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INE – Índice de Produção Industrial

123

Em setembro de 2021, o Índice de Produção Industrial (ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade) registou uma variação homóloga (VH) de -5,4%, o que corresponde a um aumento de 4,2 pontos percentuais (p.p.) relativamente à do mês anterior (-9,6%).

Os agrupamentos industriais de Bens de Consumo e de Energia registaram variações homólogas de -4,5% e -16,9%, respectivamente. Os Bens Intermédios registaram uma variação homóloga de 5,0%.

A variação média dos últimos 12 meses do Índice de Produção Industrial foi de 2,8%, diminuindo 0,7 p.p. em relação ao mês anterior.

 

 

As secções das Indústrias Transformadoras e da Eletricidade e Gás registaram variações homólogas de -3,4% e -18,1%, respectivamente.

 

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INE – Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho

121

Em setembro de 2021, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 2,7%, inferior em 0,8 p.p. à observada em agosto de 2021 (3,5%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de 2,1% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 3,2%, valores que comparam com 3,8% e 3,3% no mês anterior, respetivamente.

 

 

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INE – Estimativa Rápida do IPC/IHPC

118

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 1,8% em outubro de 2021 (1,5% setembro). O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 1,1% (0,9% no mês anterior). Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 13,3% (10,5% no mês precedente) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de -0,7% (-0,4% em setembro).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC ter-se-á fixado em 0,5% (0,9% em setembro de 2021 e 0,1% em outubro de 2020).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 0,8% (0,6% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 1,8% (1,3% no mês anterior).

 

 

(Gráfico: INE)

 

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INE – Atividade turística – estimativa rápida

117

O sector do alojamento turístico registou 2,1 milhões de hóspedes e 5,6 milhões de dormidas em setembro de 2021, correspondendo a aumentos homólogos de 52,3% e 58,4%, respetivamente (+35,5% e +47,9% em agosto, pela mesma ordem). Os níveis atingidos em setembro de 2021 foram, no entanto, inferiores aos observados em setembro de 2019, tendo diminuído o número de hóspedes e de dormidas, 28,9% e 26,6%, respetivamente.

Em setembro, o mercado interno contribuiu com 2,6 milhões de dormidas e aumentou 26,8%, continuando a superar os níveis do período homólogo de 2019 (+15,6%). As dormidas de não residentes duplicaram face a setembro de 2020 (+100,7%) e totalizaram 3,0 milhões de dormidas, mas foram cerca de metade das registadas em setembro de 2019 (-43,9%).

As dormidas registadas nos primeiros nove meses de 2021 já superaram o valor registado para a totalidade do ano de 2020. Neste período, as dormidas totais aumentaram 19,5%, resultante de crescimentos de 28,7% nos residentes e de 9,4% nos não residentes. As dormidas de residentes cresceram em todas as regiões, destacando-se a RA Madeira (+109,9%) e a RA Açores (+96,3%). As dormidas de não residentes apenas diminuíram na AM Lisboa (-6,1%), salientando-se o acréscimo na RA Açores (+127,1%). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 54,0% (-14,4% nos residentes e -71,2% nos não residentes).

Em setembro, 19,5% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (17,4% em agosto).

 

 

(Tabela: INE)

 

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Banco de Portugal – Moratórias de Crédito

114

No final de setembro de 2021, o montante global de empréstimos abrangidos por moratórias era de 19,2 mil milhões de euros, menos 17,2 mil milhões do que em agosto. Esta variação reflete as reduções de 8,7 mil milhões de euros nos empréstimos concedidos a particulares e de 8,1 mil milhões de euros nos empréstimos a sociedades não financeiras, e resulta do término da moratória pública a 30 de setembro de 2021 (para as adesões que ocorreram até 30 de setembro de 2020). Esta evolução prolongar-se-á pelo mês de outubro, uma vez que algumas instituições só registam o fim destas moratórias após o final de setembro.

 

 

No final de setembro, o montante de empréstimos dos particulares abrangidos por moratórias era de 5,4 mil milhões de euros, correspondendo a 4,2% do total de empréstimos dos particulares (que compara com 11,1% em agosto).

A redução de 8,1 mil milhões de euros nos empréstimos em moratória de sociedades não financeiras foi justificada pelo decréscimo transversal em todos os sectores de atividade.

 

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No final de setembro, os empréstimos das sociedades não financeiras em moratória totalizavam 13,4 mil milhões de euros, correspondendo a 17,6% dos seus empréstimos (que compara com 28,5% em agosto). O sector do alojamento e restauração continuava a ser o sector com maior proporção de empréstimos em moratória. Em setembro, 37,1% do montante de empréstimos concedidos a este sector encontrava-se em moratória, menos 17,8 p.p. do que em agosto.

 

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Nos sectores mais vulneráveis, tais como definidos no Decreto-Lei n.º 22-C/2021, de 22 de março de 2021, existiam, em setembro, 16,5 mil empresas abrangidas por moratórias. O montante de empréstimos com pagamento suspenso era de 5,3 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição de 2,9 mil milhões de euros face a agosto.

 

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Eurostat – Estimativa Rápida PIB da Zona Euro e UE (preliminar)

112

De acordo com a estimativa divulgada pelo Eurostat, durante o 3º trimestre de 2021, a Zona Euro registou uma variação trimestral do PIB de 2,2%, mais 0,1 p.p. que no trimestre anterior (2,1%). A variação homóloga do PIB foi de 3,7%, depois de ter registado 14,2% no 2º trimestre de 2021.

No que respeita à EU27, a variação trimestral do PIB foi de 2,1%, mais 0,1 p.p. que no trimestre anterior (2,0%). A variação homóloga do PIB foi de 3,9%, o que compara com 13,7% registado no trimestre anterior.

No 3º trimestre de 2021, Portugal registou uma variação do PIB de 2,9% em relação ao trimestre anterior (4,4% no trimestre anterior) e uma variação de 4,2% em relação ao trimestre homólogo (16,1% no 2º trimestre de 2021).

Entre os Estados-Membros, para os quais existem dados disponíveis para o 3º trimestre de 2021, a Áustria (+ 3,3%) registou o maior aumento em relação ao trimestre anterior, seguida pela França (+ 3,0%) e Portugal (+ 2,9%). O menor crescimento foi registado na Letónia (+ 0,3%) e o PIB ficou estável na Lituânia (0,0%). As taxas de crescimento homólogas foram positivas para todos os países.

 

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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(Tabela: Eurostat)

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

110

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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INE – Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores

108

Em outubro de 2021, o Indicador de Clima Económico aumentou de 1,6 para 2,4 (%, vcs).

 

 

Entre setembro e outubro de 2021, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 7,9 para 12,9 e o do Comércio aumentou de 2,0 para 5,5. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -2,6 para -3,4 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -4,3 para -4,0. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -11,0 (sre, ve) em outubro de 2021 ( -9,9 em setembro de 2021).

 

109

 

Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19

 

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