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OCDE – Going for Growth

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O relatório da OCDE Going for Growth 2021, hoje divulgado, identifica e avalia os progressos dos países da OCDE e de algumas economias emergentes em termos de implementação das principais reformas estruturais para promover o crescimento de longo prazo, a competitividade, a produtividade e a criação de emprego.

A pandemia COVID-19 está a expor fragilidades estruturais de longo prazo nas economias e aumentar as diferenças entre os padrões de vida entre países, regiões e pessoas. Alguns destes desafios estruturais exacerbaram os custos da crise no curto prazo e arriscam deixar no longo prazo cicatrizes no crescimento, nas perspectivas de emprego e enfraquecer a sustentabilidade.

Assim como a vacinação gradual instaura esperança, a recuperação pós-pandemia cria novas oportunidades para estabelecer as bases para uma recuperação vibrante. Segundo a OCDE, com bases macroeconómicas, os formuladores de políticas podem moldar a recuperação para impulsionar o crescimento, aumentar a resiliência e inclusão, e melhorar a sustentabilidade ambiental.

Este relatório aponta prioridades estratégicas para cada país para a recuperação da OCDE e para países não membros seleccionados. Não há uma estratégia única para todos, mas as indicações de política podem ser descritas em torno de três pilares: construção de resiliência e sustentabilidade, facilitação de realocação e apoiar as pessoas nas transições.

Para Portugal, as reformas estruturais prioritárias para 2021 são:

Mercado de trabalho: Reforçar a proteção social para empregos não típicos de modo a reduzir a precariedade e a pobreza;

Educação e competências: Aumentar as competências de moda a fortalecer a produtividade, promover a criação de empregos de maior qualidade e melhorar a equidade e o bem-estar;

Concorrência e regulação: Fortalecer a concorrência nos sectores não-industriais para impulsionar a competitividade e a produtividade das exportações;

Insolvência: Reduzir o elevado endividamento das empresas para aumentar o investimento e promover a criação de empregos;

Sistema fiscal: Reduzir isenções e taxas especiais para aumentar a eficiência do sistema fiscal e fortalecer a sustentabilidade das finanças públicas.

 

(Tabela: OCDE)

 

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INE – Índice de Preços no Consumidor

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Em março de 2021, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal registou uma taxa de variação homóloga de 0,5%, valor igual ao registado no mês anterior. Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação homóloga foi 0,1%, inferior em 0,6 p.p. à registada no mês anterior.

O IPC registou uma variação mensal de 1,4%, o que compara com uma variação de -0,5% no mês anterior e de 1,4% em março de 2020.

A taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC foi 0,0% (0,0% no mês anterior). Excluindo do IPC os produtos alimentares não transformados e energéticos, a taxa de variação média também foi 0,0%, mantendo-se inalterada face ao mês anterior.

 

 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 0,1% (valor inferior em 0,2 p.p. ao registado no mês anterior).

De acordo com a informação disponível relativa a março de 2021, tendo como referência a estimativa do Eurostat, a taxa de variação homóloga do IHPC português foi inferior em 1,2 p.p. à da área do Euro (em fevereiro de 2021, esta diferença tinha sido 0,6 p.p.).

 

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(Gráfico: INE)

 

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INE – Índice de Produção na Construção e Obras Públicas

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Em fevereiro de 2021, o Índice de Produção na Construção (média móvel de três meses (mm3m), corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade registou uma taxa de variação homóloga de -3,4%, inferior em 0,8 p.p. ao valor verificado no mês anterior (-2,6%).

O segmento da Construção de Edifícios recuou 4,7% (-3,6% em janeiro). O de Engenharia Civil passou de uma variação de -1,0% em janeiro para -1,5% em fevereiro.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses (corrigida dos efeitos de calendário e da sazonalidade) diminuiu 0,5 p.p. face ao mês anterior, fixando-se em -4,2% (-3,7% em janeiro de 2021).

 

 

O Índice de Produção na Construção (em valor absoluto), corrigido dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registou um valor de 99,3 pontos em fevereiro, diminuindo 0,6 pontos em relação ao mês precedente (99,9 pontos em janeiro). Na componente Construção de Edifícios, o índice diminuiu de 98,6 pontos em janeiro para 98,0 em fevereiro de 2021 e na componente Engenharia Civil o índice diminuiu de 101,9 pontos para 101,3 pontos em fevereiro.

 

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INE – Índices de Emprego e Remunerações na Construção

51

Em fevereiro de 2021, os Índices de Emprego e Remunerações na Construção apresentaram variações homólogas de -0,7% e 0,6%, respetivamente. No mês de janeiro de 2021, as variações homólogas respetivas tinham sido de 0,0% e 0,5%.

A taxa de variação média dos últimos 12 meses foi de -0,7% no Índice de Emprego e de -1,5% no Índice de Remunerações.

 

 

O Índice de Emprego na Construção (em valor absoluto) registou, em fevereiro de 2021, um valor de 101,9 pontos, mantendo-se relativamente ao mês precedente (101,9 pontos em janeiro). O Índice de Remunerações na Construção (em valor absoluto) apresentou um valor de 102,0 pontos em fevereiro de 2021, aumentando 3,0 pontos em relação ao mês anterior (98,9 pontos em janeiro).

 

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OCDE – Indicador Compósito Avançado

49

Em fevereiro de 2021, o Indicador Compósito Avançado da OCDE (CLI ratio to trend, amplitude adjusted) para Portugal apresentou uma variação de 0,12% em termos mensais. Em termos homólogos apresentou uma variação de -2,24%. Este indicador registou, em fevereiro de 2021, um valor de 97,03 pontos. Estes valores indicam uma fase de estabilização da actividade económica.

O indicador foi concebido para detectar sinais iniciais de pontos de viragem nos ciclos económicos, dando os seus valores informação apenas qualitativa.

 

(Gráfico: OCDE)

 

Para o mesmo período, a economia da OCDE registou uma variação mensal no CLI de 0,22% e a Zona Euro registou uma variação mensal no CLI de 0,22%. A Alemanha apresenta uma variação mensal no CLI de 0,22% e os EUA apresentam uma variação de 0,32%.

Em termos homólogos, a variação foi de 2,84% para a OCDE, 3,01% para a Zona Euro, 4,30% para a Alemanha e 2,88% para os EUA.

 

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(Tabela: GEE, com base na nota metodológica da OCDE)

 

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INE – Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços

45

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços apresentaram em fevereiro de 2021 variações homólogas de -9,5%, -8,3% e -22,1%, respectivamente, o que compara com -8,5%, -7,6% e -19,7% registados no mês anterior.

 

 

Os Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (em valor absoluto) registaram, em fevereiro de 2021, valores de 98,8 pontos, 104,7 pontos e 80,6 pontos, respectivamente, o que compara com 99,7 pontos, 105,2 pontos e 87,6 pontos, respectivamente, registados no mês anterior.

 

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INE – Índice de Volume de Negócios nos Serviços

47

Em fevereiro de 2021, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de -19,4%, inferior em 0,4 p.p. ao valor registado em janeiro de 2021 (-19,0%).

 

 

O Índice de Volume de Negócios nos Serviços (em valor absoluto) registou um valor de 83,1 pontos em fevereiro de 2021, diminuindo 4,0 pontos em relação ao mês precedente (87,1 pontos em janeiro de 2021).

 

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Eurostat – Comércio a Retalho

44

Em fevereiro de 2021, o volume do Comércio a Retalho, a preços constantes e ajustado de sazonalidade, aumentou 3,0% na Zona Euro e 2,9% na UE27, face ao mês anterior. Em janeiro de 2021, o volume do Comércio a Retalho tinha registado variações de -5,2% na Zona Euro e -4,6% na UE27.

Portugal registou uma variação de -0,7% face ao mês anterior, o que compara com uma variação de -5,0% em janeiro de 2021.

Comparando com o mês anterior e entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2021, os maiores aumentos foram registados na Áustria (28,2%), Eslovénia (16,4%) e Itália (8,4%). As maiores diminuições ocorreram em Malta (-1,5%), França e Hungria (ambas -1,2%).

Em termos homólogos, o volume do Comércio a Retalho diminuiu 2,9% na Zona Euro e 2,2% na UE27, em fevereiro de 2021.

Portugal registou uma diminuição homóloga de 15,4%, após ter registado uma diminuição homóloga de 10,8% no mês anterior.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis para fevereiro de 2021, os maiores aumentos do Comércio a Retalho em termos homólogos foram registados na Bélgica (11,0%), Áustria (5,2%) e Croácia (5,1%). As maiores reduções foram em Portugal (-15,4%), Eslováquia (-14,7%) e Malta (-8,9%).

 

(Gráfico: Eurostat)

 

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INE – Estatísticas do Comércio Internacional de Bens

38

No período de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021, as exportações de bens registaram uma diminuição de 4,8% face ao período homólogo. As importações de bens registaram, no mesmo período, uma diminuição de 11,3% em termos homólogos. Houve um desagravamento do défice da Balança Comercial em 1452,1 milhões de euros no período analisado.

 

 

Em termos de variações homólogas mensais, no mês de fevereiro de 2021, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de 2,8% e -10,9%, respetivamente (-9,8% e -16,6%, pela mesma ordem, em janeiro de 2021). Estas evoluções foram influenciadas pelo acréscimo das exportações de Fornecimentos industriais (6,7%) e pelo decréscimo das importações de Material de transporte (-35,0%).

Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em fevereiro de 2021, as exportações aumentaram 2,3% e as importações diminuíram 10,4% face a fevereiro de 2020 (respetivamente -7,2% e -12,0% em janeiro de 2021).

Este mês encerra um período de um ano, de março de 2020 a fevereiro de 2021, em que a pandemia COVID-19 afetou significativamente a atividade económica. Nesse período, em comparação com os 12 meses anteriores, as exportações e importações nominais de bens sofreram variações, respetivamente, de -11,1% e -17,5%.

 

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No período de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021, a taxa de cobertura total foi de 82,3%, correspondendo a um acréscimo de 5,6 p.p. face ao mesmo período do ano anterior. No Comércio Intracomunitário a taxa de cobertura foi de 78,1%, no Comércio Extracomunitário foi de 95,2% e na Zona Euro foi de 77,5%.

 

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Em fevereiro de 2021, o Saldo de Bens por Grandes Categorias Económicas e Classes Básicas de Bens registou o valor de -708,0 milhões de euros, destacando-se, no primeiro caso, a categoria de Máquinas com um valor de -311,9 milhões de euros e no segundo os Bens Intermédios com um valor de -684,3 milhões de euros.

 

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INE – Índice de Volume de Negócios na Indústria

37

Em fevereiro de 2021, o Índice de Volume de Negócios na Indústria – Total registou uma variação homóloga (VH) de -2,8%, aumentando 6,1 p.p. em relação ao observado no mês de janeiro de 2021 (-8,9% VH).

Os agrupamentos de Bens de Consumo e de Bens Intermédios apresentaram uma variação homóloga de -8,2% e 1,6%, após terem registado variações de -13,2% e -0,8% respetivamente, no mês anterior. Os agrupamentos de Bens de Investimento e Energia apresentaram variações de -8,6% e 2,3%, após terem registado variações de -13,5% e -11,5% no mês precedente, pela mesma ordem.

As vendas para o mercado externo registaram uma variação homóloga de -3,4%, aumentando 9,8 p.p. em comparação com o mês anterior (-13,2%, VH). No mercado nacional, o índice aumentou 3,4 p.p. em termos homólogos (-2,4% em fevereiro face aos -5,8% registados em janeiro).

 

 

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