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Markit – Flash PMI Compósito

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Em abril de 2021, o Flash PMI (Purchasing Managers’ Index) Compósito (estimativa para o PMI) do Produto na Zona Euro foi de 53,7 pontos, o que compara com 53,2 pontos registados no mês de março de 2021. Este valor é o máximo registado em 9 meses.

O Índice encontra-se abaixo do limiar da neutralidade (50,0).

Resumo:

 

Flash PMI em março

Flash PMI em abril

 

Alemanha

50,0

51,7

máximo de 9 meses

França

53,2

53,7

máximo de 9 meses

 

 

(Gráfico: Markit)

 

Nota: O PMI Compósito da Produção é uma média ponderada do Índice na Indústria e do Índice nos Serviços.

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Indicadores de Conjuntura COVID-19

101

O GEE disponibiliza, semanalmente, um conjunto de indicadores de conjuntura em Portugal que refletem os efeitos do combate à pandemia do COVID-19. Esta publicação sistematiza dados de mercado de trabalho, transportes, comunicações, mobilidade, entre outros, de frequência diária, semanal e mensal, como apoio à monitorização da economia portuguesa.

 

 

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Banco de Portugal – Indicadores Coincidentes

100

Em março de 2021, o Indicador Coincidente Mensal da Atividade Económica variou -2,8% (variação homóloga, VH), aumentando 0,9 p.p. relativamente ao mês anterior (-3,7%, VH). No mês em análise, o Indicador Coincidente do Consumo Privado registou uma variação homóloga de -0,3%, aumentando 1,0 p.p. face a fevereiro de 2021.

 

 

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Banco de Portugal – Endividamento do Sector não financeiro

97

Em fevereiro de 2021, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 751,4 mil milhões de euros, dos quais 345,6 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 405,8 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 263,6 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 142,2 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 5,4 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 4,1 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

 

 

Relativamente a fevereiro de 2020, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 24,0 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 22,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,5 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado.

Ao nível do Sector Privado, observou-se um aumento do endividamento das Empresas em 0,3 mil milhões de euros e um aumento do endividamento dos Particulares em 1,2 mil milhões de euros.

 

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Em fevereiro de 2021, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 1,8%, mais 0,5 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares diminuiu de 1,2% para 1,0%.

 

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados. As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Eurostat – Défice e Dívida Geral das Administrações Públicas – 1ª Notificação

95

Segundo a 1ª notificação do Eurostat, em 2020, Portugal apresentou um défice orçamental de 5,7% do PIB e uma dívida pública de 133,6% do PIB (270.492 milhões de euros).

Em 2020, todos os Estados-Membros registaram défices orçamentais. Os níveis mais elevados de défice orçamental foram registados em Espanha (-11,0%), Malta (-10,1%), Grécia (-9,7%), Itália (-9,5%), Bélgica (-9,4%), França e Romênia (ambos -9,2%), Áustria (-8,9%), Eslovênia (-8,4%), Hungria (-8,1%), Croácia e Lituânia (ambos -7,4%) e Polônia (-7,0%). Todos os Estados Membros, excepto a Dinamarca (-1,1%), tiveram déficits superiores a 3% do PIB.

Relativamente à dívida pública, catorze Estados-Membros tinham rácios da dívida pública superiores a 60% do PIB, sendo os mais elevados registados na Grécia (205,6%), Itália (155,8%), Portugal (133,6%), Espanha (120,0%), Chipre (118,2%), França (115,7%) e Bélgica (114,1%). Os mais baixos foram registados na Estónia (18,2%), Luxemburgo (24,9%), Bulgária (25,0%), Chéquia (38,1%) e Suécia (39,9%).

A Zona Euro registou, em 2020, um défice de 7,2% e uma dívida pública de 98,0% do PIB. A UE registou, no mesmo período, um défice de 6,9% e uma dívida pública de 90,7% do PIB.

 

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(Tabelas: Eurostat)

 

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Banco de Portugal – Balança Corrente e de Capital

93

Em fevereiro de 2021, as Balanças Corrente e de Capital registaram um excedente de 152 milhões de euros, aumentando 135 milhões de euros em relação ao mês anterior.

A Balança Corrente registou um défice de 53 milhões de euros, diminuindo 230 milhões de euros face ao défice do mês anterior.

No mês em análise, o saldo da Balança de Capital diminuiu 95 milhões de euros em relação ao mês anterior, fixando-se em 205 milhões de euros.

 

 

Entre janeiro e fevereiro de 2021, o saldo acumulado das Balanças Corrente e de Capital foi de 169 milhões de euros, que compara com 155 milhões de euros no período homólogo do ano anterior.

 

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Banco de Portugal – Balança de Bens e Serviços

89

Em fevereiro de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de -12,7% e de -14,7%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de -20,9% para as exportações e de -19,5% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 96,3%. Ainda em fevereiro de 2021, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 3,5% e de -11,2%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de -45,9% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de -30,9%.

De janeiro a fevereiro de 2021, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de -16,9% e de -17,2%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 95,9%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de -3,1% e de -13,8%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de -44,9% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de -32,0%.

 

 

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Banco de Portugal – Balança Financeira

88

Em fevereiro de 2021, a Balança Financeira registou um saldo de 611 milhões de euros, aumentando 871 milhões de euros em relação ao mês anterior, passando de uma situação de défice para uma situação de excedente.

 

 

Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

 

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Banco de Portugal – Investimento Directo

86

Em fevereiro de 2021, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 493 milhões de euros (-74 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 216 milhões de euros (-66 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -276 milhões de euros, diminuindo 285 milhões de euros face ao mês anterior.

 

 

De janeiro a fevereiro de 2021, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 418 milhões de euros, que compara com -137 milhões de euros no período homólogo.

 

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

 

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INE – Síntese Económica de Conjuntura

85

O Indicador de Clima Económico publicado hoje pelo INE registou -1,1% (mm3m) em março de 2021, diminuindo 0,1 p.p. relativamente ao mês anterior.

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -31,4 (sre/ve/mm3m), que compara com -32,7 registado no mês anterior.

Ainda em março de 2021, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens e para os serviços foi de 0,4% e 0,5% (VH), respectivamente, o que compara com 0,5% e 0,6% (VH) no mês anterior.

O Indicador de Atividade Económica, em fevereiro de 2021, registou o valor de -3,4% (VH), diminuindo 1,0 p.p. relativamente ao mês anterior.

 

(Gráfico: INE)

 

Nota: MM3M – médias móveis de 3 meses; SRE – saldos de respostas extremas; VE – valores efectivos.

 

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