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PIB per capita – Eurostat

De acordo com os dados preliminares divulgados hoje pelo Eurostat relativos ao PIB per capita de 2024 (expresso em Purchasing Power Standards – PPS), a amplitude da divergência entre os países europeus medida pelo PIB per capita varia entre um mínimo de 66% da média da UE e um máximo de 241%. Foi registado um PIB per capita acima da média da UE em 11 países da UE.

O Luxemburgo e a Irlanda registaram os níveis mais elevados (141% e 111% acima da média da UE, respetivamente), bem à frente dos Países Baixos (35% acima da média da UE), da Dinamarca (+28%) e da Bélgica (+17%).

O nível mais baixo de PIB per capita foi registado na Bulgária, 34% abaixo da média da UE. A Grécia e a Letónia também ficaram abaixo da média, em 30% e 29%, respetivamente.

No que respeita Portugal, o valor do PIB per capita expresso em paridade do poder de compra foi de 82% da média comunitária (UE27) em 2024 (81% em 2023), sendo o décimo mais baixo da União Europeia e o sexto mais baixo da Zona Euro.

Em média, os países da Zona Euro têm um PIB per capita, medido pelo PPS, 8% superior ao da UE27.

(Tabela Eurostat)

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em fevereiro de 2025, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1810 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 2,0% face ao mês anterior e a um aumento de 16,0% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 2032 euros/m2, registando um aumento de 2,0% em relação ao mês anterior e um aumento 16,7% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1347 euros/m2, aumentando 1,6% face ao mês precedente e aumentando 9,5% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,3%); Centro (0,8%); Oeste e Vale do Tejo (2,0%); Grande Lisboa (2,5%); Península de Setúbal (2,8%); Alentejo (3,4%); Algarve (2,4%); Região Autónoma dos Açores (1,2%) e Região Autónoma da Madeira (4,0%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (14,1%); Centro (12,0%); Oeste e Vale do Tejo (13,8%); Grande Lisboa (16,3%); Península de Setúbal (17,1%); Alentejo (5,7%); Algarve (11,8%); Região Autónoma dos Açores (6,7%) e Região Autónoma da Madeira (16,4%).   

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 23 de março, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade superior à observada na semana anterior. Em 20 de março de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 5,1% (VH), que compara com 1,8% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em fevereiro de 2025, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,6 mil milhões de euros, aumentando 132 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 1,2% (1,3% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 134,0 mil milhões de euros, registando uma TVA de 5,2% (4,7% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a microempresas foi de 7,3% (7,4% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a pequenas empresas foi de -0,3% (-0,6% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a médias empresas foi -4,5% (-4,9% no mês anterior) e a TVA dos empréstimos grandes empresas foi de 1,7% (2,8% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 4,8%, aumentando 0,7 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,0%, diminuindo 0,3 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 6,4%, aumentando 0,6 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em fevereiro de 2025 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,19% (1,17% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 1,91% para 1,95%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,78% (0,77% no mês precedente).

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Em fevereiro de 2025, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,5%) e no Norte (30,0%).

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Em fevereiro de 2025, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,5% (3,5% no mês anterior).

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Procedimento dos Défices Excessivos – INE

De acordo com a 1ª notificação do Procedimento dos Défices Excessivos (PDE) de 2025, o saldo e a dívida das Administrações Públicas referentes ao ano de 2024 fixaram-se em 0,7% e 94,9%% do Produto Interno Bruto (PIB), respetivamente (o que compara com 0,3% e 94,5% na 2ª notificação de 2024). Estes valores comparam com 1,2% e 97,7% do PIB, respetivamente, em 2023.

Para 2025, prevê-se um saldo de 0,3% e uma dívida de 91,8% do PIB (o que compara com 0,2% e 95,1% na 1ª notificação de 2024).

(Tabela: INE)

Nota: O INE, o Banco de Portugal e a Direção-Geral do Orçamento são responsáveis pelo reporte da notificação nos seguintes termos:

– Para 2024 e anos anteriores, a compilação da capacidade / necessidade líquida de financiamento é efetuada pelo INE e a dívida bruta é compilada pelo Banco de Portugal.

– Para o ano corrente (2025), as estimativas da capacidade / necessidade líquida de financiamento, da dívida bruta e do PIB nominal são da responsabilidade do Ministério das Finanças, tendo por base o cenário macroeconómico e orçamental apresentado no Programa de Estabilidade para 2024.

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Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional – INE

No 4º trimestre de 2024, a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 2,9% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com 2,7% no ano acabado no trimestre anterior.

Para esta evolução, contribuiu o aumento da capacidade de financiamento das Famílias para 4,7% (mais 0,8 p.p. do que no trimestre anterior). O sector das Administrações Públicas registou uma estabilização da capacidade líquida de financiamento no ano acabado no 4º trimestre de 2024, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo 0,7% do PIB. O sector das Sociedades não Financeiras registou um agravamento da necessidade de financiamento no ano terminado no 4º trimestre de 2024 em 0,5 pp (pontos percentuais) do PIB para -4,4%. As Sociedades Financeiras registaram uma registou uma diminuição da capacidade líquida de financiamento em 0,1 pp, passando de 2,0% do PIB no 3º trimestre para 1,9% do PIB no 4º trimestre de 2024.

Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 4º trimestre de 2024 atingiu -3 235 milhões de euros, correspondendo a -4,3% do PIB, o que compara com -4,6% no período homólogo. Face ao mesmo período do ano anterior, verificou-se um aumento de 3,3% da receita e de 3,1% da despesa.

O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 279.952 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 2,1%. Esta variação deveu-se ao aumento de 3,0% dos rendimentos primários recebidos com o exterior, enquanto os rendimentos primários pagos apresentaram uma taxa de variação em cadeia de -1,3%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou igualmente uma taxa de variação em cadeia de 1,9%, superior à do PIB em 0,2 p.p., fixando-se em 284.978 milhões de euros.

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No 4º trimestre de 2024, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou manteve-se nos 20,1% do PIB e a Poupança Bruta registou um aumento de 0,2 pp para 21,8% do PIB, o que levou ao aumento da Capacidade Líquida de Financiamento de Portugal junto do exterior para 2,9% do PIB.

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No 4º trimestre de 2024, a variação real e nominal dos custos do trabalho, por unidade produzida, da economia portuguesa variaram 7,7% e 3,2% (VH, mm4), respetivamente.

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em janeiro de 2025, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 818,4 mil milhões de euros, dos quais 363,4 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 455,0 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 295,6 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 159,5 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu/ aumentou 4,4 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 4,0 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 0,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 0,1 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,3 mil milhões de euros.

Relativamente a janeiro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 16,2 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 8,8 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 7,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 1,5 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 5,9 mil milhões de euros.

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Em janeiro de 2025, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 1,6%, mais 0,4 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 3,8% para 4,2%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em janeiro de 2025, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 1150 milhões de euros (934 milhões de euros no mês anterior e 115 milhões de euros no mês homólogo). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 163 milhões de euros (1 105 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de -987 milhões de euros, diminuindo 1158  milhões de euros face ao mês anterior.

Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em janeiro de 2025, a Balança Financeira registou um saldo de 29 milhões de euros, aumentando 80 milhões de euros em relação ao mês anterior e tendo sido 853 milhões de euros no período homólogo.

Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em janeiro de 2025, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 3,6% e de 3,1%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 9,5% para as exportações e de 5,6% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 104,0%. Ainda em janeiro de 2025, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 0,8% e de 3,9%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 8,3% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de -0,5%.

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