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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 2,1% em abril de 2025, taxa superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado também uma variação de 2,1% (1,9% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu para -0,1% (0,1% em março de 2025) enquanto a variação do índice referente aos produtos alimentares não transformados aumentou para 3,3% (2,8% no mês anterior).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,7% (1,4% em março e 0,5% em abril de 2024).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,4% (valor idêntico no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 2,1% (1,9% no mês precedente).

(Gráfico: INE)

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Estimativa Rápida do PIB – INE

O Produto Interno Bruto (PIB), em volume, registou uma variação homóloga de 1,6% no 1º trimestre de 2025, após um crescimento de 2,8% no trimestre anterior. O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu no 1º trimestre, em resultado do abrandamento do consumo privado. O contributo negativo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB foi mais acentuado, refletindo a desaceleração das exportações de bens e serviços.

Comparando com o 4º trimestre de 2024, o PIB diminuiu 0,5% em volume, após um crescimento de 1,4% no trimestre anterior. O contributo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB foi negativo enquanto a procura interna registou um contributo nulo, após terem sido positivos no trimestre anterior.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em abril de 2025, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 101,4 pontos, o que compara com o valor de 102,6 pontos verificado em março de 2025.

Para a evolução negativa contribuíram os sectores do Comércio a Retalho (de 3,7 para 2,0), dos Serviços (de 3,3 para 2,5) e da Construção (de 3,1 para 2,6), ao contrário da Indústria (de -5,1 para -4,6 pontos). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu de -18,4 para -20,4.

No mês em análise, o ISE registou uma diminuição de 1,4 pontos na União Europeia (de 95,8 pontos em março para 94,4 pontos em abril), enquanto a Zona Euro apresentou uma diminuição de 1,4 pontos (de 95,0 pontos em março para 93,6 pontos em abril).

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em março de 2025, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1 847 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 2,0% face ao mês anterior e a um aumento de 16,9% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 2 071 euros/m2, registando um aumento de 1,9% em relação ao mês anterior e um aumento 17,7% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1 369 euros/m2, aumentando 1,6% face ao mês precedente e aumentando 10,5% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (2,6%); Centro (1,6%); Oeste e Vale do Tejo (1,3%); Grande Lisboa (1,6%); Península de Setúbal (2,7%); Alentejo (3,7%); Algarve (3,0%); Região Autónoma dos Açores (2,0%) e Região Autónoma da Madeira (2,5%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (15,2%); Centro (12,3%); Oeste e Vale do Tejo (14,6%); Grande Lisboa (17,5%); Península de Setúbal (18,5%); Alentejo (9,8%); Algarve (15,6%); Região Autónoma dos Açores (8,2%) e Região Autónoma da Madeira (19,4%).   

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Estatísticas do Comércio Internacional – Estimativa Rápida – INE

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens do 1º trimestre de 2025 aponta para acréscimos nas exportações e importações de, respetivamente, 7,8% e 7,1%, em termos nominais e em relação ao período homólogo.

No entanto, é importante referir que estas variações refletem, tal como aconteceu nos trimestres anteriores e em especial nas exportações, acréscimos nas transações de bens com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, sem mudança de propriedade1.

As transações de bens aumentam, assim, pelo terceiro trimestre consecutivo, acelerando face ao anterior, em que as variações homólogas foram de 3,9% nas exportações e 6,2% nas importações.

(Gráfico: INE)

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em abril de 2025, o Indicador de Clima Económico aumentou de 2,1 para 2,2 (%, vcs).

Entre março e abril de 2025, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 3,6 para 1,0 e o do Comércio permaneceu inalterado em 3,6. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -5,4 para -5,0 e a Construção e Obras Públicas registou uma diminuição de 3,3 para 2,9. O Indicador de Confiança dos Consumidores diminuiu para -20,6 (sre, ve) em abril de 2025 (-18,0 em março de 2025).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 20 de abril, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 17 de abril de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 3,2% (VH), que compara com -1,5% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Comércio Internacional – Eurostat

Segundo o Eurostat, entre janeiro e fevereiro de 2025, a Balança de Bens da Zona Euro com o resto do mundo registou um excedente de 24,8 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 32,3 mil milhões de euros no período homólogo. Neste período, as exportações de bens para fora da Zona Euro aumentaram 4,5% (VHA) face ao período homólogo e o comércio dentro da Zona Euro aumentou 0,2% (VHA).

No período em análise, a Balança de Bens da UE27 com o resto do mundo registou um excedente de 17,4 mil milhões de euros, o que compara com um excedente de 28,5 mil milhões de euros no período homólogo. As exportações de bens da UE27 para o resto do mundo aumentaram 5,8% (VHA) neste período e o comércio dentro da região diminuiu 0,0% (VHA).

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(Gráficos: Eurostat)

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2025, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 820,5 mil milhões de euros, dos quais 363,1 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 457,4 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 297,0 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 160,3 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 1,2 mil milhões de euros, fruto de um aumento de 1,2 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 0,3 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,8 mil milhões de euros.

Relativamente a fevereiro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 18,8 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 10,5 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 8,3 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 1,7 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 6,6 mil milhões de euros.

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Em fevereiro de 2025, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 0,5%, menos 0,2 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 4,0% para 4,5%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

 

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