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INE – Índices de Emprego e Remunerações na Construção

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Em julho de 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,1% e 5,6%, respetivamente. No mês de junho de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de 2,5% e 9,0%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 0,8% no Índice de Emprego e de 4,0% no Índice de Remunerações.

 

 

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em julho de 2021, um valor de 104,2 pontos, aumentando 0,5 pontos relativamente ao mês precedente (103,7 pontos em junho de 2021). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 123,6 pontos em julho de 2021, aumentando 4,1 pontos em relação ao mês anterior (119,5 pontos em junho de 2021).

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa

 

 

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INE – Estatísticas do Comércio Internacional de Bens

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No período de maio a julho de 2021, as exportações de bens registaram um aumento de 26,6% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 33,5% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 1766,6 milhões de euros no período analisado.

 

 

Em julho de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 11,7% e 21,4%, respetivamente (21,7% e 29,6%, pela mesma ordem, em junho de 2021). Face a julho de 2019, verificaram-se variações de 4,1% e -2,0%. Destacam-se os acréscimos nas exportações e importações de Fornecimentos industriais (19,8% e 34,8%, respetivamente; 9,0% e 17,3% face a julho de 2019). Note-se que estas variações homólogas, em julho, incidem sobre um mês de 2020 em que o impacto da pandemia COVID-19 se fez sentir de forma intensa.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em julho de 2021, as exportações aumentaram 8,6% e as importações cresceram 15,2% face a julho de 2020 (respetivamente 17,9% e 24,6% em junho de 2021).

 

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No período de maio a julho de 2021, a taxa de cobertura total foi de 78,4%, correspondendo a um decréscimo de 4,3 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 75,6%, no Comércio Extracomunitário foi de 86,7% e na Zona Euro foi de 75,0%.

 

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Em julho de 2021, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -1493,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -549,8 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1403,8 milhões de euros.

 

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INE – Índice de Volume de Negócios na Indústria

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Em julho de 2021, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total registou uma variação homóloga (VH) de 11,8%, diminuindo 7,0 p.p. em relação ao observado no mês de junho (18,8% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 0,6% e 20,4%, após terem registado variações de 11,4% e 33,1% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de 4,2% e 21,2%, após terem registado variações de -4,5% e 26,3% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram em julho de 2021 uma variação homóloga de 17,8%, diminuindo 8,0 p.p. em comparação com o mês anterior (25,8%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 6,3 p.p. em termos homólogos (7,8% em julho face aos 14,1% registados em junho).

 

 

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INE – Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria

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Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em julho de 2021, variações homólogas de 0,8% e 5,8%, respetivamente. O Índice de Emprego registou um aumento de 0,5 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (0,2% no mês de junho de 2021), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 2,2 p.p. em relação ao mês anterior (8,0% em junho de 2021). O Índice de Horas Trabalhadas na Indústria registou uma variação homóloga de 1,6% em julho de 2021, diminuindo 6,8 p.p. face à registada em junho de 2021.

 

 

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Eurostat – Contas Nacionais Trimestrais – 2ª Publicação

35

De acordo com o Eurostat, no 2º trimestre de 2021, Portugal registou uma variação do PIB de 15,5% em relação ao trimestre homólogo (-5,3% no trimestre anterior) e uma variação de 4,9% em relação ao trimestre anterior (-3,2% no 1º trimestre de 2021).

A variação homóloga registou 14,3% na ZE19 (-1,2% no 1º trimestre de 2021) e 13,8% na UE27 (-1,2% no 1º trimestre de 2021). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de 2,2% na ZE19 (-0,3% no 1º trimestre de 2021) e uma variação de 2,1% na UE27 (-0,1% no 1º trimestre de 2021).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior na Irlanda (6,3%), Portugal (4,9%) e Letónia (4,4%). Registou-se uma descida do PIB face ao trimestre anterior em Malta (-0,5%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Irlanda (21,1%), Estónia (19,8%) e França (18,7%). Não se registaram diminuições do PIB em relação ao período homólogo.

Nos EUA, no 2º trimestre de 2021, o PIB aumentou 12,2% em termos homólogos (0,5% no trimestre anterior) e registou uma variação de 1,6% em comparação com o trimestre anterior (1,5% no 1º trimestre de 2021).

 

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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Banco de Portugal – Emissões de Títulos de Dívida

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Em julho de 2021, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -688 milhões de euros, o que compara com um valor de 2.401 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 672 milhões de euros (-185 milhões de euros registados no mês anterior).

 

 

No final de julho de 2021, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 316.178 milhões de euros, aumentando 2061 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 2,6%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 32.678 milhões de euros, aumentando 667 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 0,0%.

 

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Eurostat – Comércio a Retalho

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Em julho de 2021, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, diminuiu 2,3% na Zona Euro e 1,9% na UE27, face ao mês anterior. Em junho de 2021, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de 1,8% na Zona Euro e 1,4% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 0,4% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 1,9% em junho de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2021, os maiores aumentos foram registados na Croácia (2,5%), Malta (2,3%) e Luxemburgo (2,2%). As maiores diminuições ocorreram na Irlanda (-5,9%), Alemanha (-5,1%) e Áustria (-3,9%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho aumentou 3,1% na Zona Euro e 3,8% na UE27, em julho de 2021.

Portugal registou um aumento homólogo de 3,1%, após ter registado um aumento homólogo de 7,1% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para julho de 2021, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Bulgária (20,2%), Croácia (12,9%) e Lituânia (12,4%). Foram registadas diminuições no Luxemburgo (-5,6%), Áustria (-2,4%), Alemanha (-0,3%) e Espanha (-0,1%). na Hungria (-2,1%), Portugal (-1,1%) e Malta (-0,1%).

 

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

33

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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Banco de Portugal – Montantes dos Novos Empréstimos

29

Em julho de 2021, o valor total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 4 689 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga de 6,1% (mais 17,6 p.p. face ao mês anterior). O valor dos novos empréstimos às SNF registou neste mês uma variação homóloga de -8,4% (mais 23,6 p.p. quando comparada com a do mês anterior) e o valor dos novos empréstimos aos Particulares atingiu os 34,2% (menos 11,7 p.p. face a junho de 2021).

 

 

Desde o início do ano, o valor acumulado total dos novos empréstimos das Outras Instituições Financeiras Monetárias às Sociedades não Financeiras e Particulares foi de 29 014 milhões de euros, o que correspondeu a uma variação homóloga acumulada de -11,0%. O valor acumulado dos novos empréstimos às SNF registou neste mês o valor de 16 497 milhões de euros que corresponde a uma variação homóloga acumulada de -26,7% e o valor acumulado dos novos empréstimos aos Particulares foi 12 517 milhões de euros, atingindo os 24,0% de variação homóloga acumulada.

 

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