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INE – Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho

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Em agosto de 2021, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 3,1%, superior em 1,3 p.p. à observada em julho de 2021 (1,8%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de 3,8% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 2,6%, valores que comparam com 2,5% e 1,1% no mês anterior, respetivamente.

 

 

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Comissão Europeia – Indicadores de Sentimento Económico

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Em setembro de 2021, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 107,1 pontos, o que compara com o valor de 106,3 pontos verificado em agosto de 2021.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -4,0 para -2,1 pontos), o Comércio a Retalho (de 0,5 para 2,1), Construção (de -5,5 para -5,3), excetuando-se Serviços (de 6,8 para 6,2). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -12,9 para -11,4.

No mês em análise, o ISE permaneceu constante na União Europeia (116,6 pontos em setembro de 2021)), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 0,2 pontos (de 117,6 pontos em agosto para 117,8 pontos em setembro).

 

 

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Banco de Portugal – Crédito ao Sector Privado

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Em agosto de 2021, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 76,2 mil milhões de euros, diminuindo 350 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 5,2% (5,9% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 123,5 mil milhões de euros, registando uma TVA de 3,5% (3,4% no mês anterior).

 

 

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 4,0%, aumentando 0,1 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 1,3%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 2,3%, mantendo-se inalterada em relação ao mês anterior.

 

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De acordo com a mesma fonte, em agosto de 2021 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 2,12% (2,14% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 2,94% para 2,90%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 1,64% (1,63% no mês precedente).

 

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INE – Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional

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No 2º trimestre de 2021, a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 0,1% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com 0,0%% no ano acabado no trimestre anterior.

No 2º trimestre de 2021, a capacidade de financiamento das Famílias diminuiu 2,3 pontos percentuais (p.p.), para 5,2% do PIB e a taxa de poupança fixou-se em 11,5% (14,2% no trimestre anterior), refletindo sobretudo o crescimento de 4,4% do consumo privado (-1,8% no trimestre anterior). O saldo das Sociedades Não Financeiras fixou-se em -0,9% do PIB, mais 1,7 p.p. que no trimestre anterior, traduzindo o aumento de 5,6% do Valor Acrescentado Bruto (VAB). A capacidade de financiamento das Sociedades Financeiras diminuiu 0,6 p.p. para 1,6% do PIB.

A necessidade de financiamento das Administrações Públicas (AP) diminuiu 1,2 p.p. no ano terminado no 2º trimestre de 2021, para 5,8% do PIB. Tomando como referência valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 2º trimestre de 2021 atingiu -2 802,8 milhões de euros, correspondentes a -5,3% do PIB, o que compara com -10,6% no período homólogo.

 

 

O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 201.898 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 3,7%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou igualmente uma taxa de variação em cadeia de 4,0%, superior à do PIB em 0,4 p.p., fixando-se em 207.918 milhões de euros.

 

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No 2º trimestre de 2021, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma subida de 0,2 p.p. para 18,9% do PIB e a Poupança Bruta registou um aumento de 0,4 p.p. para 18,1% do PIB, o que levou à variação do Financiamento de Portugal junto do exterior para 0,1% do PIB, passando de uma situação de equilíbrio para uma situação de capacidade de financiamento.

 

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No 2º trimestre de 2021, a variação real e nominal dos custos do trabalho por unidade produzida da economia portuguesa variaram 4,7% e 3,7% (VH, mm4), respetivamente, o que compara com 10,0% e 7,9% (VH, mm4) registados no ano acabado no trimestre anterior.

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

90

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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INE – Contas Nacionais Trimestrais – Resultados finais 2019

84

No ano de 2020, marcado pelos efeitos económicos da pandemia COVID-19, o Produto Interno Bruto (PIB) ascendeu a 200,1 mil milhões de euros, o que representou uma diminuição nominal de 6,7% (+4,5% em 2019) e real de 8,4% (+2,7% em 2019). Com este resultado, 2020 passa a ser o ano com maior contração da atividade económica desde 1995 (início desta série das Contas Nacionais).

O Rendimento Nacional Bruto (RNB) diminuiu 5,7% em 2020, após o crescimento de 4,3% em 2019. A taxa de poupança das famílias disparou para 12,8%, 5,6 pontos percentuais (p.p.) superior ao ano anterior. A economia apresentou uma necessidade de financiamento de 0,1% do PIB, que contrasta com a capacidade de financiamento (1,0%) registada em 2019.

Os resultados apresentados, que correspondem à versão final de 2019 e à versão provisória de 2020 das Contas Nacionais, traduzem uma revisão em alta do PIB em 2019, de 0,2% em valor e volume, e uma revisão em baixa em 2020, de 1,3% em valor e 0,8% em volume, relativamente aos dados anteriormente divulgados.

A revisão dos valores referentes a 2020 foi fundamentalmente determinada pela ainda maior contração que a inicialmente estimada das atividades de alojamento e restauração e transporte e armazenagem.

 

 

(Tabela:INE)

 

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INE – Procedimento dos Défices Excessivos

85

De acordo com a 2ª notificação do Procedimento dos Défices Excessivos (PDE) de 2021, o saldo e a dívida das Administrações Públicas referentes ao ano de 2020 fixaram-se em -5,8%% e 135,2%% do Produto Interno Bruto (PIB), respectivamente (o que compara com -5,7% e 133,6% na 1ª notificação de 2021). Estes valores comparam com 0,1% e 116,0% do PIB, respetivamente, em 2019.

Para 2021, prevê-se um saldo de -4,5% e uma dívida de 128,0% do PIB (o que compara com -4,3% e 130,9% na 1ª notificação de 2021).

 

 

(Tabela: INE)

Nota: O INE, o Banco de Portugal e a Direção-Geral do Orçamento são responsáveis pelo reporte da notificação nos seguintes termos:

– Para 2020 e anos anteriores, a compilação da capacidade / necessidade líquida de financiamento é efetuada pelo INE e a dívida bruta é compilada pelo Banco de Portugal.

– Para o ano corrente (2021), as estimativas da capacidade / necessidade líquida de financiamento, da dívida bruta e do PIB nominal são da responsabilidade do Ministério das Finanças, tendo como base o cenário macroeconómico e orçamental subjacente ao Programa de Estabilidade de 2021, apresentado à Assembleia da República.

 

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Banco de Portugal – Indicador diário de actividade económica

82

Na semana terminada a 19 de setembro, o indicador diário de atividade económica (DEI) e a taxa bienal correspondente evoluíram em linha com as semanas anteriores.

 

 

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Notas: O  Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo.

O Gráfico 1 apresenta a evolução do indicador (uma taxa de variação homóloga), em conjunto com a evolução do PIB trimestral. 

O Gráfico 2 apresenta uma taxa bienal acumulada (corresponde a acumular as taxas de variação, em dias homólogos, para dois anos consecutivos) e permite avaliar os efeitos da pandemia na atividade económica em 2021, mitigando assim os efeitos base decorrentes de 2020.

 

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OCDE – Interim Economic Outlook

interim

Segundo o Interim Economic Outlook divulgado hoje e cujo título é ” Mantendo a recuperação no caminho certo”, a perspectiva de crescimento global é de 5,7% para 2021 e 4,5% para 2022 (previsão revista em baixa em 0,1 p.p. para 2021 e revista em alta em 0,1 p.p. para 2022, relativamente ao Economic Outlook de maio de 2021).

A OCDE estima um crescimento para a Zona Euro de 5,3% em 2021 e de 4,6% em 2022 (revisão em alta em 1,0 p.p. para 2021 e em 0,2 p.p. para 2022, relativamente ao Outlook de maio de 2021).

A OCDE prevê um crescimento da China de 8,5% em 2021 e de 5,8% em 2022.

 

 

(Tabela: OCDE)

 

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