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Banco de Portugal – Boletim Económico

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O Boletim Económico de outubro prevê um aumento do PIB de 4,8% para 2021, mantendo a previsão das projecções de junho de 2021.

Revê em baixa o contributo das Exportações para o crescimento do PIB de 2,5 p.p. para 1,8 p.p. e também revê em alta o contributo da Procura interna em 0,6 p.p. (de 2,4 p.p. nas projecções de junho para 3,0 p.p.).

No que se refere ao Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), as previsões do BdP para 2021 são de 0,9%, aumentando 0,2 p.p. face às projecções de junho.

Relativamente à Balança Corrente e de Capital (em % do PIB), o valor para 2021 é revisto em alta de 0,9% para 1,0%.

 

 

(Tabela: Banco de Portugal)

 

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Eurostat – Comércio a Retalho

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Em agosto de 2021, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 0,3% na Zona Euro e 0,3% na UE27, face ao mês anterior. Em julho de 2021, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de -2,6% na Zona Euro e -2,1% na UE27.

Portugal registou um aumento de 0,3% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 0,8% em julho de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2021, os maiores aumentos foram registados em Malta (2,7%), Irlanda (2,5%) e Eslováquia (2,0%). As maiores diminuições ocorreram na Dinamarca (-1,4%), Estónia e França (ambas -1,2%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho manteve-se na Zona Euro e aumentou 1,1% na UE27, em agosto de 2021.

Portugal registou um aumento homólogo de 2,9%, após ter registado um aumento homólogo de 2,3% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para agosto de 2021, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados em Malta (19,6%), Croácia (18,1%) e Eslovénia (12,3%). As maiores reduções foram em Portugal (-15,4%), Eslováquia (-14,7%) e Malta (-8,9%). Foram registadas diminuições na Bélgica (-4,9%), França (-2,1%), Espanha e Luxemburgo (ambos -1,3%). O único decréscimo foi registado no Luxemburgo (-3,2%).

 

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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TE 89 – Digitalisation, Skills and Cybersecurity in Portugal – Critical Factors in a Digital Economy driven by Covid-19

A evolução das tecnologias de informação e comunicação e a transição para uma sociedade cada vez mais digital registaram progressos nos últimos anos, mas tiveram um impulso particularmente relevante devido à pandemia da Covid-19. A rápida transição digital que ocorreu desde então permitiu que os atores, públicos e privados, encontrassem rapidamente soluções para muitos dos desafios, por exemplo, em termos de melhoria das ferramentas digitais que possibilitaram o trabalho e a aprendizagem remotos. Nesse contexto, a pandemia Covid-19 impulsionou fortemente a transformação digital.

Este Tema Económico é publicado na sequência dos anteriores sobre “A Economia da Cibersegurança” e a “Cibersegurança em Portugal” e procura fazer uma avaliação da área digital em Portugal, tendo em conta os diferentes atores (famílias/cidadãos, empresas e Estado/administração pública) e os principais temas em discussão nesta área (adoção digital, comércio eletrónico, inovação, inteligência artificial, cibersegurança e qualificações), comparando as informações, quando possível, com outros países. Além disso, embora ainda haja pouca informação disponível, o estudo inclui dados sobre o impacto da pandemia da Covid-19 na área digital.

Considerando a situação atual de Portugal e a importância da digitalização para o crescimento da economia, o documento aponta 5 principais desafios que o país enfrenta no caminho da transformação digital da economia e da sociedade: (i) competências e literacia digitais adequadas, (ii) combate à desigualdade digital (quanto à geografia, sexo, idade, nível de literacia ou rendimento), (iii) futuro do teletrabalho, (iv) cibersegurança e privacidade, e (v) investimento em inovação e em investigação e desenvolvimento.

O documento também destaca a necessidade de garantir uma utilização eficiente dos fundos europeus, em particular do Plano de Recuperação e Resiliência. O Plano de Recuperação e Resiliência é transversal e está associado a outros programas principais como o Quadro Financeiro Plurianual 2021-27 (incluindo o Portugal 2030), o plano de ação do Pilar Europeu dos Direitos Sociais e a estratégia incluída na Década Digital.

 

TE 89 – Digitalisation, Skills and Cybersecurity in Portugal – Critical Factors in a Digital Economy driven by Covid-19.pdf

Banco de Portugal – Montantes dos Novos Empréstimos

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Em agosto de 2021, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 3 879 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 11,9% (mais 6,0 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de -3,8% (mais 5,0 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 35,9% (mais 1,7 p.p. face a julho de 2021).

 

 

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 32 880 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de -8,8%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 18 502 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de -24,8% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 14 378 milhões de euros, atingindo os 25,4% de variação homóloga acumulada.

 

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Banco de Portugal – Taxa de Juro dos Novos Empréstimos das IFM

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Em agosto de 2021, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal aumentaram 0,02 p.p., de 2,12% em julho de 2021 para 2,14%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro diminuíram 0,09 p.p. em comparação com o mês precedente, fixando-se em 1,91%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro aumentaram 0,12 p.p., registando um valor de 2,39%. 

 

 

Entre julho de 2021 e agosto de 2021, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros aumentaram 0,01 p.p. e acima de 1 milhão de euros diminuíram 0,29 p.p., fixando-se em 2,22% e 1,46%, respetivamente.

 

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação não apresentaram alterações entre julho e agosto de 2021, fixando-se em 0,80%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo aumentaram 0,19 p.p., fixando-se em 6,66%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins aumentaram 0,22 p.p. entre julho e agosto de 2021, fixando-se em 3,66%.

 

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Banco de Portugal – Dívida Pública

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Segundo o Banco de Portugal, em agosto de 2021, a Dívida Pública situou-se em 273,6 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição de -1,0 mil milhões de euros face ao mês anterior e um aumento de 6,4 mil milhões de euros face ao mês homólogo.

A instituição refere que esta redução refletiu, essencialmente, a amortização de títulos de dívida no valor de 1,3 mil milhões de euros, que foi parcialmente compensada pelo aumento de empréstimos obtidos ao abrigo do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, no montante de 0,4 mil milhões de euros. O financiamento concedido por este Mecanismo – que está no centro do pacote europeu “Next Generation EU” – destina-se a apoiar a recuperação económica dos países da União Europeia da crise provocada pela pandemia de COVID-19.

 

 

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BCE – Taxa de Juro Novos Empréstimos e Novos Depósitos na Área Euro

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No mês de agosto de 2021, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) fixou-se em 1,87%, diminuindo 0,13 p.p. face ao mês anterior.

Relativamente a Espanha e Alemanha, as taxas de juro de Novos Empréstimos com maturidade original até 1 ano dos Bancos (IFM) às Empresas (SNF) passaram de 1,61% e 1,40% em julho para 1,49% e 1,36% em agosto de 2021, respetivamente.

 

 

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Em agosto de 2021, a Taxa de Juro de Novos Empréstimos dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) diminuiu 0,09 p.p., de 2,00% para 1,91%. A Taxa de Juro de Novos Empréstimos com montantes até 0,25 milhão de euros manteve-se inalterada em 2,48% e até 1 milhão de euros aumentou de 2,21% para 2,22%, face ao mês precedente. Nos novos empréstimos acima de 1 milhão de euros a taxa de juro baixou para 1,46%, o que compara com 1,75% no mês anterior.

Os spreads das Taxas de Juro de Novos Empréstimos continuam em valores acima dos spreads médios da Zona Euro.

 

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No mês de agosto de 2021, a Taxa de Juro de Novos Depósitos (de prazo superior a 1 ano) dos Bancos (IFM) em Portugal às Empresas (SNF) e Famílias fixou-se em 0,07%, mantendo-se face ao mês anterior. Neste mês, a diferença entre a Taxa de Juro de Novos Empréstimos e a Taxa de Juro de Novos Depósitos situou-se, assim, em 1,80 p.p.

Relativamente a Espanha, a taxa de juro de Novos Depósitos foi de 0,53% em agosto de 2021.

Observa-se, assim, um maior diferencial entre a Taxa de Juro de Novos Depósitos e a Taxa de Juro de Novos Empréstimos em Portugal.

 

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BCE – Taxas de Câmbio

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No mês de setembro de 2021, as taxas de câmbio de algumas das principais moedas (valores médios mensais) face ao Euro (EUR) foram as seguintes:

   

setembro de 2020

agosto de 2021

setembro de 2021

Dólar

USD

1,1792

1,1772

1,1770

Libra

GBP

0,9095

0,8529

0,8568

Franco Suíço

CHF

1,0786

1,0762

1,0857

Iene

JPY

124,50

129,28

129,66

 

 

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Exportações e importações de Produtos Industriais Transformados,por níveis de intensidade tecnológica (2016 a 2020 e 1º Semestre de 2021)

A evolução do nível de intensidade tecnológica das exportações e importações de Produtos Industriais Transformados, a que corresponde um maior ou menor valor acrescentado, tem um reflexo direto na balança comercial de mercadorias, sendo na exportação um importante indicador do desenvolvimento industrial.

 

Exportações e importações de Produtos Industriais Transformados,.pdf