentos em âmbitos tecnológicos no país, sobre o evento e sobre o seu contributo em matéria de atração de investimento tecnológico. Este último estudo inclui uma componente sobre captação de investimento tecnológico em geral que produziu resultados de interesse e recomendações de política com valor acrescentado.

Os três estudos solicitados são tratados neste documento como três componentes de um único estudo, embora sejam independentes do ponto de vista das bases informacionais, da metodologia, da análise dos resultados e, inclusivamente, em termos de conclusões e recomendações, as quais devem ser interpretadas como complementares. As componentes dois e três do estudo, sobre perceções, apresentam alguns resultados aparentemente contraditórios, nomeadamente em matéria de organização do evento, no entanto essas divergências justificam-se porque os grupos-alvo em ambas as componentes são diferentes e têm, portanto, objetivos de participação e expectativas completamente diferentes.

Em termos sintéticos pode concluir-se que: i) a Web Summit tem produzido um impacto macroeconómico muito relevante no país, especialmente na cidade de Lisboa, e que esse impacto tem vindo a crescer ano após ano em resultado do crescimento anual do número de participantes; ii) as start-ups portuguesas participam na Web Summit fundamentalmente para fazer networking e para aumentar a sua visibilidade, e, em menor medida, para encontrar novos clientes e captar apoio financeiro; iii) para além de fazer networking e aumentar a sua visibilidade, essas empresas indicam como principais benefícios da participação no evento validar a sua ideia de negócio e adquirir competências e capacidades em diversos domínios; iv) para aumentar os potenciais benefícios da Web Summit nas start-ups portuguesas, nomeadamente em termos de acesso a fundos/parceiros, deve ser melhorado o processo de vinculação entre investidores/parceiros e start-ups no âmbito do evento; v) em geral, as multinacionais que nos últimos anos investiram em âmbitos tecnológicos em Portugal têm uma perceção muito favorável da Web Summit e consideram que gera impactos muito positivos sobre a economia portuguesa a diferentes níveis; vi) embora não exista uma relação direta entre os seus investimentos e o evento, este teve, em quase todos os casos, uma importância significativa, dado que sinaliza os recursos e capacidades do país e evidencia a aposta do governo por desenvolver sectores intensivos em inovação e tecnologia; vii) estas empresas participam no evento fundamentalmente para fazer networking, mas também para conhecer as últimas novidades tecnológicas e monitorizar desenvolvimentos; viii) as tecnológicas consideram Portugal um destino atrativo para os seus investimentos e tencionam reforçar a sua capacidade no país nos próximos anos; viii) não obstante o país tenha boas condições para o acolhimento de investimento em centros, hubs e unidades de inovação e de desenvolvimento tecnológico, o governo deve trabalhar conjuntamente com os atores relevantes para reforçar o seu posicionamento neste mercado e adotar práticas inovadoras e uma atitude mais pró-ativa em matéria de captação de investimento tecnológico.

 

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INE – Estimativa Rápida do PIB – 3º trimestre de 2021

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De acordo com o INE, o Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 4,2% no 3º trimestre de 2021. No trimestre anterior, a variação homóloga do PIB tinha sido 16,1%, resultado influenciado, em grande medida, pelo forte impacto da pandemia no 2º trimestre de 2020.

A dissipação parcial deste efeito de base traduziu-se num contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB menor que o apurado no trimestre anterior. Por sua vez, o contributo da procura externa líquida foi ligeiramente mais negativo no 3º trimestre, traduzindo um aumento das Importações de Bens e Serviços mais acentuado que das Exportações de Bens e Serviços. Refira-se ainda que, no 3º trimestre de 2021, o deflator das exportações e, em maior grau, o deflator das importações terão registado crescimentos expressivos, sobretudo relacionados com a evolução dos preços dos produtos energéticos e das matérias-primas, prolongando-se a perda nos termos de troca observada no trimestre precedente.

Comparativamente com o 2º trimestre de 2021, o PIB aumentou 2,9% em volume, verificando-se um contributo positivo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB, que tinha sido negativo no 2º trimestre, e um contributo positivo menos intenso da procura interna no 3º trimestre de 2021. O crescimento do PIB no 3º trimestre de 2021 reflete a diminuição gradual das restrições impostas pela pandemia, acompanhando o aumento do ritmo de vacinação contra a COVID-19, após dois trimestres com resultados opostos: a forte redução do PIB no 1º trimestre (-3,3%), determinada pelo confinamento geral e um aumento de 4,4% no 2º trimestre, marcado pelo levantamento gradual das restrições à mobilidade.

 

 

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