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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 18 de maio, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada na semana anterior. Em 15 de maio de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 0,5% (VH), que compara com 0,3% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de abril de 2025, inscreveram-se nos Centros de Emprego 40 806 pessoas, o que representa uma variação mensal de -11,4% e uma variação homóloga de -11,0%. Durante este mês, foram efectuadas 9 352 colocações, o que corresponde a uma diminuição de 2,8% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 16,3%.

No final do mês de abril de 2025, estavam inscritos nos Centros de Emprego 313 623 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de -4,8% (-15 898 pessoas) e a uma variação homóloga de -1,5% (-4 708 pessoas).

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma maior diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-10,7%), Lisboa e Vale do Tejo (-3,7%) e Algarve (-3,6%).

Comparativamente ao mês anterior, as maiores descidas no desemprego registaram-se na região do Algarve (-23,5%) e Alentejo (-12,1%).

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Relatório de Estabilidade Financeira – Banco de Portugal

Foi hoje publicado o Relatório de Estabilidade Financeira de novembro de 2024 no qual se avalia os progressos da economia portuguesa e do sistema financeiro.

De acordo com o Banco de Portugal, os principais riscos para a economia portuguesa aumentaram. Decorrem da instabilidade das políticas económicas globais e da incerteza geopolítica, com destaque para as medidas protecionistas e tensões comerciais internacionais.

Estes fatores podem ter efeitos negativos no crescimento económico, na inflação e nos preços dos ativos.

O sistema bancário português tem demonstrado solidez e resiliência.

No final de 2024, os bancos apresentavam elevada rendibilidade, carteiras de crédito de boa qualidade, liquidez sólida e níveis de capital robustos.

Os bancos devem manter uma gestão cuidadosa dos riscos, nomeadamente na constituição de imparidades e na preservação do capital, complementando as medidas macroprudenciais definidas pelo Banco de Portugal. Também é importante continuarem a reforçar a sua resiliência operacional.

Acompanhando a descida das taxas de juro, as empresas e as famílias também continuaram a melhorar a sua situação financeira.

Em 2024, as empresas continuaram a ser rentáveis, reforçaram a sua autonomia financeira, reduziram o endividamento e mantiveram uma posição de liquidez robusta.

As famílias viram o seu rendimento disponível real aumentar, reforçaram a poupança e continuaram a reduzir as suas dívidas.

 

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Indicadores de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 2,2% em abril de 2025, que compara com 2,4% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em março de 2025, registou o valor de 1,3% (VH), inferior em 0,7 p.p. em relação ao mês anterior (2,0%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -15,0 (sre/ve), que compara com o valor de -14,3 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em abril de 2025, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 0,4% (VH) e para os serviços foi de 4,5% (VH). Estes valores comparam com 0,7% (VH) e 3,4% (VH) registados no mês de março de 2025, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

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Índice de Preços na Produção Industrial – INE

Em abril de 2025, o Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de -2,7%, menos 1,4 pp face ao registado no mês anterior (-1,3%).

O agrupamento de Energia, apresentou uma variação homóloga de -5,6%, menos 4,4 pp face à variação verificada no mês de março de 2025 (-1,2%). Os agrupamentos de Bens de Consumo e Bens Intermédios apresentaram variações homólogas de -3,4% e -2,0%, respetivamente, o que compara com as variações de -2,4% e -1,2%, registadas no mês anterior. O agrupamento de Bens Investimento registou uma variação homóloga de 0,7% (1,0 % no mês anterior).

O índice relativo à secção das Indústrias Transformadoras registou variações de -3,4% em termos homólogos (-2,1% no mês anterior) e de -0,9% em termos mensais (0,5% em abril de 2024).

O Índice de Preços na Produção Industrial registou um valor de 115,1 pontos em abril de 2025, menos 1,7 pontos em relação ao mês precedente. O agrupamento de Bens Intermédios diminuiu 0,3 pontos para 115,5 pontos. O agrupamento de Bens de Energia diminuiu 7,2 pontos para 101,0 pontos. O agrupamento de Bens de Investimento diminuiu 0,6 pontos face ao mês anterior para 111,2 pontos, enquanto os de Bens de Consumo registaram menos 0,8 pontos, passando de 125,3 pontos em março para 124,5 em abril.

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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em março de 2025, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de -404 milhões de euros (-2 754 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 259 milhões de euros (158 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de 663 milhões de euros, diminuindo 2249 milhões de euros face ao mês anterior.

De janeiro a março de 2025, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de -1812 milhões de euros, que compara com 849 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em março de 2025, a Balança Financeira registou um saldo de 754 milhões de euros, aumentando 362 milhões de euros em relação ao mês anterior.

De janeiro a março de 2025, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 1215 milhões de euros, que compara com 2796 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em março de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 2,1% e de 9,3%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 1,3% para as exportações e de 6,4% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 100,1%. Ainda em março de 2025, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 1,5% e de 9,3%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 2,9% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 9,0%.

De janeiro a março de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 2,3% e de 6,6%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 99,6%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 0,7% e de 7,0%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 4,9% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 5,1%.

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Balança Corrente e de Capital – Banco de Portugal

Em março de 2025, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 264 milhões de euros, aumentando 218 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um défice de -174 milhões de euros, diminuindo 55 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 163 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 438 milhões de euros.

Entre janeiro e março de 2025, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 829 milhões de euros, que compara com 2537 milhões de euros no período homólogo.

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Em março de 2025, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -556 milhões de euros, o que compara com -163 milhões de euros no mês precedente.

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