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Banco de Portugal – Crédito ao Sector Privado

78

Em julho de 2021, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 76,5 mil milhões de euros, aumentando 517 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 5,9% (6,3% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 123,1 mil milhões de euros, registando uma TVA de 3,4% (3,2% no mês anterior).

 

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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INE – Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação

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Em julho de 2021, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 0,800%, registando uma diminuição de 0,011 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mês anterior (0,811%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 0,674%, o que compara com 0,693% em junho de 2021.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 56 790 euros, registando um aumento de 328 euros face ao mês anterior (56 462 euros). Em julho de 2021, o valor médio da prestação vencida total manteve-se nos 235 euros e nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 285 euros, o que equivale a uma diminuição de 7 euros em relação ao mês anterior (292 euros).

 

 

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INE – Síntese Económica de Conjuntura

73

O Indicador de Clima Económico publicado pelo INE registou 1,4% em julho de 2021, que compara com 2,2% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica em junho de 2021 registou o valor de 4,4% (VH), inferior em 3,1 p.p. em relação ao mês anterior (7,5%, VH).

 

 

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -12,5 (sre/ve), que compara com o valor de -11,6 (sre/ve) registado no mês anterior.

 

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Ainda em julho de 2021, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 2,1% (VH) e para os serviços foi de 0,7% (VH). Estes valores comparam com 1,6% (VH) e -1,1% (VH) registados no mês de junho de 2021, respetivamente.

 

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

 

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Banco de Portugal – Balança Corrente e de Capital

70

Em junho de 2021, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 165 milhões de euros, aumentando 828 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

A Balança Corrente registou um saldo de 36 milhões de euros, aumentando 931 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 102 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 129 milhões de euros.

 

 

Entre janeiro e junho de 2021, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de -769 milhões de euros, que compara com -1 269 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

 

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Em junho de 2021, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de 177 milhões de euros, o que compara com -863 milhões de euros no mês precedente.

 

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Banco de Portugal – Balança de Bens e Serviços

66

Em junho de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 26,3% e de 32,6%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 54,8% para as exportações e de 50,7% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 92,6%. Ainda em junho de 2021, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 22,0% e de 31,6%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 38,4% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 37,8%.

De janeiro a junho de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 14,4% e de 14,1%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 93,2%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 25,3% e de 16,6%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de -10,3% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 2,0%.

 

 

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Banco de Portugal – Balança Financeira

65

Em junho de 2021, a Balança Financeira registou um saldo de 394 milhões de euros, aumentando 853 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

 

 

Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

 

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Banco de Portugal – Investimento Directo

63

Em junho de 2021, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 238 milhões de euros (503 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 7 milhões de euros (-249 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -232 milhões de euros, aumentando 521  milhões de euros face ao mês anterior.

 

 

De janeiro a junho de 2021, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 1 818 milhões de euros, que compara com 411 milhões de euros no período homólogo.

 

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

 

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Banco de Portugal – Endividamento do Sector não financeiro

58

Em junho de 2021, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 762,5 mil milhões de euros, dos quais 350,5 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 412,0 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 268,0 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 144,0 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 5,0 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 4,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 0,9 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

 

 

Relativamente a junho de 2020, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 29,7 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 22,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 7,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 4,0 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 3,3 mil milhões de euros.

 

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Em junho de 2021, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 1,6%, menos -0,2 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 2,3% para 2,7%.

 

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