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Banco de Portugal – Emissões de Títulos de Dívida

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Em agosto de 2021, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -2105 milhões de euros, o que compara com um valor de -688 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -386 milhões de euros (672 milhões de euros registados no mês anterior).

 

 

No final de agosto de 2021, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 313 324 milhões de euros, diminuindo 2853 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 1,3%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 32 380 milhões de euros, diminuindo 298 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 1,7%.

 

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INE – Estatísticas do Comércio Internacional de Bens

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No período de junho a agosto de 2021, as exportações de bens registaram um aumento de 16,2% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 24,4% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 1807,3 milhões de euros no período analisado. Comparando com o trimestre terminado em agosto de 2019, as exportações e as importações aumentaram 8,2% e 3,2%, respetivamente.

No período acumulado de janeiro a agosto de 2021, face ao mesmo período de 2019, verificou-se um aumento de 4,1% nas exportações (+21,5% face ao mesmo período de 2020) e um decréscimo de 2,8% nas importações (+18,1% face a 2020).

 

 

Em agosto de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +16,6% e +21,9%, respetivamente (+11,4% e +21,2%, pela mesma ordem, em julho de 2021). Face a agosto de 2019, verificaram-se variações de +14,1% e +12,3%. Destacam-se os acréscimos nas exportações e importações de Fornecimentos industriais (+37,8% e +45,0%, respetivamente; +26,1% e +36,4% face a agosto de 2019).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em agosto de 2021, as exportações aumentaram 12,8% e as importações cresceram 16,0% face a agosto de 2020 (respetivamente 8,3% e 15,0% em julho de 2021).

 

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No período de junho a agosto de 2021, a taxa de cobertura total foi de 75,8%, correspondendo a um decréscimo de 5,4 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 72,8%, no Comércio Extracomunitário foi de 83,8% e na Zona Euro foi de 71,7%.

 

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Em agosto de 2021, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -1754,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -512,1 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1254,9 milhões de euros.

 

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INE – Índice de Volume de Negócios nos Serviços

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Em agosto de 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 14,1%, superior em 4,9 p.p. ao valor registado em julho de 2021 (9,2%).

 

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 113,0 pontos em agosto de 2021, diminuindo 3,9 pontos em relação ao mês precedente (116,9 pontos em julho de 2021).

 

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INE – Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços

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Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em agosto de 2021, variações homólogas de 1,1%, 3,3% e 4,3%, respectivamente, o que compara com 1,0%, 4,2% e 3,6% registados no mês anterior.

 

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em agosto de 2021, valores de 103,9 pontos, 112,3 pontos e 95,2 pontos, respectivamente, o que compara com 103,7 pontos, 124,2 pontos e 98,6 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

 

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INE – Índice de Produção na Construção e Obras Públicas

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Em agosto de 2021, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 2,6%, inferior em 1,6 p.p. ao valor verificado no mês anterior (4,2%). A Construção de Edifícios cresceu 0,1% (1,2% em julho) e a Engenharia Civil desacelerou 2,5 p.p., para uma taxa de variação de 6,5%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,3 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 1,3% (1,0% em julho de 2021).

 

 

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 106,3 pontos em agosto de 2021, aumentando 2,5 pontos em relação ao mês precedente (103,8 pontos em julho). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 101,8 pontos em julho para 105,2 em agosto e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 106,9 pontos em julho para 108,0 pontos em agosto.

 

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INE – Índices de Emprego e Remunerações na Construção

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Em agosto de 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 1,6% e 5,8%, respetivamente. No mês de julho de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,0% e 5,6%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 0,9% no Índice de Emprego e de 4,4% no Índice de Remunerações.

 

 

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em agosto de 2021, um valor de 103,8 pontos, diminuindo 0,3 pontos relativamente ao mês precedente (104,1 pontos). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 109,6 pontos em agosto de 2021, diminuindo 13,9 pontos em relação ao mês anterior (123,6 pontos).

 

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INE – Índice de Volume de Negócios na Indústria

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Em agosto de 2021, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total registou uma variação homóloga (VH) de 13,8%, aumentando 1,6 p.p. em relação ao observado no mês de julho de 2021 (12,2% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 8,3% e 24,9%, após terem registado variações de 0,8% e 21,1% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -16,8% e 24,6%, após terem registado variações de 4,9% e 21,2% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram em agosto de 2021 uma variação homóloga de 17,4%, diminuindo 0,9 p.p. em comparação com o mês anterior (18,4%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 3,7 p.p. em termos homólogos (11,8% em agosto de 2021 face aos 8,1% registados em julho de 2021).

 

 

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INE – Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria

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Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em agosto de 2021, variações homólogas de 0,9% e 5,1%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,2 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (0,8% no mês de julho de 2021), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,7 p.p. em relação ao mês anterior (5,8% em julho de 2021). O Índice de Horas Trabalhadas na Indústria registou uma variação homóloga de 0,8% em agosto de 2021, diminuindo 0,9 p.p. face à registada em julho de 2021.

 

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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Banco de Portugal – Indicador diário de actividade económica

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Na semana terminada a 3 de outubro, o indicador diário de atividade económica (DEI) evoluiu em linha com as semanas anteriores. A taxa bienal correspondente diminuiu face à semana anterior.

 

 

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Notas: O  Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

 

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