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Atividade Turística – INE

Em janeiro de 2025, os estabelecimentos hoteleiros acolheram cerca de 3,7 milhões de dormidas, valor superior ao registado no mesmo período do ano anterior e que se traduz numa variação homóloga de 6,3% (VH). No mês em análise, os não residentes foram responsáveis por cerca de 2,4 milhões de dormidas (3,8%, VH), enquanto os residentes representaram cerca de 1,3 milhões de dormidas (11,3%, VH).

Em janeiro de 2025, os estabelecimentos hoteleiros obtiveram proveitos de 262,0 milhões de euros, o que corresponde a uma variação homóloga de 13,8%.

Em termos regionais (NUTS II), em janeiro de 2025, destacam-se as regiões do RA Madeira (29,0%), do Alentejo (20,2%) e do Península de Setúbal (17,1%) que apresentaram as maiores variações homólogas positivas.

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Estimativa Rápida do IPC/IHPC – INE

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 2,4% em fevereiro de 2025, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,4% (2,7% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu para 1,5% (2,4% no mês anterior) e a variação do índice referente aos produtos alimentares não transformados aumentou para 2,4% (1,8% em janeiro de 2025).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido -0,1% (-0,5% em janeiro e nula em fevereiro de 2024).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,5% (2,4% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 2,4% (2,7% no mês precedente).

(Gráfico: INE)

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Contas Nacionais Trimestrais – INE

No conjunto do ano de 2024, o PIB aumentou 1,9% o que compara com um crescimento de 2,6% em 2023. Em 2024, as Exportações aumentaram 3,4% em volume e as Importações aumentaram 4,8% face ao ano anterior

O contributo das exportações para o crescimento do PIB foi 1,6 p.p. e o das Importações foi -2,2 p.p. (1,7 p.p. e -0,8 p.p. em 2023, respetivamente).

Segundo o INE, no 4º trimestre de 2024, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 2,8% em volume face ao período homólogo e 1,5% em relação ao trimestre anterior (1,9% e 0,2%, respetivamente no trimestre anterior).

As Exportações aumentaram 4,1% (VH) em volume e as Importações aumentaram 4,7% (VH). O contributo das exportações para o crescimento do PIB foi 1,9 p.p. e o das Importações foi -2,2 p.p. no 4º trimestre de 2024 (2,3 p.p. e -3,3 p.p. no 3º trimestre de 2024, respetivamente).

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No 4º trimestre de 2024, o excedente externo de bens e serviços fixou-se em 1,9% do PIB, o que compara com 1,4% no trimestre anterior e 1,3% no trimestre homólogo.

Relativamente à evolução homóloga do VAB dos sectores de atividade e ao seu contributo para a variação do PIB, o sector com o maior contributo foi o do Comércio, Reparação de Veículos, Alojamento e Restauração que apresentou um crescimento homólogo de 2,3%, contribuindo com 0,4 p.p. para a variação homóloga do PIB.

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A produtividade real do trabalho registou uma variação homóloga de 1,2%, enquanto o Emprego aumentou 1,6% em relação ao trimestre homólogo.

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Indicadores de Sentimento Económico – Comissão Europeia

Em fevereiro de 2025, o Indicador de Sentimento Económico (ISE – sre, ajustado de sazonalidade) para Portugal registou um valor de 103,9 pontos, o que compara com o valor de 107,1 pontos verificado em janeiro de 2025.

Para a evolução negativa contribuiu o sector dos Serviços (de 16,4 para 7,6), ao contrário do Comércio a Retalho (de 3,5 para 4,2), da Construção (de 4,3 para 4,6) e da Indústria (de -5,6 para -5,4 pontos). Para o mesmo período, o Indicador de Confiança dos Consumidores manteve-se.

No mês em análise, o ISE registou um aumento de 1,1 pontos na União Europeia (de 96,0 pontos em janeiro para 97,1 pontos em fevereiro), enquanto a Zona Euro apresentou um aumento de 1,0 pontos (de 95,3 pontos em janeiro para 96,3 pontos em fevereiro).

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 23 de fevereiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade próxima da observada desde o início do mês. Em 20 de fevereiro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 0,9% (VH), que compara com -0,2% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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Crédito ao Sector Privado – Banco de Portugal

Em janeiro de 2025, o stock de empréstimos às Sociedades não Financeiras (SNF) registou um valor de 72,8 mil milhões de euros, aumentando 281 milhões de euros em relação ao mês anterior e registando uma taxa de variação anual (TVA) de 1,3% (0,5% no mês anterior).

O stock de empréstimos a Particulares registou um valor de 133,2 mil milhões de euros, registando uma TVA de 4,7% (4,2% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a microempresas foi de 7,3% (7,2% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a pequenas empresas foi de -0,6% (-1,4% no mês anterior), a TVA dos empréstimos a médias empresas foi -4,8% (-5,2% no mês anterior) e a TVA dos empréstimos grandes empresas foi de 2,8% (0,3% no mês anterior).

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A TVA dos empréstimos a particulares para habitação foi de 4,1%, aumentando 0,6 p.p. em relação ao mês anterior. A TVA dos empréstimos a particulares para consumo foi de 7,3%, diminuindo 0,2 p.p. em relação ao mês anterior, e a TVA dos empréstimos a particulares para outros fins foi de 5,8%, aumentando 0,6 p.p. em relação ao mês anterior.

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De acordo com a mesma fonte, em janeiro de 2025 o crédito vencido total, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi de 1,17% (1,16% no mês anterior). O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos às Sociedades não Financeiras passou de 1,85% para 1,91%. O crédito vencido em percentagem do total de empréstimos concedidos aos Particulares fixou-se em 0,77% (0,79% no mês precedente).

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Em janeiro de 2025, o stock de empréstimos às SNF tem maior peso na Grande Lisboa (34,9%) e no Norte (29,9%).

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Em janeiro de 2025, o maior valor de crédito vencido, em percentagem do respectivo total de empréstimos, foi na Península de Setúbal com 3,5% (3,4% no mês anterior).

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Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – INE

Em fevereiro de 2025, o Indicador de Clima Económico diminuiu de 2,8 para 2,4 (%, vcs).

Entre janeiro e fevereiro de 2025, o Indicador de Confiança dos Serviços registou uma diminuição de 20,8 para 7,7 e o do Comércio aumentou de 3,3 para 3,8. No mesmo período, a Indústria Transformadora aumentou de -5,7 para -5,3 e a Construção e Obras Públicas registou um aumento de 4,2 para 5,3. O Indicador de Confiança dos Consumidores aumentou para -15,0 (sre, ve), em fevereiro de 2025 (-15,2 em janeiro de 2025).

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Nota: sre – saldos de respostas extremas; ve – valores efetivos; vcs – valores corrigidos de sazonalidade.

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Investimento Direto Estrangeiro – Banco de Portugal

Em 2024, as transações de IDE (Investimento direto do exterior em Portugal) totalizaram 13,2 mil milhões de euros (11,1 mil milhões de euros em 2023), devido sobretudo ao investimento realizado no capital de entidades portuguesas (11,1 mil milhões de euros). As transações de IDE refletem também um contributo significativo do investimento imobiliário, no valor de 3,5 mil milhões de euros.

Numa perspetiva de contraparte imediata, os países europeus foram os que mais investiram em Portugal neste período, com destaque para Espanha (3,8 mil milhões de euros), Luxemburgo (3,1 mil milhões de euros) e Países Baixos (1,4 mil milhões de euros).

Transações de IDE por Continente

(Gráfico: Banco de Portugal)

Em 2024, as transações de IPE (Investimento direto de Portugal no exterior) totalizaram 7,2 mil milhões de euros (5,7 mil milhões de euros em 2023). Numa perspetiva de contraparte imediata, destacou-se o investimento realizado em entidades residentes em países do continente europeu, em particular, nos Países Baixos (1,8 mil milhões de euros), em Espanha (1,1 mil milhões de euros) e no Luxemburgo (1,1 mil milhões de euros).

No final de 2024, o stock de investimento direto estrangeiro em Portugal (IDE) era de 200,3 mil milhões de euros, e o de investimento direto de Portugal no exterior (IPE) era de 76,0 mil milhões de euros. Estes montantes representavam, respetivamente, 71% e 27% do PIB português.

O stock de IDE mais do que duplicou entre o final de 2008 e o final de 2024. Quando medido em percentagem do PIB, o peso do IDE aumentou 25 pontos percentuais.

Stocks de IDE e IPE

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(Gráfico: Banco de Portugal)

Em 2024, os rendimentos de IDE foram de 12,0 mil milhões de euros, inferiores aos do período homólogo em 0,8 mil milhões de euros.

Rendimentos de investimento direto | Valores trimestrais

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(Gráfico: Banco de Portugal)

No final de 2024, a Grande Lisboa era a região que concentrava o maior valor de IDE: 106,2 mil milhões de euros, ou seja, 53,0% do stock de IDE. Seguiam-se o Norte, com 34,6 mil milhões de euros (17,3% do total de IDE), e o Algarve, com 19,5 mil milhões de euros (9,7% do total de IDE). Estas regiões representavam, no seu conjunto, 80,1% do total do stock de IDE em Portugal.

As regiões com menor concentração de investimento direto proveniente do exterior eram a Região Autónoma dos Açores, com 0,6 mil milhões de euros (0,3% do total de IDE), o Oeste e Vale do Tejo, com 4,2 mil milhões de euros (2,1%), e a Península de Setúbal, com 4,9 mil milhões de euros (2,5%).

Entre 2017 e 2024, a Região Autónoma da Madeira foi a única a registar um decréscimo do stock de IDE. Todas as outras regiões apresentaram uma evolução positiva. Houve duas que duplicaram o seu stock de IDE: o Centro e o Alentejo, com crescimentos de 110% e 109%, respetivamente.

Evolução do IDE por regiões (2017-2024)

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(Gráfico: Banco de Portugal)

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Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – INE

Em janeiro de 2025, o valor mediano de avaliação bancária da habitação no total do país fixou-se em 1774 euros/m2, o que corresponde a um aumento de 1,5% face ao mês anterior e a um aumento de 14,5% em termos homólogos.

No mesmo mês, o valor mediano da avaliação bancária dos Apartamentos foi de 1993 euros/m2, registando um aumento de 1,6% em relação ao mês anterior e um aumento 15,5% em relação ao período homólogo. O valor mediano da avaliação bancária das Moradias fixou-se em 1326 euros/m2, aumentando 0,3% face ao mês precedente e aumentando 8,5% em termos homólogos.

Numa análise regional (NUTS II), registaram-se as seguintes variações em cadeia: Norte (1,1%); Centro (1,8%); Oeste e Vale do Tejo (1,5%); Grande Lisboa (1,0%); Península de Setúbal (1,8%); Alentejo (1,8%); Algarve (0,7%); Região Autónoma dos Açores (-1,4%) e Região Autónoma da Madeira (0,0%).

Em termos homólogos, verificaram-se as seguintes variações: Norte (13,7%); Centro (12,2%); Oeste e Vale do Tejo (12,3%); Grande Lisboa (13,9%); Península de Setúbal (14,6%); Alentejo (3,4%); Algarve (11,1%); Região Autónoma dos Açores (8,1%) e Região Autónoma da Madeira (11,9%).   

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Inflação – IHPC – Eurostat

Em janeiro de 2025, a taxa de inflação anual (variação homóloga (VH)) em Portugal, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 2,7%, inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.). ao mês anterior. Este valor representa uma variação mensal de -0,6% entre dezembro e janeiro de 2025.

Na Zona Euro, a taxa de inflação anual (VH) situou-se em 2,5%, aumentando 0,1 p.p. face ao mês anterior. A taxa de inflação anual da UE27 situou-se em 2,8% (VH) em janeiro de 2025, aumentando em 0,1 p.p. face ao valor de dezembro. A variação mensal do índice situou-se em -0,3% e 0,0% na Zona Euro e na UE27, respetivamente.

A taxa de variação da média anual dos últimos 12 meses do IHPC foi de 2,7% para Portugal, de 2,3% para a Zona Euro e 2,6% para a UE27.

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