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Banco de Portugal – Balança de Bens e Serviços

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Em maio de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 54,7% e de 50,6%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 65,9% para as exportações e de 51,7% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 91,5%. Ainda em maio de 2021, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 56,6% e de 53,1%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 49,3% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 38,8%.

 

De janeiro a maio de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 12,2% e de 10,2%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 93,7%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 26,4% e de 13,4%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de -19,0% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de -4,5%.

 

 

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Banco de Portugal – Balança Corrente e de Capital

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 Em maio de 2021, as Balanças Corrente e de Capital registaram um défice de -745 milhões de euros, aumentando 324 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um défice de -975 milhões de euros, aumentando 398 milhões de euros face ao mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital aumentou 75 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 230 milhões de euros.

 

 

 

Entre janeiro e maio de 2021, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de -986 milhões de euros, que compara com -1746 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

 

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Em maio de 2021, o saldo do Rendimento Primário registou um valor de -924 milhões de euros, o que compara com -484 milhões de euros no mês precedente.

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INE – Síntese Económica de Conjuntura

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O Indicador de Clima Económico publicado pelo INE registou 2,2% em junho de 2021, que compara com 1,8% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em maio de 2021, registou o valor de 7,5% (VH), inferior em 4,6 p.p. em relação ao mês anterior (12,1%, VH).

 

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -11,6 (sre/ve), que compara com o valor de -12,0 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em junho de 2021, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 1,6% (VH) e para os serviços foi de -1,1% (VH). Estes valores comparam com 2,2% (VH) e -0,2% (VH) registados no mês de maio de 2021, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

Banco de Portugal – Estatísticas das Empresas da Central de Balanços

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De acordo com o Banco de Portugal, a rendibilidade do ativo (EBITDA / ativo) das empresas não financeiras foi de 6,2% no ano terminado no 1º trimestre de 2021, 0,1 pontos percentuais (pp) acima do valor observado no trimestre anterior.

Por sector de atividade, a rendibilidade das empresas privadas aumentou 0,7 pp nas indústrias, 0,4 pp na eletricidade, 0,2 pp no comércio e 0,1 pp nas sedes sociais. A rendibilidade nos sectores dos transportes e armazenagem e dos outros serviços diminuiu 0,7 pp e 0,1 pp, respetivamente, e não se alterou na construção. Por classe de dimensão, a rendibilidade aumentou 0,2 pp nas grandes empresas e 0,1 pp nas PME, para 8,6% e 5,9%, respetivamente. As empresas públicas apresentaram uma redução da rendibilidade de 0,2 pp.

A autonomia financeira (capital próprio / ativo) fixou-se em 40,1%, o que corresponde a um aumento de 0,2 pp face ao trimestre anterior. O peso dos financiamentos obtidos no total do ativo decresceu 0,1 pp, para 32,7%.

 

 

O custo do financiamento (gastos de financiamento / financiamentos obtidos) foi de 3,0% no ano terminado no 1º trimestre de 2021, não apresentando alterações face ao observado no trimestre anterior.

 

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O rácio de cobertura de gastos de financiamento (EBITDA / gastos de financiamento) foi de 6,3, valor 0,2 superior ao registado no ano terminado do trimestre anterior.

 

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Eurostat – Inflação – IHPC

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Em junho de 2021, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em -0,6%, inferior em 1,1 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de 0,2% entre maio e junho de 2021.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 1,9%, diminuindo 0,1 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,2% (VH) em junho de 2021, diminuindo em 0,1 p.p. face ao valor de maio. A variação mensal do índice situou-se em 0,3% e 0,2% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de -0,2% para Portugal, de 0,6% para a Zona Euro e 1,1% para a UE27.

 

 

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Eurostat – Comércio Internacional

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Segundo o Eurostat, entre janeiro e maio de 2021, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 5,4 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 6,7 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 25% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (26%) e um aumento nas exportações extra-UE (22%). As importações de bens aumentaram 14% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (82,2 mil milhões de euros), seguida dos Países Baixos (30,4 mil milhões de euros), Irlanda (26,6 mil milhões de euros) e Itália (23,0 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (40,9 mil milhões de euros), seguido da Roménia (9,1 mil milhões de euros), Grécia (8,3 mil milhões de euros) e Espanha (4,9 mil milhões de euros).

 

 

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e maio de 2021, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 79,7 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 66,1 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 13,3% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 20,5% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 69,1 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 55,2 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 12,0% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 20,8% (VHA).

 

 

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(Tabelas: Eurostat)

 

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The role of telework for productivity and well-being during and post-COVID19: Results from a survey among managers and workers – 15 de julho

To understand the effects of teleworking arrangements on firm productivity and worker well-being, the OECD Global Forum on Productivity has conducted an online survey among more than 1,300 private sector managers and 3,400 private and public sector workers in 23 OECD countries along with Brazil and Malaysia. The survey reveals that a large majority of respondents consider their experience with telework positive. The main reasons, according to managers, are that they find that workers work more and more productively; and workers consider the opportunity to save on commuting costs and time as a key benefit of telework. However, both groups recognise that telework carries important risks as well: managers believe telework could lead to the reduction of knowledge flows, learning, and loyalty within the company, hurting innovation in the longer run; while workers stress the risk of feeling isolated and to some of them career progression could suffer. Given the important trade-offs involved in telework, both workers and managers agree that it would be preferable, from the point of view of company performance and individual well-being, to achieve an optimal balance of 2 to 3 regular teleworking days per week for a large proportion of the workforce. To maximise benefits and minimise drawbacks, both managers and workers consider that the coordination of on-site presence schedules will be crucial, to ensure that there are sufficient in-person interactions. Governments should play a role as well, by enabling telework in both urban and rural areas (through the removal of ICT bottlenecks), empowering managers and employees with skills enhancement and supporting infrastructures (notably related to childcare), and protecting employees from the risk of an excessive amount of telework (especially when performed in inadequate conditions).

“Chiara Criscuolo is the head of the Productivity, Innovation and Entrepreneurship Division in the Directorate for Science, Technology and Innovation at the OECD. Mainly, her work focuses on entrepreneurship, enterprise dynamics, productivity and policy evaluation. In this realm, she has coordinated large cross-country microdata projects on employment dynamics, productivity, as well as research and development. Chiara has played a lead role in advancing the use of firm level data and of microdata projects within the OECD. She has contributed to key horizontal and high level projects and publications, including the OECD volumes “Future of Productivity”, “New sources of growth: Knowledge Based capital”, and the “OECD Innovation Strategy”. She co-manages the Global Forum on Productivity is also a member of the French and Portuguese National Productivity Boards. Ahead of joining the OECD, Chiara received her doctoral degree in Economics from University College London and held academic appointments at the University of Siena, City University and the University of Cambridge, in addition to the London School of Economics.

Peter Gal is senior economist for the Global Forum on Productivity in the Organisation for Economic Co-Operation and Development (OECD). He has been working on micro- and macroeconomic aspects of productivity, in particular on the role of differences among firms for aggregate performance. He also worked on labour market issues, focusing on the role of startups in job creation as well as on the role of structural changes – especially digitalisation and globalisation – and of public policies for potential growth. Throughout his career, he worked in various departments of the OECD as well as at the International Monetary Fund and initially at the Central Bank of Hungary. He holds a PhD and an MPhil degree in Economics from the Tinbergen Institute in Amsterdam and a university degree in Economics from Corvinus University of Budapest.

Francesco Losma is a consultant for the OECD Global Forum on Productivity, where he contributes to a strand of research investigating the effect of teleworking arrangements on firms’ productivity and workers’ well-being. He is also a graduate Research and Teaching Assistant in International Economics at Bocconi University. His research interests include Productivity, Macroeconomics, and International Trade. Francesco holds a MSc Degree in Economics and Social Sciences from Bocconi University.”

 

slides: GEE Meeting for website (1).pdf

Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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INE – Atividade Turística

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Em maio de 2021, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 2.060,6 mil dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 687,7% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 800,1 mil de dormidas (1.524,7%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1.260,5 mil dormidas (493,6%, VH).

O Algarve concentrou 24,7% das dormidas em maio, seguindo-se a AM Lisboa (20,1%), o Norte (19,7%) e o Centro (15,0%).

De janeiro a maio de 2021, a hotelaria registou 4.784,6 mil dormidas, valor inferior ao registado no mesmo período do ano passado (-48,8%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 3116,0 mil dormidas (-3,6%, VHA) e os não residentes representam 1668,7 mil dormidas (-72,7%, VHA).

No conjunto dos primeiros cinco meses do ano, as regiões que apresentaram menores diminuições no número de dormidas foram o Alentejo (-0,4%), Açores (-16,4%), Centro (-26,8%) e Norte (-39,3%), enquanto as restantes regiões registaram decréscimos superiores a 50%.

No conjunto dos primeiros cinco meses do ano, em termos de dormidas de residentes, registaram-se aumentos na Madeira (+23,6%), Alentejo (16,9%), Açores (13,9%) e Algarve (8,9%).

Neste período, todas as regiões apresentaram decréscimos expressivos no número de dormidas de não residentes, com a menor redução a registar-se no Alentejo (-42,2%), enquanto as restantes regiões apresentaram diminuições superiores a 60%.

 

 

Em maio de 2021, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 126,8 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 1.213,7%.

  De janeiro a maio de 2021, foram registados 251,5 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de -47,8%. O Algarve concentrou 27,5% dos proveitos totais, seguindo-se a AM Lisboa (20,3%) e o Norte (19,8%).

 

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Eurostat – Índice de Produção Industrial

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Em maio de 2021, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de -1,0% na Zona Euro e -0,9% na UE27, face ao mês anterior. Em abril de 2021, a produção industrial tinha registado variações de 0,6% na Zona Euro e 0,5% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 4,5% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 0,6% em abril de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para maio de 2021, os maiores aumentos ocorreram na Lituânia (7,7%), Hungria (3,4%) e Finlândia (2,2%). As maiores diminuições foram registadas na Roménia (-8,5%), Grécia (-4,7%) e Irlanda (-4,6%).

Em termos homólogos, a produção industrial aumentou 20,5% na Zona Euro e 21,2% na UE27, em maio de 2021. Portugal registou um aumento de 27,1%, após ter registado um aumento de 38,6% no mês anterior.

A produção industrial aumentou em todos os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para maio de 2021, com os maiores aumentos na Hungria (+ 40,3%), Eslováquia (+ 36,8%) e Polónia (+ 30,2%).

 

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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