Saltar para o conteúdo
GEE
Total de conteúdos:14.982

Eurostat – Inflação – IHPC

57

Em julho de 2021, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 1,1%, superior em 1,7 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de -0,4% entre junho e julho de 2021.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,2%, aumentando 0,3 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,5% (VH) em julho de 2021, aumentando em 0,3 p.p. face ao valor de junho. A variação mensal do índice situou-se em -0,1% e 0,0% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de -0,1% para Portugal, de 0,8% para a Zona Euro e 1,2% para a UE27.

 

 

Documento PDF

Eurostat – Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação (Estimativa Rápida)

56

De acordo com a primeira estimativa divulgada pelo Eurostat, no 2º trimestre de 2021, Portugal registou uma variação do PIB de 15,5% em relação ao trimestre homólogo (-5,3% no trimestre anterior) e uma variação de 4,9% em relação ao trimestre anterior (-3,2% no 1º trimestre de 2021).

Em relação ao trimestre homólogo, o PIB aumentou 13,6% na Zona Euro (-1,3% no 1º trimestre de 2021) e aumentou 13,2% na UE27 (-1,3% no 1º trimestre de 2021). A variação em relação ao trimestre anterior registou valores de 2,0% na Zona Euro (-0,3% no 1º trimestre de 2021) e 1,9% na UE27 (-0,1% no 1º trimestre de 2021).

Analisando por Estados-Membros, e para os países para os quais existem dados disponíveis, registaram-se os maiores aumentos homólogos do PIB em Espanha (19,8%), França (18,7%) e Hungria (17,7%). Atendendo aos dados disponíveis, nenhum país registou diminuições homólogas do PIB no 2º trimestre de 2021.

Em relação ao trimestre anterior registaram-se os maiores aumentos do PIB em Portugal (4,9%), Áustria (4,3%) e Espanha (2,8%). Não se registaram diminuições trimestrais do PIB para os países para os quais existem dados disponíveis.

Nos EUA, no 2º trimestre de 2021, o PIB aumentou 1,6% relativamente ao trimestre anterior (1,5% no 1º trimestre de 2021) e aumentou 12,2% em termos homólogos (0,5% no trimestre anterior).

 

(Tabela: Eurostat)

 

Documento PDF

INE – Atividade Turística

54

Em junho de 2021, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 3403,4 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 230,1% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 1404,3 mil de dormidas (862,0%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1999,1 mil dormidas (125,9%, VH).

O Algarve concentrou 34,1% das dormidas em junho, seguindo-se a AM Lisboa (16,8%), o Norte (15,8%) e o Centro (12,6%).

De janeiro a junho de 2021, a hotelaria registou 8170,9 mil dormidas, valor inferior ao registado no mesmo período do ano passado (-21,3%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 5092,7 mil dormidas (23,7%, VHA) e os não residentes representam 3078,2 mil dormidas (-50,8%, VHA).

Em termos regionais (NUTS II), no 1º semestre do ano, registaram-se crescimentos no número de dormidas na RA Açores (28,2%) e no Alentejo (15,4%), enquanto as restantes regiões apresentaram diminuições.

No conjunto dos primeiros seis meses do ano, em termos de dormidas de residentes, registaram-se aumentos em todas as regiões, com realce para as evoluções na RA Madeira (99,8%), RA Açores (66,3%) e Algarve (52,6%). Neste período, todas as regiões apresentaram decréscimos no número de dormidas de não residentes, com a menor redução a registar-se no Alentejo (-15,9%), enquanto as restantes regiões apresentaram diminuições superiores a 30%.

 

 

Em junho de 2021, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 212,7 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 301,1%.   

De janeiro a junho de 2021, foram registados 463,1 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de -13,4%.     

 

55

 

Documento PDF

INE – Índice de Custo de Trabalho

52

No 2º trimestre de 2021, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de -2,4% (7,1% no 1º trimestre de 2021). As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais diminuíram 4,7% e os outros custos aumentaram 7,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 1,6%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as actividades do sector público da economia, verificou-se uma variação homóloga do ICT de -9,3%.

 

 

 

53

(Gráficos: INE)

 

Documento PDF

Eurostat – Comércio Internacional

50

Segundo o Eurostat, entre janeiro e maio de 2021, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 7,0 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 7,6 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 24% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (25%) e um aumento nas exportações extra-UE (23%). As importações de bens aumentaram 17% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (99,4 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (37,0 mil milhões de euros), Irlanda (31,2 mil milhões de euros) e Itália (28,7 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (48,8 mil milhões de euros), seguido da Roménia (11,0 mil milhões de euros), Grécia (10,3 mil milhões de euros) e Portugal (7,0 mil milhões de euros).

 

 

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e maio de 2021, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 102,5 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 86,0 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 15,5% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 20,3% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 84,4 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 75,2 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 13,8% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 21,2% (VHA).

 

 

51

(Tabelas: Eurostat)

 

Documento PDF

Indicadores de Conjuntura COVID-19

49

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

Documento PDF

INE – Índice de Produção na Construção e Obras Públicas

47

Em junho de 2021, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 7,7%, inferior em 0,5 p.p. ao valor verificado no mês anterior (8,1%). Esta evolução reflete em larga medida um efeito de base, uma vez que o mês homólogo foi afetado pela pandemia, tendo o índice diminuído 7,9%.

A Construção de Edifícios cresceu 4,5% (5,4% em maio) e a Engenharia Civil acelerou 0,3 p.p., para uma taxa de variação de 12,6%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,5 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 0,5% (0,0% em maio de 2021).

 

 

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 102,9 pontos em junho de 2021, diminuindo 1,2 pontos  em relação ao mês precedente (104,1 pontos em maio de 2021). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 101,5 pontos em maio de 2021 para 101,6 em junho de 2021 e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 107,9 pontos em maio de 2021 para 104,9 pontos em junho de 2021.

 

48

 

Documento PDF

INE – Índices de Emprego e Remunerações na Construção

45

Em junho de 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,5% e 8,5%, respetivamente. No mês de maio de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de 3,0% e 12,9%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 0,6% no Índice de Emprego e de 3,4% no Índice de Remunerações.

 

 

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em junho de 2021, um valor de 103,7 pontos, aumentando 0,2 pontos relativamente ao mês precedente (103,5 pontos em maio de 2021). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 119,0 pontos em junho de 2021, aumentando 10,7 pontos em relação ao mês anterior (108,3 pontos em maio de 2021).

 

46

 

Documento PDF

Eurostat – Índice de Produção Industrial

43

Em junho de 2021, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -0,3% na Zona Euro e -0,2% na UE27, face ao mês anterior. Em maio de 2021, a produção industrial tinha registado variações de -1,1% na Zona Euro e -0,9% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 2,6% face ao mês anterior, o que compara com uma diminuição de 4,8% em maio de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para junho de 2021, os maiores aumentos ocorreram em Malta (5,2%), Países Baixos (3,3%) e Estónia (3,2%). As maiores diminuições foram registadas na Irlanda (-4,4%), Portugal (-2,6%) e Dinamarca (-2,3%).

Em termos homólogos, a produção industrial aumentou 9,7% na Zona Euro e 10,5% na UE27, em junho de 2021. Portugal registou um aumento de 10,0%, após ter registado um aumento de 26,6% no mês anterior.

A produção industrial aumentou em termos homólogos em todos os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis, com os maiores aumentos na Bélgica (23,2%), Lituânia (20,1%) e Eslovénia (18,9%).

 

(Gráfico: Eurostat)

 

Documento PDF