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Banco de Portugal – Balança de Bens e Serviços

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Em março de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 14,4% e de 11,8%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de -12,6% para as exportações e de -14,7% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 94,5%. Ainda em março de 2021, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 30,3% e de 12,1%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de -20,7% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 10,3%.

De janeiro a março de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de -7,4% e de -8,2%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 95,4%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 7,2% e de -5,5%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de -37,8% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de -20,4%.

 

 

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Banco de Portugal – Balança Financeira

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Em março de 2021, a Balança Financeira registou um saldo de 520 milhões de euros, diminuindo 54 milhões de euros em relação ao mês anterior.

 

 

Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

 

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Banco de Portugal – Investimento Directo

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Em março de 2021, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 496 milhões de euros (573 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 319 milhões de euros (217 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -177 milhões de euros, aumentando 180 milhões de euros face ao mês anterior.

 

 

De janeiro a março de 2021, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 810 milhões de euros, que compara com -334 milhões de euros no período homólogo.

 

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

 

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Eurostat – Inflação – IHPC

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Em abril de 2021, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em -0,1%, inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de 0,5% entre março e abril de 2021.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 1,6%, aumentando 0,3 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,0% (VH) em abril de 2021, aumentando em 0,3 p.p. face ao valor de março. A variação mensal do índice situou-se em 0,6% e 0,6% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de -0,2% para Portugal, de 0,4% para a Zona Euro e 0,8% para a UE27.

 

 

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Eurostat – Contas Nacionais Trimestrais – 1ª Publicação

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De acordo com a primeira estimativa divulgada pelo Eurostat, no 1º trimestre de 2021, Portugal registou uma variação do PIB de -5,4% em relação ao trimestre homólogo (-6,1% no trimestre anterior) e uma variação de -3,3% em relação ao trimestre anterior (0,2% no 4º trimestre de 2020).

Em relação ao trimestre homólogo, o PIB diminuiu 1,8% na Zona Euro (-4,9% no 4º trimestre de 2020) e diminuiu 1,7% na UE27 (-4,6% no 4º trimestre de 2020). A variação em relação ao trimestre anterior registou valores de -0,6% na Zona Euro (-0,7% no 4º trimestre de 2020) e -0,4% na UE27 (-0,5% no 4º trimestre de 2020).

Nos EUA, no 1º trimestre de 2021, o PIB aumentou 1,6% relativamente ao trimestre anterior (+1,1% no 4º trimestre de 2020) e aumentou 0,4% em termos homólogos (-2,4% no trimestre anterior).

 

 

(Tabela: Eurostat)

 

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Eurostat – Comércio Internacional

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Segundo o Eurostat, entre janeiro e março de 2021, Portugal registou um défice da Balança de Bens de 2,6 mil milhões de euros, o que compara com um défice de 4,6 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens face ao período homólogo (VHA) aumentaram 4% neste período, tendo-se verificado um aumento das exportações intra-UE (7%) e um aumento nas exportações extra-UE (4%). As importações de bens diminuíram 5% neste período.

O Estado-Membro em que se observou o maior excedente da Balança de Bens foi a Alemanha (54,2 mil milhões de euros), seguida pelos Países Baixos (18,8 mil milhões de euros), Irlanda (18,0 mil milhões de euros) e Itália (11,5 mil milhões de euros). França foi o Estado-Membro onde se registou o maior défice (23,3 mil milhões de euros), seguido da Roménia (5,5 mil milhões de euros), Grécia (4,7 mil milhões de euros) e Espanha (3,9 mil milhões de euros).

 

 

(Tabela: Eurostat)

Entre janeiro e março de 2021, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 49,5 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 54,6 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro diminuíram 0,6% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 6,2% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 47,9 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 48,5 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo diminuíram 0,9% (VHA) neste período e o comércio dentro da região aumentou 6,0% (VHA).

 

 

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(Tabelas: Eurostat)

 

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INE – Atividade Turística

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Em março de 2021, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 636,1 mil dormidas, valor inferior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de -66,5% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 184,0 mil dormidas (-86,2%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 452,1 mil dormidas (-20,2%, VH).

Em termos regionais (NUTS II), face ao período homólogo, registaram-se diminuições no total de dormidas em todas as regiões do país, com o Algarve (-83,3%), Madeira (-79,9%) e A.M. Lisboa (-68,4%) a registar as maiores diminuições.

De janeiro a março de 2021, a hotelaria registou 1802,3 mil dormidas, valor inferior ao registado no mesmo período do ano passado (-80,0%, variação homóloga acumulada – VHA).  No período em análise, os residentes foram responsáveis por 1200 mil dormidas (-59,3%, VHA) e os não residentes representam 602,3 mil dormidas (-90,0%, VHA).

 

 

Em março de 2021, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 26,4 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de -73,5%. Em termos regionais (NUTS II), registaram-se diminuições no total de proveitos em todas as regiões do país, com o Algarve (-87,9%), Madeira (-81,4%) e A.M. Lisboa (-79,7%) a registar as maiores diminuições.

De janeiro a março de 2021, foram registados 77,6 milhões de euros de proveitos na hotelaria, o que se traduz numa variação homóloga acumulada de -83,5%.     

 

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INE – Índice de Custo de Trabalho

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No 1º trimestre de 2021, o Índice de Custo do Trabalho (ICT), ajustado de dias úteis, registou uma taxa de variação homóloga de 7,0% (6,8% no 4º trimestre de 2020). Esta evolução resultou do acréscimo de 1,9% no custo médio por trabalhador e do decréscimo de 4,0% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo da primeira componente e o decréscimo da segunda ocorreram em todas as atividades económicas.

As duas principais componentes dos custos do trabalho são os custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada). Os custos salariais aumentaram 7,6% e os outros custos aumentaram 4,3%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o subgrupo de atividades económicas pertencentes às secções B a N (que abrangem, genericamente, o sector privado da economia) ocorreu um acréscimo homólogo do ICT, de 9,2%. No subgrupo composto pelas restantes atividades económicas (secções O a S), que incluem maioritariamente, mas não exclusivamente, as actividades do sector público da economia, verificou-se um acréscimo homólogo do ICT de 3,0%.

 

 

 

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(Gráficos: INE)

 

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

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O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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INE – Remuneração bruta mensal por trabalhador

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De acordo com o INE, no 1º trimestre de 2021, a remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 3,1%, em relação ao mesmo período de 2020, para 1227 Euros.

A componente regular daquela remuneração aumentou 3,6% e a remuneração base subiu 3,8%, atingindo, respetivamente, 1106 e 1041 Euros. Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, os aumentos das remunerações médias por trabalhador foram 2,7%, 3,2% e 3,4%, respetivamente. Estes resultados dizem respeito a cerca 4,1 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

Comparando o ano de pandemia COVID-19 com o que o precedeu, a remuneração base mensal média por trabalhador aumentou 3,2% no total da economia (2,7% no ano anterior), 2,3% entre as empresas que recorreram ao layoff (2,5% no ano anterior) e 4,0% entre as empresas que nunca recorreram ao layoff (3,8% no ano anterior). O número de trabalhadores diminuiu 1,9% (aumentou 3,5 % no ano anterior) e o volume de remunerações aumentou 1,3% (6,2% no ano anterior).

 

 

(Gráfico: INE)

 

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