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GEE
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INE – Índice de Volume de Negócios nos Serviços

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Em abril de 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 47,5%, superior em 43,9 p.p. ao valor registado em março de 2021 (3,6%).

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 102,8 pontos em abril de 2021, aumentando 1,0 pontos em relação ao mês precedente (101,8 pontos em março de 2021).

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

Banco Mundial – Global Economic Prospects

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O Banco Mundial prevê um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial para 2021 de 5,6% (4,1% no relatório de janeiro de 2021), sendo as estimativas para 2022 e 2023 de 4,3% e 3,1%, respectivamente (3,8% para 2022 os anos no relatório de janeiro).

Para a Zona Euro prevê que o crescimento do PIB registe o valor de 4,2%, 4,4% e 2,4%, em 2021, 2021 e 2022, respectivamente (que comparam com 3,6% e 4,0%, respectivamente, na estimativa de janeiro).

A taxa de crescimento dos Estados Unidos para 2021 foi estimada em 6,8% e a taxa de crescimento do Japão foi estimada em 2,9%.

O Banco Mundial reviu em alta as suas estimativas para os países em desenvolvimento, cuja projeção de crescimento para 2021 é de 6,0% (quando em janeiro passado previa um crescimento de 5,2%).

Reviu em alta a previsão para a China de 7,9% para 8,5% e para a Índia de 5,4% para 8,3%.

Finalmente, o Banco Mundial prevê que o Comércio Mundial cresça 8,3% em 2021, 6,3% em 2022 e 4,4% em 2023.

 

OCDE – Indicador Compósito Avançado

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Em maio de 2021, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de 0,57% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de 9,47%. Este indicador registou, em maio de 2021, um valor de 97,78 pontos. Estes valores indicam uma fase de aumento sustentado da actividade económica.

O indicador foi concebido para detectar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de 0,21% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de 0,32%. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de 0,37% e os EUA apresentam uma variação de 0,15%.

Em termos homólogos, a variação foi de 7,43% para a OCDE, 7,29% para a Zona Euro, 9,05% para a Alemanha e 7,66% para os EUA.

 

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Banco de Portugal – Emissões de Títulos de Dívida

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Em abril de 2021, as emissões líquidas de títulos de dívida por residentes ascenderam a -2.259 milhões de euros, o que compara com um valor de 688 milhões de euros no mês anterior. As emissões líquidas de títulos de dívida por Sociedades não Financeiras atingiram o valor de 609 milhões de euros (-286 milhões de euros registados no mês anterior).

 

 

No final de abril de 2021, o saldo total de títulos de dívida emitidos por residentes ascendeu a 312.419 milhões de euros, diminuindo 4.259 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 3,9%.

O saldo de títulos de dívida emitidos por Sociedades não Financeiras ascendeu a 32.656 milhões de euros, aumentando 599 milhões de euros face ao mês anterior e registando uma variação homóloga de 3,0%.

 

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INE – Índices de Emprego e Remunerações na Construção

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Em abril de 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 3,0% e 14,7%, respetivamente. No mês de março de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de 0,5% e 6,7%.
A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de -0,2% no Índice de Emprego e de 0,9% no Índice de Remunerações.

 

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em abril de 2021, um valor de 102,9 pontos, mantendo-se relativamente ao mês precedente (102,9 pontos em março de 2021). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 104,4 pontos em abril de 2021, diminuindo 1,8 pontos em relação ao mês anterior (106,3 pontos em março de 2021).

 

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INE – Índice de Produção na Construção e Obras Públicas

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Em abril de 2021, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de 3,2%, superior em 4,4 p.p. ao valor verificado no mês anterior (-1,2%). Esta evolução reflete em larga medida um efeito de base, uma vez que o mês homólogo foi afetado pela pandemia, com o índice a situar-se em 92,4. Por segmento:

– O da Construção de Edifícios cresceu 1,2% (-2,3% em março);
– O de Engenharia Civil acelerou 5,7 p.p., para uma taxa de variação de 6,2%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 2,0 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em -1,2% (-3,3% em março de 2021).

 

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 103,3 pontos em abril de 2021 (103,2 pontos em março de 2021). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 101,8 pontos em março para 101,4 em abril e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 105,4 pontos em março para 106,1 pontos em abril.

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INE – Estatísticas do Comércio Internacional de Bens

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Em abril de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +82,4% e +60,4%, respetivamente (+28,7% e +13,0%, pela mesma ordem, em março de 2021). Note-se que estas variações homólogas, em abril, incidem sobre o mês de 2020 em que o impacto da pandemia COVID-19 se fez sentir de forma mais intensa, correspondendo ao mês com os menores valores absolutos e com os maiores decréscimos homólogos de todo o período pandémico. Face a abril de 2019, verificaram-se variações de +7,0% e -2,6%, pela mesma ordem, sendo de mencionar que as importações nesse mês de 2019 foram particularmente elevadas em consequência da aquisição ao exterior de Material de transporte.

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 82,1% e 60,1%, respetivamente (+28,1% e +15,8%, pela mesma ordem, em março de 2021). Em comparação com abril de 2019, as exportações cresceram 8,4% e as importações diminuíram 0,6%.

O défice da balança comercial de bens aumentou 70 milhões de euros face ao mês homólogo de 2020 (diminuiu 525 milhões de euros em relação a abril de 2019), atingindo 1255 milhões de euros em abril de 2021. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice atingiu 890 milhões de euros.

 

 

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No trimestre terminado em abril de 2021, as exportações de bens aumentaram 31,0% e as importações cresceram 15,8% face ao trimestre terminado em abril de 2020 (+6,1% e -5,0%, pela mesma ordem, no 1º trimestre de 2021). Comparando com o trimestre terminado em abril de 2019, as exportações aumentaram 7,5% e as importações diminuíram 2,8%.

No período acumulado de janeiro a abril de 2021, face ao mesmo período de 2019, as exportações aumentaram 3,9% e as importações registaram uma diminuição de 6,7%.

Eurostat – Contas Nacionais Trimestrais – 2ª Publicação

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De acordo com o Eurostat, no 1º trimestre de 2021, Portugal registou uma variação do PIB de -5,4% em relação ao trimestre homólogo (-6,1% no trimestre anterior) e uma variação de -3,3% em relação ao trimestre anterior (0,2% no 4º trimestre de 2020).

A variação homóloga registou -1,3% na ZE19 (-4,7% no 4º trimestre de 2020) e -1,2% na UE27 (-4,4% no 4º trimestre de 2020). Em relação ao trimestre anterior, o PIB registou uma variação de -0,3% na ZE19 (-0,6% no 4º trimestre de 2020) e uma variação de -0,1% na UE27 (-0,4% no 4º trimestre de 2020).

Analisando por Estados-Membros, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB face ao período anterior na Irlanda (7,8%), Croácia (5,8%), Estónia (4,8%) e Grécia (4,4%). As quedas do PIB registaram-se em Portugal (-3,3%), Eslováquia (-2,0%), Alemanha (-1,8%) e Letónia (-1,7%).

Em relação ao período homólogo, para os países para os quais existem dados disponíveis, destacam-se os aumentos do PIB na Irlanda (12,8%), Estónia (5,0%) e Luxemburgo (4,9%). No que respeita a diminuições do PIB, em relação ao período homólogo, registaram-se as maiores diminuições em Portugal (-5,4%), Áustria (-5,5%), Espanha (-4,3%) e Alemanha (-3,1%).

Nos EUA, no 2º trimestre de 2021, o PIB aumentou 0,4% em termos homólogos (-2,4% no trimestre anterior) e registou uma variação de 1,6% em comparação com o trimestre anterior (1,1% no 4º trimestre de 2020).

 

Banco de Portugal – Taxas de Juro dos Novos Empréstimos

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Em abril de 2021, as Taxas de Juro de Novos Empréstimos concedidos a residentes na área euro por Instituições Financeiras Monetárias residentes em Portugal aumentaram 0,09 p.p., de 2,06% para 2,15%. Quanto às Sociedades não Financeiras, as taxas de juro aumentaram 0,03 p.p. em comparação com o mês precedente, fixando-se em 1,99%. Em relação aos Particulares, as taxas de juro aumentaram 0,18 p.p., registando um valor de 2,36%.

 

 

Entre março e abril de 2021, as taxas de juro de novos empréstimos das Sociedades não Financeiras até 1 milhão de euros aumentaram 0,05 p.p. e acima de 1 milhão de euros diminuíram 0,05 p.p., fixando-se em 2,30% e 1,55%, respetivamente.

 

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Quanto aos Particulares, as taxas de juro de novos empréstimos de habitação diminuíram 0,02 p.p. entre março e abril de 2021, fixando-se em 0,82%. Para o mesmo período, as taxas de juro de novos empréstimos de consumo aumentaram 0,06 p.p., fixando-se em 6,51%. As taxas de juro de novos empréstimos para outros fins aumentaram 0,95 p.p. entre março e abril de 2021, fixando-se em 3,94%.

 

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