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GEE
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INE – Índice de Volume de Negócios nos Serviços

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Em maio de 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 36,3%, inferior em 10,9 p.p. ao valor registado em abril de 2021 (47,1%).

 

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 108,6 pontos em maio de 2021, aumentando 6,0 pontos em relação ao mês precedente (102,6 pontos em abril de 2021).

 

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INE – Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços

50

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram, em maio de 2021, variações homólogas de -0,9%, 10,0% e 24,1%, respectivamente, o que compara com -3,4%, 4,9% e 20,2% registados no mês anterior.

 

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em maio de 2021, valores de 100,8 pontos, 111,7 pontos e 95,2 pontos, respectivamente, o que compara com 99,5 pontos, 106,1 pontos e 88,9 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

 

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Eurostat – Valor Acrescentado nas Exportações da UE

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Em 2019, 2.585 mil milhões de euros de valor acrescentado foram suportados pelas exportações da UE para países terceiros. Em termos relativos, este valor acrescentado apoiado pelas exportações representou cerca de um quinto (20,7%) do valor acrescentado total na UE (12.476 mil milhões de euros).

O nível de valor acrescentado na UE ou em cada um dos Estados-Membros da UE apoiado pelas exportações inclui não apenas o valor acrescentado por empresas que exportam diretamente, mas também por outras empresas que fornecem bens ou serviços que apoiam a produção de bens e serviços exportados; em outras palavras, o valor agregado pelas empresas “a montante” também está incluído. Do mesmo modo, as exportações de empresas de um Estado-Membro podem apoiar o valor acrescentado no mesmo Estado-Membro ou noutro.

Em percentagem do valor acrescentado total, o valor acrescentado suportado pelas exportações para países terceiros em cada um dos Estados-Membros da UE atingiu o máximo de 50,7% na Irlanda, seguido do Luxemburgo (36,6%) e Malta (30,0%). Em Portugal, o valor acrescentado é de 11,7%, o valor mais baixo entre os Estados-Membros.

 

 

(Gráfico: Eurostat)

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INE – Índice de Preços no Consumidor

47

Em junho de 2021, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 0,5%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,7 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi -0,3%, inferior em 0,9 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,2%, o que compara com uma variação de 0,2% no mês anterior e de 0,9% em junho de 2020.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 0,3% (0,2% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 0,1%, mantendo-se inalterada face ao mês anterior.

 

 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de -0,6%, diminuindo 1,1 p.p. em relação ao verificado no mês anterior.

De acordo com a informação disponível relativa a junho de 2021, tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 2,5 p.p. à da área do Euro (em maio, esta diferença tinha sido 1,5 p.p.). Refira-se que o diferencial em termos homólogos face à área do Euro reflete em grande medida a falta de sincronia dos impactos da pandemia nos vários países, que geram efeitos de base de diferentes magnitudes.

 

 

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(Gráfico: INE)

 

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INE – Perspectivas de Exportação de Bens

46

As empresas exportadoras perspectivam um acréscimo nominal de 7,2% nas suas exportações de bens em 2021, revendo 2,3 pontos percentuais (p.p.) em alta a 1ª previsão indicada em novembro de 2020. Esta revisão resulta da actualização das expectativas para as exportações Intra-UE (+1,9 p.p., para 7,0%) e Extra-UE (+3,2 p.p., para 7,5%). A confirmarem-se estas perspectivas, as exportações de bens em 2021 ficarão 10,6% aquém dos valores registados no Comércio Internacional em 2019.

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as perspetivas reveladas pelas empresas indicam um acréscimo esperado de 5,8% em 2021 (+1,3 p.p. face à 1ª previsão).

 

 

(Gráfico: INE)

 

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OCDE – Indicador Compósito Avançado

44

Em junho de 2021, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de +0,38% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de +4,93%. Este indicador registou, em maio de 2021, um valor de 98,27 pontos. Estes valores indicam uma fase de recuperação da actividade económica.

O indicador foi concebido para detectar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

 

 

(Gráfico: OCDE)

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de 0,25% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de 0,32%. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de 0,29% e os EUA apresentam uma variação de 0,24%.

Em termos homólogos, a variação foi de 4,64% para a OCDE, 3,83% para a Zona Euro, 4,22% para a Alemanha e 5,48% para os EUA.

 

 

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(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

 

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INE – Estatísticas do Comércio Internacional de Bens

38

No período de março a maio de 2021, as exportações de bens registaram um aumento de 51,5% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, um aumento de 38,9% em termos homólogos. Houve um agravamento do défice da Balança Comercial em 72,6 milhões de euros no período analisado.

 

 

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de maio de 2021, as exportações de bens aumentaram 54,8% e as importações aumentaram 52,6%, face ao período homólogo. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em maio de 2021, as exportações aumentaram 48,9% e as importações cresceram 42,3% face a maio de 2020 (respetivamente 81,8% e 61,1% em abril de 2021).

 

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No período de março a maio de 2021, a taxa de cobertura total foi de 81,4%, correspondendo a um acréscimo de 6,7 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 77,4%, no Comércio Extracomunitário foi de 92,9% e na Zona Euro foi de 76,7%.

No trimestre terminado em maio de 2021, as exportações e as importações de bens aumentaram 51,5% e 38,9% respetivamente, face ao trimestre terminado em maio de 2020 (31,0% e 16,2%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em abril de 2021). Comparando com o trimestre terminado em maio de 2019, as exportações aumentaram 4,4% e as importações diminuíram 2,7%.

 

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Em maio de 2021, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -1368,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Combustíveis e Lubrificantes com um valor de -422,2 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -1210,8 milhões de euros.

 

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INE – Índice de Produção na Construção e Obras Públicas

36

Em maio de 2021, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 8,1%, superior em 4,5 p.p. ao valor verificado no mês anterior (3,5%).

A Construção de Edifícios cresceu 5,3% (1,5% em abril) e a Engenharia Civil acelerou 5,7 p.p., para uma taxa de variação de 12,3%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 1,2 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em 0,0% (-1,2% em abril de 2021).

 

 

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 104,1 pontos em maio, aumentando 0,1 pontos em relação ao mês precedente (104,0 pontos em abril). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 102,0 pontos em abril para 101,5 em maio e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 106,9 pontos em abril para 108,0 pontos em maio.

 

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INE – Índices de Emprego e Remunerações na Construção

34

Em maio de 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 2,9% e 13,0%, respetivamente. No mês de abril de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de 3,1% e 15,0%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de 0,2% no Índice de Emprego e de 2,4% no Índice de Remunerações.

 

 

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em maio de 2021, um valor de 103,4 pontos, aumentando 0,4 pontos relativamente ao mês precedente (103,0 pontos em abril de 2021). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 108,4 pontos em maio de 2021, aumentando 3,6 pontos em relação ao mês anterior (104,8 pontos em abril de 2021).

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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