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Call for Papers “O Impacto Económico da Digitalização em Portugal” – GEE/Google/APDSI

A partir desta segunda-feira, 31 de maio, estão abertas as candidaturas ao Prémio, que visa distinguir trabalhos/artigos científicos sobre o impacto económico da digitalização em Portugal, promovido pelo Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE), em colaboração com a Google e a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação (APDSI). A dotação total de 15.000 euros será repartida entre três a cinco artigos consoante a qualidade dos trabalhos submetidos a concurso.

 

 – Press release 

 – Cartaz

 – Regulamento

 

Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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Banco de Portugal – Indicadores Coincidentes

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Em abril de 2021, o Indicador Coincidente Mensal da Atividade Económica variou -2,0% (variação homóloga, VH), aumentando 1,1 p.p. relativamente ao mês anterior (-3,1%, VH). No mês em análise, o Indicador Coincidente do Consumo Privado registou uma variação homóloga de -0,4%, aumentando 1,0 p.p. face a março de 2021.

 

 

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Green Bonds and Sustainable Environmental Policy – 21 de maio

This study assesses the non-linear effects of green bonds, conventional bonds and energy commodities on the behaviour of the cap-and-trade European Union carbon market (EUETS). By estimating four models, using Markov-Switching (MS) econometric methodology, non-linearities are confirmed in dynamic behaviours, observing in the global calculation a positive effect of green bonds (S&P Green and Sol Green) on the carbon market, in regimes of both high and low volatility, while conventional bonds (S&P Agg) and energy commodities (DJCI En) contribute to a decrease in the carbon market in regimes of high volatility. The relevance of green bonds is underlined in determining the behaviour of the carbon market, besides observing greater persistence of the low volatility regime. These results allow both investors and fund managers, to implement strategies in different volatility or economic activity contexts, through a diversified portfolio and green/climate structure.

 

Slides

Indicadores de Conjuntura COVID-19

74

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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Banco de Portugal – Endividamento do Sector não financeiro

71

Em março de 2021, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 753,2 mil milhões de euros, dos quais 346,3 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 406,9 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 264,3 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 142,6 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 1,8 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 0,7 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

 

 

Relativamente a março de 2020, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 29,2 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 23,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 5,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 3,6 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 1,8 mil milhões de euros.

 

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Em março de 2021, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 3,1%, mais 1,3 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 1,0% para 1,4%.

 

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados. As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

 

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IEFP – Estatísticas do Emprego

68

Durante o mês de abril de 2021, inscreveram-se nos Centros de Emprego 37 249 pessoas, o que representa uma variação homóloga de -43,2% e uma variação mensal de -13,6%. Durante este mês, foram efectuadas 7 848 colocações, o que corresponde a um aumento de 13,8% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 236,7%.

No final do mês de abril de 2021, estavam inscritos nos Centros de Emprego 423 888 indivíduos, o que corresponde a uma variação homóloga de 8,0% (31 565 pessoas) e a uma variação mensal de -2,1% (-8 963 pessoas).

 

 

(Tabela: IEFP)

 

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(Gráfico: IEFP)

 

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram um maior aumento do desemprego em termos homólogos foram a Região da Madeira (22,8%), Algarve (22,3%) e Lisboa e Vale do Tejo (15,8%).

Comparativamente ao mês anterior, todas as regiões registaram diminuições do desemprego, destacando-se com as maiores diminuições a região do Alentejo (-4,7%), Algarve (-3,5%) e Lisboa e Vale do Tejo (-2,4%).

 

 

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(Gráfico: IEFP)

 

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INE – Síntese Económica de Conjuntura

67

A informação disponível para março e abril revela taxas de variação homólogas positivas, mais intensas no último mês, após taxas negativas desde o início da pandemia. Esta evolução deve-se em grande medida a um efeito de base, visto que, pela primeira vez, decorrido um ano, a comparação incide sobre meses já fortemente afetados pela pandemia (março e abril de 2020). Ainda assim, em geral, os indicadores observados ainda não atingiram os níveis do período homólogo de 2019. Entre as exceções, são de salientar dois indicadores associados ao investimento, vendas de cimento e importações de máquinas.

O indicador de atividade económica registou um acentuado aumento em março, após os agravamentos verificados nos dois primeiros meses do ano. O indicador quantitativo de consumo privado registou em março uma redução em termos homólogos menos intensa, registando o valor mais elevado desde março de 2020. O indicador de investimento também registou um crescimento muito acentuado em março, depois das variações homólogas negativas registadas nos dois primeiros meses do ano. Em abril, o indicador de clima económico apresentou uma expressiva recuperação.

 

 

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Banco de Portugal – Balança Corrente e de Capital

64

Em março de 2021, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 167 milhões de euros, aumentando 12 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um saldo de 24 milhões de euros, aumentando 74 milhões de euros face ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 62 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 143 milhões de euros.

 

 

Entre janeiro e março de 2021, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 181 milhões de euros, que compara com 115 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

 

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