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GEE
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INE – Remuneração bruta mensal por trabalhador

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No 2º trimestre de 2021, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 5,1%, em relação ao mesmo período de 2020, para 1395 Euros. A componente regular daquela remuneração aumentou 4,6% e a remuneração base subiu 4,2%, atingindo, respetivamente, 1112 e 1046 Euros.

Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, os aumentos das remunerações médias por trabalhador foram 4,3%, 3,8% e 3,4%, respetivamente. Estes resultados dizem respeito a cerca 4,2 milhões de postos de trabalho, de beneficiários da Segurança Social e subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

A dinâmica recente das remunerações médias no trimestre terminado em junho de 2021 foi influenciada pela diminuição significativa do recurso ao regime de layoff simplificado pelas empresas e consequente recuperação salarial para os trabalhadores abrangidos. Efetivamente, em junho de 2021 apenas 2,9% do total de empresas tinham trabalhadores em regime de layoff simplificado (16,7% março), abrangendo 4,0% do total de trabalhadores (32,9% em março). Em junho de 2020, 26,7% das empresas tinham trabalhadores naquele regime, abrangendo 48,9% do total de trabalhadores.

Tal como a informação do Inquérito ao Emprego ontem publicada, os dados administrativos provenientes das duas fontes acima apontam para um aumento de 2,8% no número de trabalhadores em relação o mesmo período do ano anterior (tinha diminuído 2,2% em março).

 

(Gráfico: INE)

 

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INE – Estatísticas do Emprego

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No 2º trimestre de 2021, a taxa de desemprego em Portugal foi estimada em 6,7%, inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao registado no trimestre anterior. Para o mesmo período, a população desempregada foi estimada em 345,7 mil indivíduos, registando uma diminuição de 4,0% face ao trimestre anterior. No período em análise, a população empregada fixou-se em 4810,5 mil indivíduos, mais 2,8% do que o verificado no trimestre anterior.

Do 1º para o 2º trimestre de 2021, 1,3% das pessoas que estavam inicialmente empregadas transitaram para o desemprego e 1,7% transitaram para a inatividade, totalizando 3,0% a proporção de empregados que saíram deste estado no 2º trimestre de 2021 (97,0% permaneceram empregados; o que equivale a 4 542,1 mil pessoas).

Do total de pessoas desempregadas no 1º trimestre de 2021, 47,9% saíram dessa situação no 2º trimestre de 2021: 30,7% tornaram-se empregadas e 17,2% transitaram para a inatividade.

Do total de pessoas dos 16 aos 89 anos consideradas inativas no 1º trimestre de 2021, 4,3% transitaram para o emprego e 2,7% para o desemprego no 2º trimestre de 2021.

 

 

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Segundo a dimensão regional, a região com a taxa de desemprego mais alta foi o Algarve com 10,2%, seguindo-se a região da Madeira com 8,4% e o Alentejo com 7,9,0%.

 

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INE – Índice de Preços no Consumidor

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Em julho de 2021, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 1,5%, valor superior ao registado no mês anterior em 1,0 p.p. (0,5%). Esta aceleração reflete essencialmente a dissipação dos efeitos de base relacionados com o impacto da pandemia COVID-19. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 0,8%, superior em 1,1 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de -0,3%, o que compara com uma variação de 0,2% no mês anterior e de -1,3% em julho de 2020.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 0,4% (0,3% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 0,2%, o que compara com uma variação de 0,1% no mês anterior.

 

 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 1,1%, aumentando 1,7 p.p. em relação ao verificado no mês anterior.

De acordo com a informação disponível relativa a julho de 2021, tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 1,1 p.p. à da área do Euro (em junho, esta diferença tinha sido 2,5 p.p.).

 

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(Gráfico: INE)

 

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INE – Índice de Volume de Negócios nos Serviços

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Em junho de 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 20,9%, inferior em 15,2 p.p. ao valor registado em maio de 2021 (36,1%).

 

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 114,4 pontos em junho de 2021, aumentando 6,0 pontos em relação ao mês precedente (108,4 pontos em maio de 2021).

 

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INE – Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços

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Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em junho de 2021, variações homólogas de 0,1%, 8,4% e 11,9%, respectivamente, o que compara com -0,7%, 10,3% e 23,5% registados no mês anterior.

 

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em junho de 2021, valores de 102,4 pontos, 131,5 pontos e 94,8 pontos, respectivamente, o que compara com 100,9 pontos, 112,0 pontos e 94,7 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

 

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OCDE – Indicador Compósito Avançado

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Em julho de 2021, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de 0,14% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de 3,99%. Este indicador registou, em julho de 2021, um valor de 98,20 pontos. Estes valores indicam uma fase de recuperação da actividade económica.

O indicador foi concebido para detectar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

 

(Gráfico: OCDE)

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de 0,14% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de 0,24%. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de 0,23% e os EUA apresentam uma variação de 0,04%.

Em termos homólogos, a variação foi de 3,37% para a OCDE, 3,36% para a Zona Euro, 3,50% para a Alemanha e 3,61% para os EUA.

 

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(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

 

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INE – Estatísticas do Comércio Internacional de Bens

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De acordo com o INE, em junho de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +21,4% e +29,4%, respetivamente (+55,0% e +52,9%, pela mesma ordem, em maio de 2021). Face a junho de 2019, verificaram-se variações de +8,4% e +0,8%, pela mesma ordem.

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 17,6% e 24,0%, respetivamente (+49,1% e +42,2%, pela mesma ordem, em maio de 2021). Em comparação com junho de 2019, registaram-se acréscimos de 8,0% e 4,1%, pela mesma ordem.

O défice da balança comercial de bens aumentou 609 milhões de euros face ao mês homólogo de 2020 (diminuiu 347 milhões de euros em relação a junho de 2019), atingindo 1523 milhões de euros em junho de 2021. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice atingiu 1198 milhões de euros.

No 2º trimestre de 2021, as exportações de bens aumentaram 49,0% e as importações 46,7% em relação ao mesmo período de 2020 (+51,6% e +39,3%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em maio de 2021). Comparando com o 2º trimestre de 2019, as exportações aumentaram 2,9% e as importações diminuíram 2,9%.

 

 

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(Gráficos: INE)

 

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INE – Índice de Volume de Negócios na Indústria

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Em junho de 2021, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total registou uma variação homóloga (VH) de 18,5%, diminuindo 19,0 p.p.  em relação ao observado no mês de maio de 2021 (37,5% VH). Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de 10,9% e 32,7%, após terem registado variações de 29,0% e 43,6% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -4,5% e 26,3%, após terem registado variações de 47,6% e 32,0% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram em junho de 2021 uma variação homóloga de 25,7%, diminuindo 30,4 p.p. em comparação com o mês anterior (56,2%, VH). No mercado nacional, o índice diminuiu 12,8 p.p. em termos homólogos (14,0% em junho de 2021 face aos 26,8% registados em maio de 2021).

 

 

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Banco de Portugal – Emissões de Títulos de Dívida

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Em junho de 2021, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a 2.401 milhões de euros, o que compara com um valor de -1.341 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de -185 milhões de euros (-483 milhões de euros registados no mês anterior).

 

 

No final de junho de 2021, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 314.117 milhões de euros, aumentando 3056 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 4,2%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 32.011 milhões de euros, diminuindo 185 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de -2,7%.

 

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INE – Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria

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Os Índices de Emprego e de Remunerações na Indústria registaram, em junho de 2021, variações homólogas de 0,4% e 7,8%, respetivamente. O Índice de Emprego registou uma diminuição de 0,1 p.p. face à variação homóloga registada no mês precedente (0,5% no mês de maio de 2021), enquanto o Índice de Remunerações diminuiu 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (7,9% em maio de 2021). O Índice de Horas Trabalhadas na Indústria registou uma variação homóloga de 8,9% em junho de 2021, diminuindo 13,5 p.p. face à registada em maio de 2021.

 

 

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