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Estatísticas de Emprego – IEFP

Durante o mês de janeiro de 2025, inscreveram-se nos Centros de Emprego 61 496 pessoas, o que representa uma variação mensal de 27,4% e uma variação homóloga de 3,8%. Durante este mês, foram efectuadas 7 770 colocações, o que corresponde a um aumento de 73,3% face ao mês anterior e a uma variação homóloga de 2,0%.

No final do mês de janeiro de 2025, estavam inscritos nos Centros de Emprego 349 338 indivíduos, o que corresponde a uma variação mensal de 4,1% (13 673 pessoas) e a uma variação homóloga de 4,3% (14 285 pessoas).

Segundo a dimensão regional, as regiões que apresentaram uma diminuição do desemprego em termos homólogos foram a Madeira (-8,7%) e os Açores (-3,1%). Os maiores aumentos foram no Alentejo (6,3%) e na região de Lisboa e Vale do Tejo (5,7%).

Comparativamente ao mês anterior, as maiores subidas no desemprego registaram-se na região do Algarve (-3,1%), Alentejo (5,4%) e Centro (4,6%). Não se registaram descidas.

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Endividamento do Sector não financeiro – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, o endividamento do Sector Não Financeiro situava-se em 814,1 mil milhões de euros, dos quais 359,4 mil milhões respeitavam ao Sector Público e 454,6 mil milhões ao Sector Privado. No Sector Privado, 295,5 mil milhões de euros são respeitantes às Empresas privadas e 159,1 mil milhões de euros aos Particulares.

Relativamente ao mês anterior, o endividamento do Sector Não Financeiro diminuiu/ aumentou 2,6 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 1,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 1,2 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se o aumento do endividamento das Empresas em 0,5 mil milhões de euros e o aumento do endividamento dos Particulares em 0,8 mil milhões de euros.

Relativamente a dezembro de 2023, o endividamento do Sector Não Financeiro aumentou 17,0 mil milhões de euros, fruto de um acréscimo de 11,6 mil milhões de euros no endividamento do Sector Público e de um aumento de 5,4 mil milhões de euros no endividamento do Sector Privado. Ao nível do Sector Privado, observou-se a manutenção do endividamento das Empresas e o aumento do endividamento dos Particulares em 5,4 mil milhões de euros.

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Em dezembro de 2024, a taxa de variação anual (TVA) do endividamento total das empresas privadas foi de 1,2%, menos 0,6 pontos percentuais do que o registado no mês anterior. A TVA do endividamento total dos particulares aumentou de 3,2% para 3,8%.

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Nota: O endividamento do sector não financeiro compreende as posições em final de período das sociedades não financeiras, administrações públicas e particulares (incluindo estes últimos as famílias, os empresários em nome individual e as instituições sem fins lucrativos ao serviço das famílias), referentes a passivos sob a forma de empréstimos, títulos de dívida (valor nominal) e créditos comerciais. No caso da administração central incluem-se ainda os certificados de aforro, certificados do Tesouro e outras responsabilidades do Tesouro. Valores não consolidados.

As Taxas de variação anual dos saldos em fim de período estão numa ótica consolidada.

 

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Indicadores de Conjuntura – INE

O Indicador de Clima Económico, publicado pelo INE, registou 2,8% em janeiro de 2025, que compara com 2,7% registado no mês anterior. O Indicador de Atividade Económica, em dezembro de 2024, registou o valor de 1,1% (VH), inferior em 0,4 p.p. em relação ao mês anterior (1,5%, VH).

No mesmo mês, a opinião dos empresários sobre a Carteira de Encomendas Externa registou um valor de -17,0 (sre/ve), que compara com o valor de -15,0 (sre/ve) registado no mês anterior.

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Ainda em janeiro de 2025, a variação do Índice de Preços no Consumidor para os bens foi de 1,1% (VH) e para os serviços foi de 4,5% (VH). Estes valores comparam com 1,9% (VH) e 4,6% (VH) registados no mês de dezembro de 2024, respetivamente.

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Nota: sre – saldo de respostas extremas; ve – valores efectivos.

A partir deste mês, o INE passa a publicar os Indicadores de Conjuntura — um novo destaque mensal que substitui o anterior designado Síntese Mensal de Conjuntura. A renovação visa manter a atualização regular dos principais indicadores económicos num formato mais acessível e documentado.

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Indicador diário de atividade económica – Banco de Portugal

Na semana terminada a 16 de fevereiro, o indicador diário de atividade económica (DEI) aponta para uma taxa de variação homóloga da atividade em linha com a observada na semana anterior. Em 13 de fevereiro de 2025, o DEI (média móvel semanal) registou 2,0% (VH), que compara com 1,6% (VH) na semana anterior.

Nota: O Indicador Diário de Atividade Económica para Portugal, divulgado pelo Banco de Portugal, sintetiza informação diária de diversas dimensões da atividade económica, permitindo a identificação de alterações na atividade económica no muito curto-prazo. O DEI cobre diversas dimensões correlacionadas com a atividade económica em Portugal, sumariando a informação das seguintes variáveis diárias: tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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European Framework for Strategic Dependencies: insights from Portugal between 2019 and 2024

A pandemia da COVID-19 teve efeitos profundos e duradouros na atividade económica a nível global, com impactos heterogéneos entre países e sectores. À medida que os países procuram recuperar, enfrentando uma série de desafios significativos e persistentes, cresce a perceção de que o regresso às condições pré-pandemia é um processo exigente.

Na realidade, as tensões geopolíticas estão a intensificar-se, empurrando o mundo para territórios desconhecidos e acrescentando camadas de complexidade aos esforços de recuperação em curso. Para decisores políticos e empresas, torna-se essencial manter a capacidade de adaptação e resiliência num contexto de dinâmicas globais em mutação, mas também permanecer vigilantes, reavaliando continuamente as suas alianças. Neste cenário em evolução, a monitorização das dependências comerciais assume-se como uma ferramenta crítica para identificar potenciais vulnerabilidades e desenvolver estratégias robustas que promovam uma maior autonomia estratégica.

Neste contexto, este estudo atualiza a análise realizada por Nogueira et al. (2022) e apresenta uma perspetiva temporal alargada sobre as dependências comerciais de Portugal, permitindo captar tendências evolutivas que aprofundam a compreensão sobre a forma como o país tem enfrentado sucessivas ondas de desafios complexos ao longo do tempo, num panorama geopolítico em transformação.

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Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – INE

Em janeiro de 2025, a Taxa de Juro Implícita no Crédito à Habitação fixou-se em 3,978%, registando uma diminuição de 0,113 pontos percentuais (pp) em relação ao mês anterior (4,091%).

A taxa de juro implícita nos contratos celebrados nos últimos 3 meses diminuiu para 3,113%, o que compara com 3,349% em dezembro de 2024.

O valor médio do capital em dívida fixou-se em 68 992 euros, registando um aumento de 522 euros face ao mês anterior (68 470 euros).

Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação mensal fixou-se em 401 euros em janeiro de 2025, menos 2 euros que em dezembro de 2024 e menos 3 euros que em janeiro de 2024. Deste valor, 225 euros (56%) correspondem a pagamento de juros e 176 euros (44%) a capital amortizado. Em janeiro de 2024, a componente de juros representava 61% do valor médio da prestação.

Em janeiro de 2025, o valor médio da prestação vencida total nos contratos celebrados nos últimos 3 meses fixou-se em 600 euros, o que equivale a uma diminuição de 32 euros relação ao mês anterior (632 euros).

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Posição de Investimento Internacional – Banco de Portugal

A posição de investimento internacional (PII) de Portugal — isto é, o saldo entre os ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes e os passivos emitidos por residentes e detidos pelo resto do mundo — passou de 72,5% do PIB (-193,8 mil milhões de euros), no final de 2023, para -58,5% do PIB (-166,2 mil milhões de euros) no final de 2024. Esta evolução resultou do aumento dos ativos superior ao aumento dos passivos e, no caso da PII em percentagem do PIB, também do crescimento da economia nacional.

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Investimento Direto – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, o investimento directo em empresas em Portugal registou transacções de 934 milhões de euros (507 milhões de euros no mês anterior). O investimento directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 1 105 milhões de euros (-160 milhões de euros no mês anterior).

O saldo do Investimento Directo (transacções), ou seja, a diferença entre o investimento feito em empresas no estrangeiro e o investimento em empresas em Portugal, foi de 171 milhões de euros, aumentando 838 milhões de euros face ao mês anterior.

Em 2024, as transacções acumuladas do Investimento Directo em empresas em Portugal foram de 12 201 milhões de euros, que compara com 10 576 milhões de euros no período homólogo.

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Em 2024, o Investimento Direto registou um saldo de -5993 milhões de euros, diminuindo 631 milhões de euros face ao ano anterior. O Investimento Directo de Portugal feito em empresas no estrangeiro foi de 6207 milhões de euros (5213 milhões de euros no ano anterior).

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Nota: Investimento Direto é a categoria de investimento através da qual um investidor tem o controlo ou grau de influência significativa (controlo direto, com 50% dos direitos de voto, ou indirecto, entre 10% e 50% dos direitos de voto) na gestão de uma empresa doutra economia. Os activos incluem o investimento feito por residentes em empresas residentes no exterior e os passivos incluem o investimento de não residentes em empresas residentes em Portugal. Inclui investimento em imobiliário (propriedades e casas) para uso pessoal e arrendamento.

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Balança Financeira – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, a Balança Financeira registou um saldo de -51 milhões de euros, diminuindo 430 milhões de euros em relação ao mês anterior.

Em 2024, o saldo acumulado da Balança Financeira foi 9 664 milhões de euros, que compara com 5 637 milhões de euros no período homólogo.

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Nota: A Balança Financeira regista as transações que envolvem ativos financeiros sobre o exterior detidos por residentes em Portugal e as transações que envolvem passivos financeiros dos residentes detidos por não residentes. Desde a entrada em vigor da norma BPM6, do FMI, é apresentada em termos de “variação líquida de ativos” e de “variação líquida de passivos”.

Na balança financeira, os registos a débito e a crédito têm diferentes interpretações consoante dizem respeito a ativos ou a passivos. Por um lado, um crédito (entrada de dinheiro) traduz uma redução de ativos ou um aumento de passivos, enquanto um débito (saída de dinheiro) traduz um aumento de ativos ou uma redução de passivos.

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Balança de Bens e Serviços – Banco de Portugal

Em dezembro de 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 9,5% e de 5,6%, respetivamente, valores que comparam com variações homólogas no mês anterior de 0,8% para as exportações e de -0,3% para as importações. No mês em análise, a taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 96,6%. Ainda em dezembro de 2024, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 3,1% e de 4,9%, respetivamente. No mesmo mês, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 18,0% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 8,0%.

Em 2024, as exportações e as importações de bens e serviços registaram variações homólogas de 4,5% e de 2,4%, respetivamente. A taxa de cobertura das importações pelas exportações de bens e serviços situou-se em 105,3%. Para o mesmo período, as exportações e importações de bens registaram variações homólogas de 1,9% e de 1,4%, respetivamente. No período em análise, as exportações de serviços registaram uma variação homóloga de 8,1% e as importações de serviços registaram uma variação homóloga de 6,8%.

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