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INE – Estimativa Rápida do IPC/IHPC

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O INE estima que, em maio de 2021, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido de 1,2% (o valor observado em abril de 2021 foi 0,6%). A variação homóloga estimada do indicador de inflação subjacente é de 0,6% (0,1% em abril de 2021).

A variação mensal do IPC terá sido 0,2% (variação de 0,4% em abril de 2021 e -0,4% em maio de 2020) e a variação média dos últimos doze meses de 0,2% (0,1% no mês precedente).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga estimada de 0,4% (-0,1% no mês anterior).

 

 

(Gráfico: INE)

 

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Banco de Portugal – Crédito ao Sector Privado

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Em abril de 2021, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 75,2 mil milhões de euros, aumentando 341 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 10,0% (10,0% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 121,7 mil milhões de euros, registando uma TVA de 2,7% (2,2% no mês anterior).

 

 

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 3,3%, aumentando 0,3 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 0,3%, aumentando 1,6 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 1,6%, aumentando 1,0 p.p. em relação ao mês anterior.

 

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De acordo com a mesma fonte, em abril de 2021 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 2,34% (2,37% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 3,29% para 3,28%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 1,77% (1,80% no mês precedente).

 

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Banco de Portugal – Moratórias de Crédito

88

No final de abril de 2021, o montante global de empréstimos abrangidos por moratórias era de 39,3 mil milhões de euros, menos 3,6 mil milhões do que em março. Esta variação resulta, tanto do decréscimo dos empréstimos concedidos a particulares como a sociedades não financeiras, que diminuíram 2,0 e 1,4 mil milhões de euros, respetivamente.

Dos empréstimos concedidos a particulares, destacaram-se os empréstimos com a finalidade habitação, cujo término da moratória privada justifica a maior parte da redução deste segmento (menos 1,6 mil milhões de euros).

Nos empréstimos a sociedades não financeiras em moratória verificou-se um decréscimo nos vários sectores de atividade. As indústrias transformadoras destacaram-se pela descida de 0,4 mil milhões de euros.

Nos sectores mais vulneráveis, tais como definidos no Decreto-Lei n.º 22-C/2021, de 22 de março de 2021, existiam em abril 24,3 mil empresas abrangidas por moratórias. O montante de empréstimos com pagamento suspenso diminuiu 0,3 mil milhões de euros face a março, para 8,5 mil milhões de euros.

 

 

 

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(Gráficos: Banco de Portugal)

 

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OCDE – Economic Outlook

86

A OCDE prevê para Portugal uma evolução do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,7% em 2021 (valor revisto em alta em 3,0 p.p. face às previsões de dezembro de 2020) e 4,9% em 2022 (valor revisto em alta em 4,0 p.p. face às previsões de dezembro de 2020). Para a evolução do PIB em 2021 e 2022, a procura externa líquida registará um contributo de 0,3 p.p. e 0,8 p.p., respectivamente.

A OCDE prevê ainda um défice da Balança Corrente de 1,1% do PIB em 2021 e de 0,4% em 2022 (a previsão para 2021 foi revista em alta em 0,5 p.p. e a previsão para 2022 foi revista em baixa em 0,3 p.p., relativamente à publicação de dezembro).

Em relação à taxa de desemprego, a OCDE prevê que esta seja de 7,4% em 2021 e 7,0% em 2022 (valores que em dezembro estimava virem a ser 9,5% e 8,2%, respectivamente). No que toca à inflação, a OCDE estima que esta seja 0,9% em 2021, aumentando para 1,0% em 2022.

Relativamente às Finanças Públicas, a OCDE prevê um défice orçamental de 4,8% do PIB em 2021 (valor revisto em baixa em 1,5 p.p. face às previsões de dezembro de 2020) e de 3,4% em 2022 (valor revisto em baixa em 1,5 p.p. face às previsões de dezembro de 2020).

 

 

(Tabela: OCDE)

Segundo a OCDE, prevê-se que a evolução do PIB da Zona Euro e do Mundo em 2021 seja de 5,8% e 4,3%, respectivamente (valores revistos em alta em 0,2 p.p. e em 0,4 p.p. relativamente ao Interim Outlook de março). Para 2022, prevê-se um crescimento de 4,4% para a Zona Euro e para o Mundo (valores revistos em alta em 0,4 p.p. e em 0,6 p.p. relativamente ao Interim Outlook de março).

 

 

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(Tabela: OCDE)

 

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INE – Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores

84

Em maio de 2021, o Indicador de Clima Económico aumentou de 0,8 para 1,8 (%, vcs).

 

 

Entre abril e maio de 2021, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de -10,3 para -4,4 e o do Comércio aumentou de -2,7 para -0,6. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -6,5 para 1,7 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -10,6 para -5,6. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -12,8 (sre, ve) em maio de 2021 (-17,1 em abril de 2021).

 

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

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INE – Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho

82

Em abril de 2021, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de 28,3%, superior em 26,6 p.p. à observada em março de 2021 (1,7%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de 11,4% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 47,1%, valores que comparam com -2,0% e 5,5% no mês anterior, respetivamente.

 

 

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INE – Um Ano de Pandemia: uma Breve Síntese março de 2020 a fevereiro 2021

79

A comparação de resultados estatísticos disponíveis para o 1º ano da pandemia (março de 2020 a fevereiro de 2021) com o período pré-pandémico (março de 2019 a fevereiro de 2020) permite ter uma noção mais informada sobre o impacto da pandemia e avaliar os seus efeitos nas várias áreas.

Assim, entre os indicadores disponibilizados na publicação que hoje se divulga “Um ano de pandemia: uma breve síntese” salientam-se os seguintes resultados:

– Número médio mensal de 11.170 óbitos aumentou 21,9%, que conjugado com a redução dos nados vivos (-4,8%), determinou um agravamento do saldo natural negativo que passou de 23.441, no ano pré-pandémico para 51.680 no primeiro ano da pandemia;

– Comparando com o ano anterior, redução do emprego em 2,1%, aumento da taxa de desemprego de 6,7% para 7,2% e da taxa de subutilização do trabalho de 12,9% para 14,5%, não obstante as medidas de política de apoio ao emprego e ao rendimento como o Lay-off simplificado e que terão impedido que se tenham atingido resultados no mercado de trabalho semelhantes aos verificados durante o programa de ajustamento da economia portuguesa;

– Contracção de 8,4% do PIB em volume face ao ano pré-pandémico;

– Diminuição mais acentuada das importações de bens que das exportações (-17,4% e -11,2%, respetivamente), permitindo uma redução do défice comercial;

– Impacto muito negativo nas atividades turísticas e conexas, com especial destaque para a contração da procura dos respetivos serviços pelos não residentes, determinando que a balança de bens e serviços tenha apresentado um saldo negativo apesar da redução do défice comercial;

– Atividade da construção apresentou alguma resiliência, tendo-se registado nomeadamente um crescimento em termos médios nas transações de alojamentos novos (+7,3% em valor), das vendas de cimento em quantidade (+8,0%) e um aumento de 7,8% dos preços da habitação, relativamente ao ano pré-pandémico;

– No domínio do ambiente, redução de 13,7% na emissão de gases de efeito de estufa (variação de-9,9% no período pré-pandemia).

 

 

(Gráfico: INE)

 

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Comissão Europeia – Indicadores de Sentimento Económico

77

Em maio de 2021, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 111,4 pontos, o que compara com o valor de 104,0 pontos verificado em abril de 2021.

Para a evolução positiva contribuíram todos os sectores: Indústria (de -4,2 para 4,7 pontos), Serviços (de -6,1 para 0,5), Construção (de -7,8 para -3,9) e Comércio a Retalho (de -4,5 para -0,5). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -14,6 para -12,8.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 4,0 pontos na União Europeia (de 109,9 pontos em abril de 2021 para 113,9 pontos em maio de 2021), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 4,0 pontos (de 110,5 pontos em abril de 2021 para 114,5 pontos em maio de 2021).

 

 

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Call for papers “The Economic Impact of Digitalisation in Portugal” – GEE/Google/APDSI

As of this Monday, May 31, applications for the Prize are open, aiming to distinguish scientific articles on the economic impact of digitalisation in Portugal, promoted by the Office for Strategy and Studies (GEE), in collaboration with Google and the Association for the Information Society Development (APDSI).

The total allocation of 15,000 euros will be divided between three to five articles depending on the quality of the works submitted to the competition.

 

 – Press release

 – Poster

 – Rules