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Banco de Portugal – Moratórias de Crédito

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No final de julho de 2021, o montante global de empréstimos abrangidos por moratórias era de 36,8 mil milhões de euros, menos 0,7 mil milhões do que em junho. Esta variação resulta do decréscimo tanto dos empréstimos concedidos a particulares como a sociedades não financeiras, que diminuíram 0,2 e 0,5 mil milhões de euros, respetivamente.

No final desse mês, os empréstimos de particulares abrangidos por moratórias eram de 14,2 mil milhões de euros, dos quais 12,9 mil milhões de euros correspondiam a empréstimos à habitação.

Os empréstimos das sociedades não financeiras em moratória decresceram em todos os setores de atividade, totalizando, no final de julho, 21,8 mil milhões de euros.

 

 

(Gráfico: Banco de Portugal)

 

Nos setores mais vulneráveis, tais como definidos no Decreto-Lei n.º 22-C/2021, de 22 de março de 2021, existiam, em julho, 23,7 mil empresas abrangidas por moratórias. O montante de empréstimos com pagamento suspenso foi de 8,4 mil milhões de euros, diminuição de 0,1 mil milhões de euros face a junho.

 

 

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(Gráfico: Banco de Portugal)

 

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INE – Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores

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Em agosto de 2021, o Indicador de Clima Económico aumentou de 1,4 para 2,0 (%, vcs).

 

 

Entre julho e agosto de 2021, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de 5,2 para 8,6 e o do Comércio aumentou de 1,6 para 4,0. No mesmo período, a Indústria Transformadora diminuiu de -3,2 para -4,1 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -9,8 para -4,0. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -11,9 (sre, ve) em agosto de 2021 (-17,0 em julho de 2021).

 

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

 

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INE – Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho

92

Em julho de 2021, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 2,6%, inferior em 4,8 p.p. à observada em junho de 2021 (7,4%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de 2,8% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 2,4%, valores que comparam com 5,0% e 9,2% no mês anterior, respetivamente.

 

 

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IEFP – Estatísticas de Emprego

87

Durante o mês de julho de 2021, inscreveram-se nos Centros de Emprego 37 604 pessoas, o que representa uma variação homóloga de -19,6% e uma variação mensal de 18,9%. Durante este mês, foram efectuadas 7 605 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 21,5% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 13,3%.

No final do mês de julho de 2021, estavam inscritos nos Centros de Emprego 368 704 indivíduos, o que corresponde a uma variação homóloga de -9,5% (-38 598 pessoas) e a uma variação mensal de -2,4% (-9 168 pessoas).

 

 

(Tabela: IEFP)

 

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(Gráfico: IEFP)

 

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Região Autónoma da Madeira (-35,7%), o Alentejo (-27,4%) e o Algarve (-30,1%).

Comparativamente ao mês anterior, todas as regiões registaram aumentos do desemprego, sendo que os maiores aumentos verificaram-se na Região Autónoma dos Açores (45,3%), no Norte (22,2%) e Lisboa e Vale do Tejo (18,7%).

 

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(Gráfico: IEFP)

 

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Comissão Europeia – Indicadores de Sentimento Económico

85

Em agosto de 2021, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 106,3 pontos, o que compara com o valor de 104,8 pontos verificado em julho de 2021.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores dos Serviços (de 5,4 para 6,8), Construção (de -9,0 para -5,5) e Comércio a Retalho (de -1,9 para 0,5), excetuando-se a Indústria (de -3,3 para -4,0 pontos). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -17,3 para -12,9.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 1,5 pontos na União Europeia (de 118 pontos em julho de 2021 para 116,5 pontos em agosto de 2021), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 1,5 pontos (de 119 pontos em julho de 2021 para 117,5 pontos em agosto de 2021).

 

 

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INE – Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação

83

Em julho de 2021, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 221 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 0,5% face ao mês anterior e a um aumento de 8,3% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1 350 euros/m2, registando um aumento de 0,8% em relação ao mês anterior e um aumento 9,8% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 998 euros/m2, diminuindo 0,3% face ao mês precedente e aumentando 3,5% em termos homólogos.

 

 

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (0,8%); Centro (0,3%); Lisboa (0,5%); Alentejo (-0,2%); Algarve (2,1%); Região Autónoma dos Açores (0,4%) e Região Autónoma da Madeira (-0,4%). Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (5,5%); Centro (3,1%); Lisboa (8,1%); Alentejo (2,4%); Algarve (4,9%); Região Autónoma dos Açores (3,2%) e Região Autónoma da Madeira (6,1%).   

 

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