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GEE
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INE – Índice de Produção na Construção e Obras Públicas

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Em março de 2021, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de -1,6%, superior em 2,0 p.p. ao valor verificado no mês anterior (-3,6%).

O segmento da Construção de Edifícios contraiu 3,1% (-4,8% em fevereiro). O de Engenharia Civil cresceu 0,5% em março, 2,2 pontos percentuais (p.p.) superior ao registado em fevereiro.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) aumentou 0,6 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em -3,6% (-4,2% em fevereiro de 2021).

 

 

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 102,3 pontos em março de 2021, aumentando 3,2 pontos em relação ao mês precedente (99,1 pontos em fevereiro de 2021). Na componente Construção de Edifícios, o índice aumentou de 97,8 pontos em fevereiro para 100,0 em março e na componente Engenharia Civil o índice aumentou de 101,0 pontos para 105,7 pontos em março de 2021.

 

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INE – Índices de Emprego e Remunerações na Construção

43

Em março de 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de 0,7% e 5,9%, respetivamente. No mês de fevereiro de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de -0,4% e 0,1%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de -0,6% no Índice de Emprego e de -1,1% no Índice de Remunerações.

 

 

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em março de 2021, um valor de 103,1 pontos, aumentando 0,9 pontos relativamente ao mês precedente (102,2 pontos em fevereiro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 105,5 pontos em março de 2021, aumentando 4,1 pontos em relação ao mês anterior (101,4 pontos em fevereiro).

 

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Comissão Europeia – European Economic Forecast Spring

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Segundo as Previsões Económicas de Primavera (European Economic Forecast Spring) da Comissão Europeia, Portugal irá registar uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,9% em 2021 e de 5,1% em 2022 (4,1% para 2021 e 4,3% para 2022 nas previsões de Inverno).

Quanto à inflação, a Comissão prevê que que será de 0,9% em 2021 e 1,1% em 2022 (mantém-se a previsão para 2021 e existe revisão em baixa em 0,1 p.p. para 2022, face às previsões de Inverno).

A taxa de desemprego em Portugal deverá ser de 6,8% em 2021 e de 6,5% em 2022, o que se traduz numa revisão em baixa de 0,9 p.p. para 2021 e de 0,1 p.p. para 2022, face às previsões de Outono.

A Balança Corrente deverá apresentar um saldo de -0,8% e -0,4% em 2021 e 2022, respetivamente (-0,5% e -0,5% em 2021 e 2022, nas previsões de Outono).

Relativamente à situação orçamental, a Comissão prevê que o saldo orçamental tenha uma trajetória descendente passando de -5,7% do PIB em 2020 para -4,7% do PIB em 2021 e para -3,4% em 2022 (previsão de -4,5% para 2021 e -3,0% em 2022 nas previsões de Outono).

 

 

(Tabela: Comissão Europeia)

 

A Comissão Europeia prevê uma variação real do Produto Interno Bruto (PIB) para 2021 e 2022, respectivamente, de 4,3% e 4,4% para a Zona Euro e de 4,2% e 4,4% para a UE28.

 

 

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(Tabela: Comissão Europeia)

 

Com o objetivo identificar os efeitos da pandemia COVID-19 na economia portuguesa, disponibilizamos de forma sintética as principais estimativas para a evolução do PIB para 2021.

 

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INE – Estatísticas do Emprego

38

No 1º trimestre de 2021, a população empregada (4.681,6 mil pessoas) diminuiu 1,0% (49,0 mil) por comparação com o trimestre anterior e 1,3% (62,6 mil) em relação ao homólogo.

A população empregada ausente do trabalho na semana de referência aumentou 49,8% (211,3 mil) em relação ao trimestre anterior e 40,5% (183,2 mil) relativamente ao 1.º trimestre de 2020. A redução ou falta de trabalho por motivos técnicos ou económicos da empresa (inclui suspensão temporária do contrato ou layoff) foi o principal motivo. Em consequência, o volume de horas efetivamente trabalhadas registou um decréscimo trimestral de 6,4% e uma redução homóloga de 7,9%. Em média, cada pessoa empregada trabalhou 32 horas por semana.

Um quinto da população empregada (20,7%; 967,7 mil pessoas) trabalhou sempre ou quase sempre em teletrabalho.

A população desempregada, estimada em 360,1 mil pessoas, diminuiu 3,5% (13,1 mil) em relação ao trimestre anterior e aumentou 3,5% (12,0 mil) relativamente ao 1.º trimestre de 2020.

No 1º trimestre de 2021, a taxa de desemprego foi estimada em 7,1%, valor inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e superior em 0,3 p.p. ao do trimestre homólogo de 2020.

 

 

(Gráfico: INE)

 

Evolução do mercado de trabalho no contexto da pandemia COVID-19:

– Comparando o ano de pandemia COVID-19 (do 2.º trimestre de 2020 ao 1.º trimestre de 2021) com o que o precedeu, a população empregada diminuiu 2,3% (109,7 mil).

– No entanto, a população empregada ausente do trabalho na semana de referência aumentou 59,4% (274,9 mil).

– Adicionalmente, a redução ou falta de trabalho por motivos técnicos ou económicos da empresa (inclui suspensão temporária do contrato ou layoff) tornou-se no principal motivo para ausência ao trabalho.

– Em consequência do aumento da população empregada ausente do trabalho, o volume de horas efetivamente trabalhadas diminuiu 12,1%.

 

 

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(Tabela: INE)

 

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INE – Índice de Preços no Consumidor

36

Em abril de 2021, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 0,6%, valor inferior ao registado no mês anterior em 0,1 p.p.. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 0,1%, igual à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 0,4%, o que compara com uma variação de 1,4% no mês anterior e de 0,3% em abril de 2020.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi de 0,1% (0,0% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média foi de 0,0%, mantendo-se inalterada face ao mês anterior.

 

 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de -0,1%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao verificado no mês anterior.

De acordo com a informação disponível relativa a abril de 2021, tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 1,7 p.p. à da área do Euro (em março, esta diferença tinha sido 1,2 p.p.).

 

 

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(Gráfico: INE)

 

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Eurostat – Índice de Produção Industrial

35

Em março de 2021, a produção no Sector Industrial, ajustada de dias úteis, registou variações de 0,1% na Zona Euro e 0,6% na UE27, face ao mês anterior. Em fevereiro de 2021, a produção industrial tinha registado variações de -1,2% na Zona Euro e -1,0% na UE27.

Portugal registou uma diminuição de 1,0% face ao mês anterior, o que compara com um aumento de 1,1% em fevereiro de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para março de 2021, os maiores aumentos ocorreram na Dinamarca (4,9%), Lituânia (4,5%) e Bulgária (3,7%). As maiores diminuições foram registadas no Luxemburgo (-4,4%), Bélgica (-4,0%) e Finlândia (-2,1%).

Em termos homólogos, a produção industrial aumentou 10,9% na Zona Euro e 11,0% na UE27, em março de 2021. Portugal registou um aumento de 5,4%, após ter registado uma diminuição de 1,8% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para março de 2021, as maiores subidas foram registadas em Itália (37,7%), Eslováquia (24,5%), Hungria e Polónia (ambos 16,3%). Verificaram-se descidas em Malta (-2,8%) e na Finlândia (-2,2%).

 

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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INE – Índice de Volume de Negócios nos Serviços

33

Em março de 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 3,8%, superior em 23,1 p.p. ao valor registado em fevereiro de 2021 (-19,3%). Estes os resultados refletem parcialmente a comparação com um mês, março de 2020, já significativamente afetado pela pandemia.

 

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 102,0 pontos em março de 2021, aumentando 18,8 pontos em relação ao mês precedente (83,2 pontos em fevereiro de 2021).

 

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INE – Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços

31

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram em março de 2021 variações homólogas de -9,0%, -5,9% e -13,1%, respectivamente, o que compara com -9,6%, -7,4% e -22,1% registados no mês anterior.

 

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em março de 2021, valores de 98,6 pontos, 107,6 pontos e 88,1 pontos, respectivamente, o que compara com 98,8 pontos, 105,6 pontos e 80,9 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

 

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OCDE – Indicador Compósito Avançado

29

Em março de 2021, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de 0,28% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de -1,12%. Este indicador registou, em março de 2021, um valor de 96,94 pontos. Estes valores indicam uma fase de recuperação da actividade económica.

O indicador foi concebido para detectar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

 

 

(Gráfico: OCDE)

 

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de 0,24% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de 0,31%, indicando uma fase de crescimento da actividade económica. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de 0,33% e os EUA apresentam uma variação de 0,28%.

Em termos homólogos, a variação foi de 9,32% para a OCDE, 9,73% para a Zona Euro, 10,93% para a Alemanha e 9,30% para os EUA.

 

 

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(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

 

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INE – Estatísticas do Comércio Internacional de Bens

27

Em março de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +28,8% e +12,2%, respetivamente (+2,6% e -10,4%, pela mesma ordem, em fevereiro de 2021). Destacaram-se os acréscimos nas exportações de Material de transporte (+61,0%) e nas importações de Fornecimentos industriais (+15,1%) e de Máquinas e outros bens de capital (+27,3%). Note-se que estas variações homólogas, em março, incidem sobre o primeiro mês de 2020 em que o impacto da pandemia COVID-19 já foi sentido significativamente.

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 27,9% e 15,0%, respetivamente (+2,1% e -9,8%, pela mesma ordem, em fevereiro de 2021).

O défice da balança comercial de bens diminuiu 555 milhões de euros face ao mês homólogo de 2020 (diminuição de 622 milhões de euros em relação a março de 2019), atingindo 1 002 milhões de euros em março de 2021. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice diminuiu 385 milhões de euros (diminuição de 443 milhões de euros face a março de 2019), atingindo 743 milhões de euros.

No 1º trimestre de 2021, as exportações de bens aumentaram 6,2% e as importações diminuíram 5,3% face ao 1º trimestre de 2020 (-4,9% e -11,0%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em fevereiro de 2021). Comparando com o 1º trimestre de 2019, as exportações aumentaram 3,0% e as importações diminuíram 8,4%.

 

 

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(Gráficos: INE)

 

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