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GEE
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Indicadores de Conjuntura COVID-19

121

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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Banco de Portugal – Crédito ao Sector Privado

117

Em março de 2021, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 74,9 mil milhões de euros, aumentando 710 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 10,0% (11,2% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 121,4 mil milhões de euros, registando uma TVA de 2,2% (1,7% no mês anterior).

 

 

118

 

A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 3,0%, aumentando 0,3 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de -1,3%, aumentando 0,4 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 0,6%, aumentando 3,1 p.p. em relação ao mês anterior.

 

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De acordo com a mesma fonte, em março de 2021 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 2,37% (2,36% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 3,27% para 3,28%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 1,80% (1,81% no mês precedente).

 

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INE – Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego

115

população empregada, em março de 2021, foi estimada em 4.701,0 mil pessoas, aumentando 0,3% face ao mês anterior (13,3 mil pessoas). A taxa de emprego estimada situou-se em 61,2%, tendo aumentado 0,1 p.p. face ao mês anterior (revista em alta de 60,9% para 61,1%).

 

 

A população desempregada, estimada em 328,6 mil pessoas, diminuiu 4,2% em relação ao valor registado para o mês anterior (14,3 mil pessoas). A taxa de desemprego estimada situou-se em 6,5%, tendo diminuído 0,3 p.p. em relação ao mês anterior (revista em baixa de 6,9% para 6,8%).

A taxa de desemprego estimada de jovens situou-se em 23,0%, tendo aumentado 0,1 p.p. em relação ao mês anterior (revista em alta de 21,6% para 22,9%). A taxa de desemprego estimada dos adultos situou-se em 5,4% e diminuiu 0,4 p.p. em relação ao mês anterior.

 

116

 

Em março de 2021, a estimativa provisória da taxa de emprego não ajustada de sazonalidade foi de 60,9% (60,7% no mês anterior) e a estimativa provisória da taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi de 6,8% (7,2% no mês anterior).

Nota: Os valores relativos ao último mês são provisórios e os relativos aos meses anteriores são definitivos.

 

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INE – Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores

113

Em abril de 2021, o Indicador de Clima Económico aumentou de -0,7 para 1,0 (%, ve, vcs).

 

 

Entre março e abril de 2021, o Indicador de Confiança dos Serviços registou um aumento de -19,4 para -11,2 e o do Comércio aumentou de -10,4 para -4,2. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -9,6 para -6,7 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de -13,6 para -10,6. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -17,1 (sre, ve), em abril de 2021 ( -20,2 em março).

 

114

 

Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

A análise efetuada baseia-se em séries de valores efetivos mensais, o que permite uma identificação mais clara dos movimentos de muito curto prazo, particularmente relevante no contexto de agravamento dos impactos da pandemia COVID-19.

 

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INE – Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho

111

Em março de 2021, o Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho, deflacionado e corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou uma taxa de variação homóloga (VH) de -0,1%, superior em 14,2 p.p. à observada em fevereiro (-14,3%).

Em termos desagregados, o Índice de Volume de Negócios de Produtos Alimentares registou uma variação homóloga de -2,0% e o Índice de Volume de Negócios de Produtos Não Alimentares registou uma variação homóloga de 1,8%, valores que comparam com -1,3% e -24,3% no mês anterior, respetivamente.

 

 

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Comissão Europeia – Indicadores de Sentimento Económico

107

Em abril de 2021, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 104,0 pontos, o que compara com o valor de 93,1 pontos verificado em março de 2021.

Para a evolução positiva contribuíram os sectores da Indústria (de -11,9 para -4,2 pontos), Serviços (de -23,4 para -6,1), Construção (de -15,2 para -7,8) e o Comércio a Retalho (de -15,1 para -4,5). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou de -22,4 para -14,6.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 9,8 pontos na União Europeia (de 99,9 pontos em março para 109,7 pontos em abril), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 9,4 pontos (de 100,9 pontos em março para 110,3 pontos em abril).

 

 

108

 

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INE – Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação

105

Em março de 2021, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1185 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 0,9% face ao mês anterior e a um aumento de 6,8% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1300 euros/m2, registando um aumento de 0,7% em relação ao mês anterior e um aumento de 7,5% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 991 euros/m2, aumentando 1,6% face ao mês precedente e 7,4% em termos homólogos.

 

 

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,0%); Centro (1,8%); Lisboa (0,5%); Alentejo (1,6%); Algarve (0,3%); Região Autónoma dos Açores (3,5%) e Região Autónoma da Madeira (1,2%). Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (7,7%); Centro (5,1%); Lisboa (5,6%); Alentejo (5,7%); Algarve (2,9%); Região Autónoma dos Açores (6,2%) e Região Autónoma da Madeira (5,1%).   

 

106

 

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Eurostat – Défice Zona Euro e União Europeia

104

No 4º trimestre de 2020, o saldo orçamental, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, da Zona Euro fixou-se em -8,0% do PIB (-6,4% no 3º trimestre de 2020 e -0,9% no 4º trimestre de 2019). O saldo da UE27 fixou-se em –7,5% do PIB (-6,1% no 3º trimestre de 2020 e -0,8% no 4º trimestre de 2019).

No 4º trimestre de 2020, o saldo orçamental de Portugal, corrigido de efeitos de sazonalidade e em percentagem do PIB, fixou-se nos -5,1% do PIB (-8,7% no 3º trimestre de 2020 e 0,0% no 4º trimestre de 2019).

 

(Tabela: Eurostat)

 

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Eurostat – Dívida Pública Zona Euro e União Europeia

103

Segundo o Eurostat, no 4º trimestre de 2020, a Dívida Pública em percentagem do PIB no conjunto dos países da Zona Euro (EA19) situou-se em 98,0% (97,2% no 3º trimestre de 2020) e na UE situou-se em 90,7% (89,7% no 3º trimestre de 2020). Em relação ao período homólogo (2º trimestre de 2019) registou-se um aumento de 12,1 pp (pontos percentuais) da Dívida Pública da Zona Euro e um aumento de 13,2 pp na UE27.

Em Portugal, a Dívida Pública em percentagem do PIB situou-se em 133,6% (130,5% no 3º trimestre de 2020 e 116,8% no 4º trimestre de 2019).

Entre os Estados Membros, os que se destacaram com maiores rácios de Dívida Pública (em percentagem do PIB) no 4º Trimestre de 2020 foram a Grécia (205,6%), Itália (155,8%), Portugal (133,6%), Espanha (120,0%), Chipre (113,2%), França (115,7%) e Bélgica (114,1%). Em contrapartida a Estónia (18,2%), Luxemburgo (24,9%) e Bulgária (25,0%) e apresentaram os rácios mais baixos de Dívida Pública.

Face ao 4º trimestre de 2020, todos os Estados-membros registaram um aumento do rácio da dívida pública. Os países que registaram os maiores aumentos foram a Grécia (25,1 pp), Espanha (24,2 pp), Itália (21,2pp) e França (18,1 pp).

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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